Quanto Vale um Abraco
Imperialismo é um sistema de exploração que ocorre não apenas na forma brutal daqueles que vêm com armas para conquistar o território. O imperialismo geralmente ocorre em formas mais sutis, um empréstimo, ajuda alimentar, chantagem. Estamos lutando neste sistema que permite que um punhado de homens na Terra governe toda a humanidade.
Uma vez um pequeno grão de areia se sentia insignificante, até que viu um castelo majestoso e percebeu que o castelo era feito de milhares de grãos de areia. Então o pequeno grão de areia entendeu que, apesar de ser pequeno, era fundamental para construir algo grandioso. E assim, juntou forças com outros grãos de areia e construiu seu próprio castelo. A moral da história é que, mesmo sendo pequenos, podemos ser essenciais para construir algo incrível. Basta acreditar em si mesmo e trabalhar em equipe.
Inquietação
Tem uma raiz se expandindo
Com um caule já à mostra;
Breve uma flor há de nascer
Neste teu coração de concreto.
Em 1° de Maio, o trabalhador deveria ter um salário extra para comemorar o seu dia.
Fake que deveria ser fato!
O crente fiel é como um diamante, seu brilho é fruto da perseverança e da fé inabalável que mantém em Deus.
O sucesso é um ímã poderoso para os invejosos e para os lobos que tentam atacar e derrubar aqueles que brilham. Se você está sendo alvo de fofocas e críticas maldosas, é um sinal claro de que está no caminho certo e incomodando as pessoas erradas. Continue avançando com firmeza e não se deixe abalar pelos que tentam lhe deter.
As vezes meu pensamento
Viaja pra bem distante
Ancorou meu sentimento
Na raiz de um instante
Quando a raiz é forte
Regresso com segurança
Mas quando a raiz é fraca
Me perco numa lembrança
Mais sempre irei voltar
Por vezes muito pesado
Como a onda do mar
Molhando meus pés cançados
É sábado quente, fui acordada com um beijo e uma voz de sono me dando um "bom dia amor", abro meus olhos com a vista ainda turva e te vejo sair com pressa do meu quarto.
Te vejo nas pressas pondo na bolsa todas as coisas pendentes do dia anterior. E ela disse: - Pegue as bolsas, os biquínis e o protetor solar!
Com muita vontade no peito, eu a obedeço, porque eu a venero.
Saímos por volta de 07:00 horas da manhã, sol flamejante hoje toca nosso rosto aquecendo nossos corpos sonolentos, está forte o bastante para parecer o sol das 10:00 horas da manhã e não deixa de ser bom, e é muito bom, é meu querido sábado quente.
Tivemos pequenos encontros, carona, orações, cantos e risadas... Através de cada rosto eu pude perceber que a vida é mais gostosa quando temos com quem compartilhar os momentos.
Foi olhando para a janela que pude contemplar a beleza entre o azul do céu e a mistura de tons de verde na terra, e sem sombra de dúvidas a simplicidade é a própria riqueza. Observo lentamente o vento brincar com as folhas das árvores e com meu cabelo, ouvi dizer que Deus é como o vento, se for verdade fui privilegiada com sua nítida presença ao tocar minha pele. Sua manifestação podia ser alcançada até mesmo nos mais altos montes, eu pude ver.
Estradas de barros são meus caminhos favoritos, principalmente pelo seu cheiro inconfundível de uma chuva gostosa do dia anterior. Entendi que estradas difíceis valem a pena, pois apenas nela encontramos as melhores paisagens, ela sempre nos surpreende no seu derradeiro, o árduo é recompensador.
Passamos por dentro de um arco de bambus entrelaçados, se eu tivesse que representar o amor neste sábado quente com certeza seria estes bambus, apesar de estarem hoje entrelaçados acredito que nem sempre foi assim, cresceram separados, em lugares totalmente opostos e o que mais chama a atenção é que mesmo com a distância isso não os impediu de crescerem visando sempre seus objetivos, cresceram tão alto que ao se inclinarem tocaram um no outro chegando ao ponto de ficarem juntos por toda a vida. Apesar de seus galhos serem finos, seu alicerce é inabalável, vencendo fortes chuvas, tempestades e sol escaldante, apesar das dificultades continuam ali perseverando a cada estação. Continuaram a crescer sem soltar seus entrelaços, pois sabem que unidos são mais fortes do que se fossem sozinhos.
Saímos da van sem pressa de chegar, sentamos em um banco de tronco que acostava em uma árvore, uma árvore cujo seu objetivo era ser abrigo, abrigo de uma família de saguins simpáticos que apareceram querendo comida, para a sorte deles tínhamos frutas, isso me fez pensar, talvez seja assim que deveriam ser todos os que crêem em Deus, confiar a ponto de não se preocupar com o dia de amanhã, pois sabe que Ele proverá tudo, talvez eu tivesse que entender essa mensagem.
Pego sua mão, e nossas mãos entrelaçadas balançam no ritmo de nossos passos, quentes suadas, damos risadas em conjunto de conversas aleatórias. Atravessamos pontes, animais e paisagens, a mistura de tons de verde me deixa encantada, a natureza é realmente fascinante.
Miniaturas rastejantes passeiam em meu pé, perna e mão, caminham sem medo na sua singularidade majestosa, eu não queria ir embora dali.
Me encontro agora deitada na grama verde embaixo de uma amendoeira, ali observei o dançar das folhas, a viajem das nuvens, o vôo dos pássaros... Fecho forte meus olhos no intuito de não despertar, mas não estou dormindo.
Havia crianças, boias, piscinas, e sorrisos. Havia algodão doce, paz, felicidade e esperança. Havia diversão, simplicidade, beleza e amizade, mas havia acima de tudo a vida.
Sábado quente foi deixando de ser quente às 05:00 horas da tarde, dando um até logo com gosto de quero mais, nos mostrando a exuberância de um pôr do sol magnífico.
Talvez Deus seja todos os detalhes minuciosos que deixamos passar desapercebido por pensar que é trivial, mas na verdade é o que nos faz vivo. E eu hoje estou viva.
Em Brasília, cidade das pedras portuguesas,
Onde a arquitetura impõe suas certezas,
Há um sentimento sombrio de desesperança,
Onde a tristeza dança em cada lembrança.
As ruas delineadas, frias e retas,
Refletem uma alma em busca de respostas,
A saudade permeia os corações solitários,
Em meio a um mar de incertezas e cenários adversários.
As pedras, silenciosas testemunhas do tempo,
Contemplam a melancolia que se faz presente a todo momento,
A nostalgia paira no ar, como um manto de dor,
E a desesperança invade cada recanto com fervor.
O medo sussurra ao pé do ouvido,
Espalhando inseguranças e desassossego aturdido,
Os sonhos se esvaem na vastidão do concreto,
Deixando um vazio profundo e incompleto.
Brasília, cidade de ângulos retos e sentimentos curvos,
Onde a tristeza habita os corações mais reservos,
A desesperança tece teias em cada pensamento,
Deixando o horizonte envolto em lamento.
Mas em meio às pedras portuguesas, uma chama persiste,
Uma luz tímida, que mesmo triste, insiste,
No poder da transformação, na força da esperança,
Para romper as amarras da desesperança e da bonança.
Que a saudade encontre seu lugar de acolhida,
Nos corações resilientes, na alma atrevida,
Que o medo seja um mote para a coragem surgir,
E que as incertezas sejam oportunidades de existir.
Pois mesmo em meio à desesperança e tristeza,
Há uma resiliência que a cidade enaltece,
Brasília, com suas pedras e histórias entrelaçadas,
Guarda a esperança de dias melhores, renovadas.
Que a desesperança e a tristeza possam se dissipar,
Deixando espaço para a alegria voltar a ecoar,
E que a cidade possa reencontrar sua luz,
Em meio às pedras portuguesas, no compasso da cruz.
No vazio do peito, a saudade espreita,
Um eco de amor perdido, dor que se deita,
No palco da solidão, o medo se agiganta,
Desesperança e tristeza, na alma, se levanta.
Na ausência do ser amado, a falta ecoa,
Incertezas pairam no ar, como sombra à toa,
O estar só é um fardo, pesado a carregar,
Desesperança e tristeza, no coração a morar.
Mas, no âmago da escuridão, um vislumbre de luz,
O amor que foi embora, também pode ser a cruz,
consigo, na solitude profunda,
Reencontrar-se consigo, na solitude profunda,
Desesperança e tristeza, transformadas em busca fecunda.
Na solidão dos dias, a saudade se instala,
Um vazio profundo que o coração cala,
No amor ausente, a falta se perpetua,
Enquanto o medo e a incerteza ecoam na rua.
Desesperança e tristeza se entrelaçam na alma,
Na ausência do afeto, um mar de calma,
O estar só é um fardo pesado a carregar,
O amor distante, um suspiro a sufocar.
Mas no âmago da dor, um vislumbre de luz,
A saudade que transborda, um laço que conduz,
Pois a desesperança pode ser transformada,
Na força que o coração solitário não esperava.
Assim, no labirinto da saudade e da tristeza,
O amor se renova, trazendo esperança à incerteza,
E mesmo na falta, no medo e na solidão,
Encontra-se a redenção na própria superação.
Saudade, doce e amarga, que invade o peito,
Um eco silencioso de momentos já desfeitos,
Nostalgia que transcende o tempo e o espaço,
Um laço invisível que mantém vivo o abraço.
No pulsar do coração, a saudade se entrelaça,
Um suspiro que ecoa, trazendo memórias à tona,
Em cada ausência, um sopro de melancolia,
Um vazio preenchido pela saudade que arrepia.
É na saudade que o passado se faz presente,
A eterna dança entre o que foi e o que está ausente,
É o elo que une o que já foi e o que será,
Na saudade, encontramos a essência do amar.
Um sentimento que transcende a própria existência,
Na saudade, revivemos momentos com persistência,
É a ponte entre o que se foi e o que ainda está por vir,
Um elo eterno que nos faz sorrir e também sentir.
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