Quase Morto
Comer alimentos não nutritivos, é o mesmo que alimentar um morto.
Esta é uma analogia dura, duríssima; não é mesmo?
Viciado em seja lá o que for, não é vivo, é morto; buscar a libertação que procede do Altíssimo Deus é a única solução para viver!
" Mesmo meu pai estando morto no meu coração sempre continuará vivo, não importa o que ele éra jamais mudarei minha opinão foda-se as boca que fala sempre guardei as coisas boas no coração, obrigado coroa por fazer diferente não foi um exemplo pra mim mas fez eu mudar minha mente. Sei que hoje estaria feliz por ver seus filhos seguir um caminho que você deixou de seguir, te levo sempre no coração porque minha mente anda aberta pra tudo vou mudar as pessoas igual o rap vai mudar o mundo. Fé! "
Índio selvagem na floresta que cortam
Morto e isolado mas nunca se importam
Deciso e sofrido faz uma excursão
Da mata ao mundo com flores na mão
Veneno amargo que toma na ida
Achando que cura, achando que é vida
Locomotivas a galope
Movem meu coração ao teu
Loucuras e doçuras me fazem dançar
Morto estou a gatilhar
Meus passos aos teus...
Anjo sei que tu não podes voar
Mais me faz flutuar...
O VALOR É PERCEBIDO DEPOIS DA PERDA,DEFEITO HUMANO
Vivo era perseguido
Morto. Remorsados, ovacionam
Do paraiso, querem me vivo
Antes, as pessoas acreditavam que quando alguém morre, um corvo leva sua alma para a terra dos mortos. Mas, às vezes, acontece algo tão ruim que a alma carrega uma tristeza terrível e não consegue descansar. Às vezes, só às vezes, o corvo pode trazer essa alma de volta para corrigir o que está errado.
Eu estava morto até você me encontrar, embora eu respirasse. Eu estava sem visão, embora pudesse ver. Então você chegou... e eu acordei. .
Da luz que atravessa a janela do quarto meio morto
meio torto eu era, da lonjura que era minha vida de outras
do frio que adormecia meus pés, do medo e do café morno
da praticidade de uma pena em mão, um termo em grão
do chiar da noite lá fora, meia noite lá fora
ela passeava entre os outros que eram meus outros eus
da loucura entre estar consciente e estar presente
da folha que caia das árvores no parque
do cão que respondia aos pedidos de socorro da cidade
e o terror do silêncio quando a vontade é gritar
com o piscar dos olhos e a vontade ausente
agradecer o nascer do sol e ao poente
ao vinho barato, pra conter às tristes alegrias
o exagero de rimar palavras vazias
do ser que ama o mar e prefere só admirar
do sorriso da moça, cuja boca já não me sorri mais
de alguns anos atrás, que para trás queria andar às vezes
do som que vem de fora, vem da forma que o sal escorre
da barba feita, e o nojo da roupa bem arrumada
o bicho do mato, ô, bicho, eu não mato
o brilho da parede verde, e das histórias pra contar
de quando tu me falava pr'onde ia viajar
essa fumaça na minha cara, era o bom senhor
da alma em praça, que acalmava a minha
da chuva de setembro e em ser teu acendente
da manhã morta em mim, morrendo os domingos
um pouco mais disso, daquilo, um quilo de solidão
um tanto assim de nós que em nós morava
fechava a porta mas não se despedia
do chão quadriculado, da grama e da flor
o pouco se importar não é normal
talvez ninguém seja, ou não quer
dos prazeres que parecem pagamentos
salda mais uma das minhas parcelas de culpa
da vontade de não escrever mais
parei
