Que Deus Tenha meu Pai
Um dia você disse, queria ter só uma oportunidade pra fazer tudo diferente.
Deus te deu a oportunidade, você aproveitou ?
"É TARDE"
Que foi que eu fiz? Meu Deus! É tarde, agora!
Remediar não tem mesmo mais jeito
pois o que fiz outrora já está feito
e toda a consequência não demora!
Amar demais, eu sei, foi meu defeito
e, se hoje, inconsequente, o peito chora
é só porque, o amor, mandei embora
depois de ver que, o tal, não fora aceito.
Fiz, eu, do meu viver, essa amargura
que, ninguém mais, de mim, por perto, atura!
Amor não deve ser, nunca, largado…
Quer seja aceito ou não, ele é bendito!
Meu Deus! Que foi que eu fiz? O peito aflito
de tudo se arrepende, emocionado!
A Lei do fluxo das energias espirituais
A Lei de Deus
1. O que é energia espiritual?
A energia espiritual é a força vital que permeia tudo no universo. Ela está presente em nós, nos outros seres vivos, nos objetos e até mesmo nos espaços físicos.
A energia espiritual é a energia que flui através de nós e que pode ser positiva ou negativa. Essa energia é transmissível e é determinada pelos nossos pensamentos , emoções, e ações, nessa ordem.
A definição de energia spiritual descrita acima foi parcialmente baseada no texto do site O poder da troca de energia espiritual: Como ela impacta nossas vidas e relacionamentos - OlharPositivo
2. Postulá-se pela lei do fluxo das energias espirituais que:
A energia spiritual flui entre tudo, vivo ou não, pelas interações que temos com as pessoas e os outros seres vivos e não vivos, os objetos.
Nossas interações omnicronológicas envolvem uma constante troca de energia com as pessoas os seres vivos, e os objetos ao nosso redor. Essa troca pode ser consciente ou inconsciente, e ela acontece o tempo todo omnipresentemente.
Tudo que se passa na vida de uma pessoa é a reação em mesma intensidade e carga das somas das intensidades das cargas positivas e negativas que essa pessoa transmite ao universo.
Lei do Positivismo Espiritual – O Paraíso na Terra
1. Postulá-se pela Lei do Positivismo Espiritual que:
Se uma pessoa transmite apenas então somente cargas de energia positiva nada de mal lhe acontece, e o Paraíso se torna a própria Terra.
2. Existem exemplos práticos de tal postulação:
O exemplo da Lei do Positivismo Espiritual colocada em prática são os integrantes da filosofia Rastafari que crêem na divinidade e nos ensinamentos do Ras Tafari, Ras significando Duque, Duque Tarari, imperador Selassiae da Etiópia na época da Segunda Guera Mundial; Bob Marley, o cantor, poeta, e profeta é o maior expoente do rastafarianismo, e, em suas letras afirma que energias espirituais positivas é o que os rastafarianos têm a oferecer e, que, em razão disso, Jah, Deus, os protégé de todo mal. O rastafarianismo pratica a Lei do Positivismo Espiritual. Em relação ao restante das crenças do rastafarianismo e suas profecias em nada A Lei do Positivismo Espiritual se relaciona. O rastafarianismo baseia outras partes de suas crenças no livre de Gênesis e profetiza a sobrevivência de um único ser humano após o Apocalipse: Apenas o mais bem preparado entre os mais bem preparados sobreviverá, canta Bob Marley, permaneça vivo, ele diz ao final. Portanto, reiterando, os rastafarianos praticam a Lei do Positivismo Espiritual, já em relação às suas outras crenças em nada a Lei do Positivismo Espiritual se relaciona. A Lei do Positivismo Espiritual postula que o Paraíso é a Terra e nele entram os que a praticam sem hesitação. A Lei é infalível, é a Lei de Deus. E o Paraíso é eterno.
Os rastafarianos inputam precisão matemática à Lei do Positivismo Espiritual, e Bob Marley assim o faz em diversas das suas músicas.
3. A infalibilidade da Lei do Positivismo Espiritual
A Lei do Positivismo Espiritual é infálivel o que signica que qualquer exitação e. portanto, transmissão de energia negative será reciprocicada em sua vida eventualmente na mesma carga e intensidade da transmissão negativa que foi feita. Não há erros na Lei. É matematicamente infálivel e seus resultados podem acontecer a qualquer momento do futuro, mas certamente acontecerão.
Cada ser é a imagem e semelhança de Deus. Por isso, respeite, ame, seja fiel a si mesma e à natureza divina que o teu reflexo no espelho representa.
A chuva que cai do céu é o lembrete de que as bênçãos de Deus continuam a regar a nossa vida, mesmo nos dias nublados.
Moabe Teles
Para tudo nesta vida há um propósito, um tempo determinado por Deus. Cada prova e cada luta que enfrentamos aqui é um processo de aperfeiçoamento. Assim como o ouro precisa ser derretido na forja e depois martelado repetidas vezes até alcançar a forma desejada pelo ferreiro, nós também passamos por fases de transformação.
No entanto, Deus, o maior Artífice do universo, não escolheu o ouro nem a prata — Ele escolheu o barro, o mais simples e comum dos materiais, para realizar Sua obra-prima. E mais do que isso: diferentemente do ferreiro, Deus não queima nem golpeia o homem com dureza. Ele nos prova por meio das adversidades, sim, mas também nos promete Sua presença no dia da nossa maior angústia.
Esse é o verdadeiro amor: o amor daquele que se entregou por nós, simples barro, para nos tornar vasos de honra em suas mãos.
Clamar por um milagre não é quebrar princípios, é reconhecer que existem coisas que só Deus pode fazer.
Há momentos em que Deus nos conduz até o limite da coragem, não para nos enfraquecer, mas porque enxerga em nós uma força que ainda não descobrimos. Senhor, me ensina a reconhecer o seu agir, mesmo que seja em silêncio!
Estou perdido?
Eu me procurei em tudo, olhei em todo o universo
Mas ó Deus
Eu só me encontrei dentro dos olhos dela
Deus está acima de qualquer debate — para quem crê, isso não é objeto de opinião, mas uma convicção inabalável. Tal afirmação não nasce do dogmatismo irracional, mas de uma percepção refinada da realidade. Assim como o artista sente a arte no mais íntimo do seu ser, e o cientista compreende a harmonia nas leis naturais, só reconhece a presença de Deus quem desenvolveu sensibilidade espiritual. A fé não é ausência de razão; ao contrário, é percepção aguçada, visão que transcende o imediato. Como afirmou C.S. Lewis: “Acredito no cristianismo como creio que o sol nasceu: não apenas porque o vejo, mas porque vejo tudo à sua luz.” Esse tipo de fé não é fantasia, é fundamento.
A existência de Deus e a encarnação em Jesus de Nazaré não se restringem ao campo simbólico ou mitológico. São verdades documentadas por registros históricos confiáveis, que atravessaram os séculos e desafiaram as críticas mais severas. Autores romanos como Tácito, Suetônio e Plínio, o Jovem, assim como o judeu Flávio Josefo e registros do Talmude, fazem referência à figura de Jesus, confirmando que ele viveu, foi crucificado sob Pôncio Pilatos e impactou profundamente sua geração. Como afirmou o filósofo francês Jean Guitton, “a figura de Cristo é tão grande que só há duas atitudes possíveis: ou Ele é o Filho de Deus, ou foi o maior impostor que já existiu.” O Evangelho de João, de forma poética e profunda, nos lembra que “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1), e que “o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória” (João 1:14). Não estamos diante de alegorias fantasiosas, mas da afirmação de um fato que alterou o curso da história.
Reconhecer a atuação da Igreja em uma sociedade democrática e justa é reconhecer também sua função civilizadora, muitas vezes ignorada ou subestimada. Ao longo dos séculos, as igrejas cristãs fundaram universidades, hospitais, orfanatos, e participaram ativamente de lutas sociais, reformas e movimentos abolicionistas. Mais recentemente, continuam atuando como verdadeiros agentes de transformação nos rincões esquecidos do país, preenchendo lacunas deixadas pelo Estado. A Pontifícia Academia de Ciências, por exemplo, é composta por diversos ganhadores do Prêmio Nobel, provando que fé e razão não se excluem, mas se alimentam mutuamente. E mesmo aquela igreja considerada incômoda pelo som que emite aos domingos pode ter sido o espaço onde um ex-detento foi acolhido, ressocializado e reintegrado à sociedade — algo que o Estado muitas vezes negligencia.
Contudo, é necessário refletir também sobre a fé em tempos de hiperinformação e banalização da verdade. Vivemos uma era em que o sagrado é reduzido a conteúdo viral, e a Bíblia é frequentemente interpretada sem critério, contexto ou reverência. Em meio à profusão de vozes digitais, muitos são conduzidos por discursos que manipulam, distorcem e promovem escândalos — resultando não em conversões genuínas, mas no esfriamento de corações. Jesus já alertava: “Por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos se esfriará” (Mateus 24:12). Diante desse cenário, urge recuperar a postura dos crentes de Beréia, descritos em Atos 17:11, que não aceitavam qualquer ensinamento sem antes confrontá-lo com as Escrituras. A fé cristã, portanto, não é fideísmo cego. É racional, histórica e profundamente ética. Desde Agostinho e Tomás de Aquino até Pascal, Kierkegaard e Chesterton, vemos que o cristianismo verdadeiro nunca teve medo do pensamento, da filosofia ou da dúvida honesta. O Evangelho não é produto para consumo — é chamado à vida transformada.
E nós, que atuamos no campo do direito penal, sabemos com clareza que justiça não se constrói apenas com códigos e tribunais. Ela nasce da dignidade reconhecida, da restauração possível, da esperança cultivada. É nesse sentido que o papel das igrejas se mostra indispensável: elas reabilitam onde o sistema apenas pune, acolhem onde o Estado abandona, oferecem amor onde só havia rejeição. Defender a liberdade religiosa, portanto, é defender um dos pilares da democracia, dos direitos humanos e da justiça social.
Por isso, reafirmamos com firmeza: Deus existe — e isso muda tudo. Como disse Dostoiévski, “se Deus não existe, tudo é permitido.” Mas Ele existe, e por isso tudo tem sentido. Reconhecer sua presença, respeitar as instituições que o servem com verdade, e exercer uma fé crítica e fundamentada são atos não apenas de devoção, mas de responsabilidade histórica e ética.
Gratidão que me Guia
Agradeço, antes de tudo, a Deus —
pela dádiva da vida que renasce a cada amanhecer.
Agradeço a um amigo querido,
que já partiu, mas deixou em mim conselhos eternos,
que hoje são faróis na estrada dos meus sonhos.
Agradeço pela vida que tenho —
mesmo nos dias difíceis, mesmo nas noites de incerteza.
Porque no fim, cada luta, cada lágrima, cada passo...
vale infinitamente a pena.
Agradeço àqueles que verdadeiramente me amam,
que seguram minha mão e sopram coragem em meus dias cansados.
As perdas? Ah, todos nós temos.
Mas que elas sejam lições,
jamais âncoras que me façam desistir da caminhada.
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