Quanto Vale um Abraco
Vivemos em um período da história classificado por alguns como época da pós-verdade, quando o fato deixa de ser importante para muitos comunicadores, e a intenção do discurso toma o seu lugar. Obviamente, isso causa insegurança generalizada, pois, por exemplo, ao ouvir uma notícia, não se sabe de imediato se é verdade, se descreve o que realmente aconteceu ou se está apenas sendo utilizada como instrumento de propagação de determinada ideia ou ideologia. Assim, ao acessar alguma informação, fica cada vez mais clara a necessidade da seguinte pergunta: por que foi dito isso? Que intenção há por trás dessa divulgação? Estão tentando me induzir a acreditar em algo?
Quem abre um livro, físico ou digital, na solidão do transporte público, ou em casa, e que não sabe o que é “cronotopo” é mais digno da Literatura do que os mercadores literários e escreventes de teses “copia/cola” acadêmicas.
Na vida existem vários momentos de altos e baixos, mas o importante é você não desistir, se tens um objetivo, almeje-o o máximo que puder, não tente enxergar um futuro, mais sim faca o mesmo, para que você possa o toca-lo
É quase irônico que a pressão de assegurar um futuro melhor nos leve a uma situação em que o presente, de certa forma, se perde. Ao nos preocuparmos com o que está por vir, muitas vezes deixamos de apreciar o que temos agora. No entanto, dentro das circunstâncias que vivemos, a busca por um amanhã melhor se torna quase uma obrigação.
Vivemos em uma intersecção complexa entre o presente e o futuro. Nessa jornada, somos desafiados a encontrar a maneira de honrar o agora enquanto também trabalhamos incansavelmente para construir um futuro mais brilhante. É um equilíbrio delicado, mas, no final das contas, é um reflexo da nossa natureza humana em busca de progresso e realização.
Nenhuma das guerras causadas pelos humanos, tem um motivo justo. Eles destroem e matam, simplesmente porque acham ter certeza do que é certo. Uns matam em nome do amo, outros em nome da pátria, da fé, da paz, e muitos outros motivos, nenhum justificável.
Cada vida é um universo, quantas histórias, quantos momentos maravilhosos, quantos sonhos e desejos vivem dentro de nós, porém, não vivemos.
A riqueza de um homem não se resume nas posses materiais que pode ter, mas em sua capacidade intelectual de bem agir para produzir o bem a humanidade.
Ao ser humano não há um castigo maior que a solidão! Esta faz com que sejamos nós mesmo, pelo menos por alguns instantes.
Pra seguir em frente com uma coisa assim, com um casamento, um relacionamento e uma vida, tem que ser com alguém que você ama, e não com quem você desejaria amar. Tem que ser com alguém que você encontra ou com alguém que encontra você.
Entre mágoas sombrias e lampejos de lembranças tristes
De desenlaces e do ouro fluido como um verso de amargura
Surge a moldura do amor recôndito, dentre frutos de risos, de loucuras de elementos unidos... de moléculas de vida
Do divino lugar, onde a saudade traz a lembrança da ausência, da fragância da transparência
A alma voa, o coração soluça na amplitude da distância...
Na constância da esperança, a saudade seja fluida e de lugar a tua voz macia no ouvido, trazendo a doçura da mudança
Da presença inteira, da paixão colorida, do amor correspondido, e a saudade? Ah apenas na lembrança!
Sempre serei um homem de princípios e valores, e não há nada que mude isso.
Deus e família como prioridade, sua palavra deve ser honrada, seus caminhos devem ser trilhados com coragem, força e dignidade
Um homem sabe compreender os passos da vida e a maneira certa de ensinar o faz viver.
Casa não é um lugar. É um sentimento. Há quem habite às sombras de um palácio e seja mais rico que seu rei. Há quem faça sua morada na estrada, satisfeito por entender o caminho. Somos todos passageiros almejando abrigo. No entanto, afortunado é o sujeito que possui o mapa do tesouro e ostenta tempo para ir buscá-lo. É no vento que não se pode ver que sopram a liberdade e a independência dos bem-aventurados. Aquele que edifica seus sonhos com betume e pedras, sucumbe em poeira e vaidade. O reino do homem do mar não é o seu barco, senão todo o mar em que navega. Casa não é um lugar. É um sentimento.
A dança das cadeiras
Ciranda da vida, a dança das cadeiras,
Cada volta um ciclo, destino que desenrola.
A música soa, novos ritmos, novas brincadeiras,
E à cada parada, permanecer na dança, nos consola.
Na orquestra do tempo, novas melodias incluídas,
Cada reinício, um novo interesse, uma nova paixão,
Novos rostos, de velhas presenças desapercebidas.
Neste jogo de estar, uns ficam, outros se vão.
A cada parada, um adeus, uma despedida,
Como folhas que ao vento partem, vida após vida.
Mas há o encontro, na pausa, uma nova mão estendida,
Em cada assento vazio, uma história nova, uma ferida reaberta, uma ferida esquecida.
Assim gira a roda, na aproximação da distância,
A cada ciclo, a vida nos ensina a resiliência, a importância,
De saber dançar mesmo quando a música parece incerta,
Pois a cada volta, novo desafio, uma nova descoberta.
E quando a música finalmente parar, o que nos resta?
O eco dos passos, as memórias desta Festa.
Com suas perdas e ganhos, cada momento, uma chegada.
Na dança das cadeiras, da vida, o prêmio maior é a jornada.
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