Quase Morto
Quase sem querer
Tenho andado distraído
Impaciente e indeciso
E ainda estou confuso
Só que agora é diferente
Estou tão tranqüilo
E tão contente...
Quantas chances desperdicei
Quando o que eu mais queria
Era provar pra todo o mundo
Que eu não precisava
Provar nada pra ninguém
Me fiz em mil pedaços
Pra você juntar
E queria sempre achar
Explicação pro que eu sentia
Como um anjo caído
Fiz questão de esquecer
Que mentir pra si mesmo
É sempre a pior mentira
Mas não sou mais
Tão criança, oh! oh!
A ponto de saber tudo...
Já não me preocupo
Se eu não sei por que
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu vejo
O mesmo que você...
Tão correto e tão bonito
O infinito é realmente
Um dos deuses mais lindos
Sei que às vezes uso
Palavras repetidas
Mas quais são as palavras
Que nunca são ditas?
Me disseram que você
Estava chorando
E foi então que eu percebi
Como lhe quero tanto...
Já não me preocupo
Se eu não sei por que
Às vezes o que eu vejo
Quase ninguém vê
E eu sei que você sabe
Quase sem querer
Que eu quero
O mesmo que você...
É engano pensar que só existe saudade do que aconteceu. Existe saudade daquilo que quase ocorreu. Do que a gente sonhou e não realizou.Do que ficou no caminho por falta de insistência. Essa saudade é dolorida e tem gosto de indefinido.
Os erros são quase sempre de uma natureza sagrada. Nunca tente corrigir-los. Pelo contrário: racionalize-os, compreenda-os a fundo. Depois disso, lhe será possível sublimá-los.
Toda vez que eu faço uma coisa com intenção não sai nada, sou portanto um distraído quase proposital. Eu finjo que não quero, termino por acreditar que não quero e só então a coisa vem.
Se eu pudesse dizer que eu te amo
Estou só e trsite,
quase abandonada.
Se ao menos tu estivesses perto de mim,
se ao menos pudesse ver seus olhos
tristonhos e misteriosos
e esse teu sorriso lindo.
Se ao menos pudesse ver teu rosto,
se pudesse ouvir tua voz...
Se estivesse aqui para me dizer
algo que me animsse.
Mas tu estás tão distante...
e eu aqui tão sozinha.
Sozinha?
A tristeza,esta ngústia e a saudade de ti
me fazem compania,
E neste momento em que a solidão me envolve,
eu gostaria de estar contigo,nos teus braços...
e olhar bem dentro dos seus olhos
e dizer baixinho só para nós dois
- "Eu te amo!"
A diferença entre a palavra quase certa e a palavra certa é a diferença entre um vaga-lume e um relâmpago.
Nota: Na verdade, a essência do pensamento foi criada por Josh Billings.
Há algo na masculinidade que nasce antes mesmo das palavras, um instinto silencioso, quase ancestral, que faz do homem um guardião natural do que ama.
Não é sobre força bruta; é sobre presença.
Sobre o modo como ele observa antes de agir, como se posiciona mesmo quando ninguém pede, como estende o braço antes que o perigo toque.
A proteção masculina não grita.
Ela se manifesta no jeito firme de segurar uma porta, no cuidado disfarçado de quem diz “vai com calma”, no olhar atento que vigia sem invadir.
É uma força que não pesa, mas ampara.
Uma coragem que não exibe, mas oferece.
E, quando ama, o homem protege até no silêncio.
Protege com o corpo, com o gesto, com o instinto
como se carregasse no peito a certeza de que sua presença deve ser abrigo.
Não é sobre ser herói.
É sobre ser porto.
Sobre reconhecer que, mesmo diante das próprias dores, ele ainda encontra espaço para guardar o outro dentro de um mundo que nem sempre acolhe.
Ser homem, na sua forma mais bonita, é ser teto.
É ser chão firme.
É ser alguém que se coloca entre o caos e quem ele escolhe proteger
não por obrigação, mas porque sua natureza nasceu para isso.
E ele escolheu ser quase tudo na minha vida. Escolheu ser amor, saudade, amigo, companheiro, idiota, eterno, único… Menos meu.
Serena: Blair, ele quase morreu,segurando aquele anel e era para ser seu.
Blair: Perdoei ele por algo que ninguém no mundo nunca superaria. Em seguida ele fez a única coisa que sabia que eu nunca deixaria passar.
Serena: Mas não precisa perdoá-lo. Não precisa nem mesmo falar com ele depois de hoje. Mas conheço você, se arrependerá pra sempre se não fizer nada e deixá-lo desaparecer.
A rosa
não buscava a aurora:
quase eterna no ramo
buscava outra coisa.
A rosa
não buscava ciência nem sombra:
confim de carne e sonho,
buscava outra coisa.
A rosa
não buscava a rosa:
imóvel pelo céu
buscava outra coisa.
Não é esquisito? Só podemos nos ver por fora, mas quase tudo acontece do lado de dentro.
A tendência a admirar, quase venerar, os ricos e poderosos, e de desdenhar, ou no mínimo ignorar, pessoas em condições pobres e cruéis, embora necessária para estabelecer e manter a distinção entre níveis sociais, é ao mesmo tempo a maior e mais universal causa da corrupção da nossa sensibilidade moral.
Porque não suportava mais todas aquelas coisas por dentro e ainda por cima o quase-amor e a confusão e o medo puro.
A fofoca é um dos males que tem alto poder de destruir uma relação. Quase sempre vem de pessoas ligadas aos envolvidos, formulada com desonestidade e covardia e sem chances de defesa.
Não me dou pela metade,
não sou tua meio amiga nem teu quase amor.
Ou sou tudo ou sou nada.
Não suporto meios-termos.
É preciso ler os sinais, perceber as entrelinhas, ouvir o pedido de ajuda que quase nunca vem em forma de palavra. É um silêncio carregado, um cansaço que transborda no olhar, uma ausência disfarçada de presença. Em cada palavra dita, até nas conversas aparentemente chatas, há um pedido velado de escuta, um desejo de ser notado sem precisar implorar. Porque quem sofre nem sempre sabe explicar a dor — apenas tenta existir, esperando que alguém perceba.
