Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
"Se a pessoa não mostra o tabuleiro inteiro antes da primeira jogada,
eu não sento pra jogar.
Luz acesa.
Peças na mesa. Intenção na cara.
Ou não tem partida."
— Van Escher
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A pessoa acredita que o Cristianismo distorce a natureza de Deus ao tratá-lo como algo externo e separado do ser humano, exigindo arrependimento. Para ela, Deus não é um ser que cobra ou compete, mas sim uma presença interna — a própria vida dentro de cada pessoa. Por isso, entende que não faz sentido esperar o retorno de Jesus Cristo, pois Ele já estaria presente em todos.
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Não! Absolutamente não!
A sua colocação parte de uma premissa equivocada e, portanto, conduz a uma conclusão igualmente equivocada.
O Cristianismo não coloca Deus como concorrente do homem — isso é uma interpretação distorcida, superficial, que ignora dois mil anos de construção teológica, filosófica e moral. O que o Cristianismo faz, na verdade, é estabelecer uma hierarquia ontológica: Deus como princípio absoluto, e o homem como ser finito, limitado, em processo.
Quando se fala em arrependimento, não se está afirmando que Deus “precisa” de algo — isso seria um absurdo lógico! Deus, por definição, não carece de nada. O arrependimento é uma necessidade humana, não divina. É um mecanismo de consciência, de ajuste moral, de reconhecimento da própria falibilidade.
Portanto, inverter isso — dizer que o Cristianismo ensina que Deus depende do homem — é não compreender a estrutura fundamental da própria doutrina.
Agora, quanto à afirmação de que “Deus já habita em nós” — sim, há correntes teológicas que abordam essa dimensão interior, essa experiência subjetiva do divino. Mas transformar isso em negação de toda a transcendência divina é reduzir o absoluto ao psicológico. É confundir experiência interna com totalidade metafísica.
E mais: afirmar que Jesus Cristo “nunca voltará” porque “já vive em nós” é uma interpretação específica, não um consenso. O Cristianismo histórico — das suas bases até suas principais tradições — sustenta uma distinção clara entre presença espiritual e realidade escatológica.
Misturar esses planos é, no mínimo, uma simplificação perigosa.
O que está ocorrendo aqui não é uma refutação do Cristianismo, mas uma reinterpretação pessoal — legítima, sim — porém apresentada como verdade universal. E isso, do ponto de vista lógico, não se sustenta.
Se há algo que precisa ser preservado, é a coerência: ou se discute a doutrina como ela é, ou se admite que se está propondo outra coisa.
Porque, no fim, a maior responsabilidade intelectual não é concordar ou discordar — é compreender corretamente aquilo que se pretende criticar.
A prova verdadeira de força e coragem de uma pessoa não está em sair ilesa, inteira do sofrimento e da dor; mas sim em se manter sem nenhuma platéia para assistir ela juntar os seus pedaços!
A finitude da vida..... não é só a perda da presença; é uma pessoa inteira que vira silêncio e matéria. Isso faz todas as renúncias sem sentido parecerem gritantes.
Isto leva a uma reflexão: a de identificar o que já está morto dentro da sua rotina e o que ainda pulsa.
Pare e pense: do que você sente mais falta em você? Quem era você antes de virar só sustentação? Então não é sobre um sonho isolado. É sobre sentir que a sua existência inteira virou manutenção.
Você trabalha. Aguenta. Resolve. Entrega. Sustenta. Segura os outros.
Mas internamente existe um ser olhando para a própria vida e pensando: “em que momento eu vou começar a viver para mim?”
A verdadeira felicidade não mora nas conquistas que acumulamos,
mas na pessoa com quem escolhemos caminhar pela vida.
Ter uma pessoa seguindo ao nosso lado é encantador. É termos a certeza de que temos alguém que se preocupa, que cuida, que se importa, que ama, que adora, que quer, que deseja estar ali, que faz questão de estar ali, que se orgulha por estar bem ali. Bem ali ao nosso lado. Simples assim!
Amar alguém não torna essa pessoa infalível; o erro é um traço humano que alcança até os nossos laços mais profundos, e aceitar isso é o primeiro passo para um convívio mais leve.
O ser humano me lê como uma pessoa quase normal, mas nem tanto forte.
Uma leitura didática, porém analógica.
No entanto, se mergulharem em mim, descobrirão o quanto de poder tento esconder, o quanto de filtros utilizo para não me reconhecer por completo.
Faço isso para me proteger, até porque a exposição trinca e dizima o ser humano.
É um vírus letal — mortal e imoral.
DESABAFO
Ela, uma pessoa pouco meiga, delicada, não como uma flor, mas como uma bomba, à comparo até com o mais letal veneno, ela és linda, casta e pura, as vezes fases algo que nos aborrece e o mais chato é que nas maioria das vezes ela nem se toca que errou, a amo como nunca amei ninguém, e é exatamente por esse motivo que dói muito, as vezes penso se fiz a escolha certa, mas quando tenho dúvida, lembro-me de quando a conheci e lembro também daquele lindo sorriso. Sou bem passivo com ela, tento da melhor forma compreendê-la, mas não sei por quanto tempo irá durar minha compreensão e minha passividade. TODOS TEMOS LIMITES!
Cuidado ao julgar uma pessoa
apartir do momento que julgas,
esta aberto ao julgamento também.
E digo mais seras julgado por Deus.
Seu julgamento não define quem sou
e sim quem é você. Deus vê todas as
coisas, e isso basta.
"Não sou indiferente. Muito menos uma
pessoa sem coração.Também sofro,
me sinto muito sensível e frágil, me dói a
alma quando ficas em silêncio, me dói quando
falas de um sonho, sendo que fui só eu que
sonhei. Não me julgue sem coração, pois
o meu se encheu em lágimas silenciosas.
Hoje apenas sigo em frente. Sou a mesma,
os mesmos sonhos, a mesma garota sensível
e frágil, porem mais experiente e mais sabia.
Só entra na minha vida quem eu permito
invadir meu espaço".
O brilho de um sorriso, é reflexo de uma áurea iluminada, de um coração alegre e uma pessoa abençoada!
Já deve fazer quase 2 anos que não tenho nenhum amigo ou pessoa para contar, uma grande solidão aperta meu peito.
"Chefe" é aquele tipo de pessoa que, no fundo, é fraca, mas tenta parecer forte. Ele precisa de você, depende dos funcionários para manter a empresa dele funcionando, porque, se todos saíssem, a empresa iria à falência e ele não saberia o que fazer. Mesmo assim, ele hipocritamente diz que você é quem precisa dele. Ele se sente superior, te explora, paga mal, ameaça te mandar embora e ainda espera ser bajulado. E, se você não o bajula, ele te trata mal, como se fosse errado não fazer o que ele espera.
Assim também é o amor! Muitas vezes faz doer, faz sofrer e mesmo assim a pessoa não desiste, será por que?!!!
Apesar da letra dessa música transmitir um sentido diferente, eu prefiro como pessoa acreditar que o mal não deve ser vangloriado e nem exposto, porque nós atraímos tudo aquilo que pensamos e falamos e ainda somos referência para as pessoas ao nosso redor. Se isso já vale para qualquer um, imagine para quem tem uma voz tão forte e alcança tanta gente como os artistas. Não estou desmerecendo o ponto de vista de quem criou a obra, cada um tem a sua forma de pensar, mas eu penso que tudo que é ruim, tudo que faz mal, o ideal seria que fosse extinto e que nós não aceitássemos essas coisas com tanta facilidade, pois tudo tem a sua causa e a sua consequência e o que é mostrado acaba influenciando mundo ao nosso redor.
REFERENTE A MUSICA "BAD ROMANCE / Lady Gaga."
O problema de dar o meu melhor para a pessoa errada é que, agora, o que sobrou de mim parece insuficiente para a pessoa certa.
