Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa

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Nada é muito terrível. Só viver, não é? A barra mesmo é ter que estar vivo e ter que desdobrar, batalhar um jeito qualquer de ficar numa boa.

Não eram um casal perfeito, daqueles de cinema. Brigavam muito, ficavam um tempo sem se falar e nesse intervalo ainda rolava uma guerra de indiretas, cada um querendo ser o dono da verdade. Mas no fundo eles sabiam que tudo era joguinho bobo de orgulho, e que por trás das caras fechadas e bicos não se aguentavam de saudade. Tudo bem se eles passavam uma imagem de cão e gato, mas uma coisa é certa… Eles se amavam mais do que qualquer coisa.

No começo eu tentava te fazer me amar
Mas agora estamos juntos e posso confessar
Eu não gosto de cinema, eu não sei cozinhar
Nunca fui tão cavalheiro, jurei nunca casar
A carta que mandei não fui eu que escrevi
E o poema que te recitei num livro eu li
Não sou bom de futebol
E por você já chorei
Mas é de verdade estou te amando
Me apaixonei

Você lê e sofre. Você lê e ri. Você lê e engasga. Você lê e tem arrepios. Você lê, e sua vida vai se misturando no que está sendo lido.

Penso nele, sim, penso nele. Mas não vou ceder.

Aquilo que não te acrescenta, em nada te fará falta.

Virava pra lá e pra cá na cama. Estava impaciente. Até me sentei no escuro. Pensei: Não era uma posição o que eu procurava. Era você.

Lembrei que tinha lido em algum lugar que a dor é a única emoção que não usa máscara.

Que o sol a brilhar nas manhãs chuvosas tenha força para radiar os corações cinzas.

Não negue, apareça. Seja forte. Porque é preciso coragem para se arriscar num futuro incerto.

Eu te preciso. Perto, longe, tanto faz.

Eu quero o diferente. Cansei de pessoas iguais, sonhos iguais, modas iguais, conversas iguais.

Seria tão bom se pudéssemos nos relacionar sem que nenhum dos dois esperasse absolutamente nada, mas infelizmente nós, a gente, as pessoas, têm, temos - emoções.

A gente se acostuma com tudo nessa vida, mas a arte de fazer cada encontro ser diferente, essa eu deixo passar porque contigo o imprevisível é sempre a melhor opção.

Sempre acreditei que toda vez que a gente entra numa igreja pela primeira vez, vê uma estrela cadente ou amarra no pulso uma fitinha de Nosso Senhor do Bonfim, pode fazer um pedido. Ou três. Sempre faço. Quando são três, em geral, esqueço dois. Um nunca esqueci. Um sempre pedi: amor.

Embora estivessem no mesmo barco, as maneiras de remar podiam perfeitamente ser diferentes.

O ridículo é que só no chão você percebe que caiu. Então é tarde demais.

Quase novembro, a ventania de primavera levando para longe os últimos maus espíritos do inverno.

imagino que isso que chamamos de amor. Algo assim. Porque tudo que vivi e senti antes me parece agora bobagem, brincadeira.

Então e assim, somos presente, passado e futuro. Tempo infinito num só, esse é o eterno.