Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
"Cruz e Destino"
Foi posto em meu ombro, uma cruz a qual eu arrasto.
Clamando e chorando, sinto seu peso á mim escurvar.
Penso várias vezes: Não é minha..., e contesto.
Devo ter me enganado, no dia que á fui tomar.
Volto-me ao ponto de partida, e ali reparo.
Diversas outras, as quais vou atento escolhendo.
Parece que esta aqui encaixou-me ao ombro.., é claro...
Pois sinto que esta bem mais leve, devo ir seguindo.
Coitado do que vir tomar aquela que pensei ser minha.
Pois tua caminhada seria dura e sofrida.
Foi sorte ter encontrado, pois com a outra eu não vinha.
Até a beira desse abismo, que nos separa dessa vida.
Mas ví que no momento, de depositar alí essa cruz.
Para me descançar eternamente no mundo tão esperado.
Faltava-lhe um pedaço, errei outra vez, perdão meu Deus.
Tornei regressar para pegar á qual havia deixado.
"Confiança"
Nas teias densas da expectativa,
Tecemos ilusões e esperas.
Mas as pessoas são oceanos profundos,
Com marés que fogem ao nosso comando.
A sinceridade, estrela rara,
Brilha no céu turvo da desconfiança.
Mas quando a encontramos, é como fogo que aquece,
E transforma nossas almas em um baile de luz e esperança.
Encontrar o outro em sua verdade,
É um ato de coragem e entrega.
Aceitar a beleza do inesperado,
É um convite à transformação, e à dança com a própria alma.
Assalamum Aleykum...
O que contarei agora aconteceu comigo(história verídica)
Uma vez quando eu era criança,eu respondi feio meu avô e o magoei demais.
Eu estava discutindo com um dos meus tios,e meu avô comprou a briga dele,que na mesma hora saiu á Francesa.
Naquele instante eu já estava super nervoso e disse o que talvez um avô nunca deveria ter escutado.
Durante mais ao menos uma semana meu avô ficou sem me dar atenção,até que um dia eu o questionei:
_"Vô...O senhor está com raiva de mim?
Ele respondeu:
_Raiva nunca,mais sinto-me magoado,muito magoado contigo meu Neto.
Daí na mesma hora retruquei:
_Engraçado porque os outros já fizeram pior,e o senhor nunca agiu desta forma?Porque comigo?
Ele respondeu novamente:
_ Esse é o problema,porque dos outros eu sempre esperei de tudo,mais de voce eu nunca esperava...
Sabe meu neto,somos todos imagem e semelhança de Deus,e sempre tive você como minha imagem e semelhança.
Você é meu neto e afilhado,não vos deixarei bens materiais,mais lhe deixarei uma grande riqueza que nunca ninguém jamais te tomará...
Deixarei pra Tí a minha riqueza,o meu nome,minha sabedoria,meu amôr e minha Fé e meus dons que já se encontram em Ti.
Resumindo meu Avô me deixou a Vida!!!
..........................
Aprendí com meu Avô:
As dores,os remorsos entre outros ataques não nos deixam magoados...
O que nos magoam é quando eles veem de alguém que nunca esperamos tal atitude.
Pensem Nisso.
Boa Noite
Walleykum Assalamum...
Fernando Carim
Poeta Muçulmano
Paz e Misericórdia de Deus...
Em nome de Deus!
Há algo em minha mente, em minha mente
Eu simplesmente não consigo acertar, não consigo acertar
Não vai embora, não vai embora
Mesmo que eu tente ignorar
Eu só quero paz de espírito, quero paz de espírito
Sinto vontade de desmoronar vez após vez
E continua voltando, sempre voltando
Toda a minha vida duvidar foi uma parte de mim
Dia e noite luto contra minhas inseguranças
Perguntando: "Por quê?" "Porque sou eu?" "Quem sou eu?"
Eu só quero um pouco de paz de espírito
Deus, Tu és a paz
E de Tí vem toda a paz
Bendito sejas
Óh Senhor da Majestade e da Generosidade
Óh Deus, preciso da tua paz, preciso da tua paz
Eu ainda acredito que com dificuldades vem a facilidade
Faça esse estresse passar, ir embora
Ir embora, ir embora, sim!
Toda a minha vida eu sei que Tu tens me guiado
Tu és aquele, aquele que conhece meu destino
Eu vou ficar bem, tenho certeza que Tu irá cuidar de mim
Tu sabes o que está dentro de mim
Toda a minha vida eu sei que tens me abençoado
Tu és o único, Aquele que conhece meu destino
Eu vou ficar bem, tenho certeza que Tu irá cuidar de mim
Só Tu sabes o que está dentro de mim!
A verdadeira importância da música, não está em quem canta, ou em quem interpreta, mas sim no impacto que ela causa à alma.
"Não se preocupe em ir para o Leste ou Oeste, para o Norte ou o Sul, para cima ou para baixo, se você não estiver ligado com o seu próximo que está do lado, não chegará a lugar algum!!!"
O que determina seu sucesso são suas atitudes, suas inquietudes, suas virtudes e a forma que lida com as pessoas.
"O conhecimento deve ser reciproco em experiências, compartilhado em vivências, esmiuçado nas singularidades, analisado em contextos histórias, e, amado com sinceridade e verdade, para que dele se construa a verdadeira educação transformadora e pluris social."
Entre passado e futuro, existe o presente, e, o presente não se mostra presente quando queremos que estejam presentes as memórias do presente do pretérito e ao que virá. Assim, o presente que se passou não é mais presente, e, o presente que virá, ainda se tornará presente. Desta forma, lhe deixo um presente: Vamos viver melhorando e ajudando as pessoas. Sejam presentes no presente de cada ser, assim, melhoraremos o nosso presente.
Bom Presente!!!
A derrota ou a vitória determina o seu presente, mas, não o seu futuro. Pois, o futuro é o reflexo do que se aprende e do que se tira de lição do presente!
Para que a inclusão de pessoas com deficiência venha existir de fato, é preciso mudar a consciência e garantir a permanência das pessoas em todos os setores da sociedade. Todos somos capazes de algo, basta criarem metodologias e garantir as oportunidades.
Se acham que eu sou inteligente, não sou!
Se acham que sou sábio, não sou!
Sou apenas um louco que sonha em sonhar com um sonho utópico, onde este sonho não seja sonhado nas mentes de pessoas normais, pois, não sou um ser normal. Eu sou apenas eu, simplesmente eu sou eu, e, sendo eu, sou um ser singular. Por isso, não se espante com minha singularidade!
O Homem Que Até Então Só Tinha Terra Nas Unhas
A partir de agora, será contado uma história de um homem que tinha e guardava em suas memórias os valores da família e a fé em Deus e na Virgem Nossa Senhora. José Fernandes de Queiroz, mais conhecido como “Zé de Lourenço”, de sete meses, inquieto, nasceu sem lamentos no dia 01 de setembro de 1938, sendo mais precisamente em Farias, em uma região onde hoje pertence a cidade de Tenente Ananias, Rio Grande do Norte.
Seu pai Lourenço Moreira de Queiroz, nascido em Farias, era um homem que valorizava o trabalho e buscava sempre honrar seu nome, ao ponto em que a frase que deixava sua marca era “Mais vale um bom nome na praça do que dinheiro na caixa”. Sua Mãe Damiana Fernandes de Queiroz, nascida nos Picos, região de Marcelino Vieira, tinha como uma de suas marcas o amor e o carinho pela família e por seus dez filhos, sendo seis homens e quatro mulheres. Seus pais eram reconhecidos por serem pessoas justas e trabalhadoras.
Zé de Lourenço desde pequeno começou a trabalhar, e como muitos desta Terra e deste lugar, a sua diversão era trabalhar. Contava sempre em suas memórias a disputa divertida que tinha na roça, onde pequeno a enxada era maior que a largura de suas costas, disputava com seus irmãos quem plantava mais rápido e fechava as covas, e, em meio a esses divertimentos, as anedotas faziam parte destes momentos.
Conforme foi crescendo, aprendendo de sua mãe e seu pai o conhecer da fé e dos tempos, rezava muito a Deus, Nossa Senhora e os Santos que tinha como firmamento, pedindo que em seu futuro o seu sonho de ter um pedaço de chão não fosse uma vaga ilusão em meio aos tempos. Como diz a Palavra do Senhor, “Honre seu pai e sua mãe”, e isso Zé de Lourenço guardava em seu coração como uma joia preciosa. Sendo moço e até mesmo como velho, ele honrava seus pais como se eles estivessem de algum modo por perto.
Em 13 de novembro de 1961, aos seus vinte e três anos, casou com Rita Fernandes de Queiroz, aonde teve seis filhos, sendo eles na sequência: Francisco Fernandes Sobrinho (27 de agosto de 1963 e falecido em 18 de julho de 1993), Herodites Fernandes de Queiroz (19 de julho de 1964), Francisco Heroides Fernandes (18 de julho de 1965), Francisca Martir Lassalete Fernandes, (27 de dezembro de 1968), Francisco Marcondes Fernandes (27 de fevereiro de 1972) e Rossival Fernandes de Queiroz (04 de agosto de 1973).
Quando casou, Zé de Lourenço foi morar com sua esposa no terreno de seu sogro no Sítio Timbaúba na cidade de Antônio Martins/RN, ele só tinha terra nas unhas, trabalhava de dia, de noite e de madrugada para dar do seu melhor para sua família. Muitas vezes quando observava que iria faltar algum alimento, pegava sua espingarda e caia para dentro do mato para caçar, e, nunca aceitou vir com as mãos vazias. As vezes em momentos de dificuldade, ou como ele dizia “dificulidade”, ele se ajoelhava e rezava pedindo sabedoria a Deus, pedindo ainda mais que desse a oportunidade de ele ter um chãozinho de terra para plantar e dar o sustento de sua família. Por causa de sua fé, Deus foi lhe honrando.
Como casos peculiares da vida, sua esposa teria a oportunidade de herdar uma terra de seu pai, mas, por seu sogro ser um homem mau, disse que iria deserdar a filha, pois, seu marido deveria fazer suas vontades como se fosse um “capataz”, e, como Zé de Lourenço tinha a convicção de lutar e não se submeter a coisas erradas, isso causava indignação de seu falecido sogro. Mesmo assim, trabalhando arrendado para alguns proprietários de terra, foi possuindo suas pequenas criações e guardando sempre um pouquinho de seus bens para comprar seu primeiro tão sonhado chãozinho de terra.
Depois de quatorze anos lutando com sua esposa, Zé de Lourenço conseguiu possuir seu primeiro pequeno pedacinho de terra no Sítio Favela, donde mesmo com muita dificuldade, comprou esse pedacinho de terra com o objetivo de dar o melhor para sua esposa e seus filhos. Ele valorizava tanto a educação, que mesmo sem ter tido a oportunidade de estudar, criou dentro de sua casa um local para uma professora ensinar seus filhos e as crianças da redondeza a aprender a ler e a fazer as quatro operações da matemática.
Batalhando com mais fé, ele queria ainda prouver um melhor para sua família, e, sem ter sequer um cruzeiro no bolso, em 1979 ele comprou um chão aonde ele viveu a maior parte de sua vida, que foi no Bairro do Camarão na cidade de Serrinha dos Pintos/RN. Conta Zé de Lourenço que quando contou a sua esposa que tinha adquirido um terreno em Serrinha dos Pintos ela disse que: Você é doido Zé, com que você vai pagar esse terreno? Ele disse: Rita, Deus e a Virgem Maria, Nossa Senhora da Conceição e Mártir Francisca irá nos ajudar! Ele teria que pagar o terreno em 1980, com isso, trabalhando com a cabeça (como ele dizia), juntou uns bois e garrotes que tinha, observando a inflação, pagou o terreno. A pessoa que vendeu o terreno ainda quis enganar, mas, mediante a fé de Zé de Lourenço, tudo acabou dando certo.
Sua esposa Rita queria conhecer o terreno, mas, Zé de Lourenço dizia: Rita, você só vai conhecer o terreno quando for para você entrar e morar com os nossos filhos dentro de casa. Assim, em uma tarde chuvosa, chegando já a noitinha, no dia 20 de fevereiro de 1980 entraram em sua casa aonde iriam construir novas memórias e histórias.
Foi na cidade de Serrinha dos Pintos aonde Zé de Lourenço viveu as suas maiores alegrias e tristezas, uma delas foi a morte de seu filho conhecido como “Diogão”. Das alegrias, fez as maiores farinhadas da cidade, viu o casamento de sua única filha, a partida de seus filhos para São Paulo, as conquistas de suas criações e o nascimento de dois de seus netos que viriam a ser seus filhos da velhice, Tamires e Marzinho. Seus netos na sequência de nascimento são Thiago Fernando de Queiroz (11 de abril de 1988), Maria Tamires Fernandes (16 de maio de 1997), Francisco Antonimar Fernandes (20 de dezembro de 1998), Gustavo Miguel de Queiroz (19 de outubro de 2002) e Lais de Oliveira Fernandes (07 de janeiro de 2003).
Zé de Lourenço é conhecido por ser um homem respeitador, um homem que amava muito sua mulher, seus filhos e netos; um homem de muita fé que sempre procurava está nas missas, novenas, Terços dos Homens e em cultos religiosos quando convidado. Outra coisa que ele gostava muito era das “experiências”. Três das experiências que podem ser contadas era quando ele sonhava com abelha italiana e com muito mel, isso significava fartura; quando ele sonhava voando, significava que ele teria batalhas, mas, que ele poderia comprar bichos que iria dar certo; e, outra era os trovões no mês de maio, se fosse somente um trovão, era sinal que o próximo ano o inverno seria desregulado.
Por fim, não podendo parar por aqui, pois, muitas histórias e memórias ainda estarão por vir, principalmente das memórias dos familiares e das pessoas que ouviram os conselhos de Zé de Lourenço enquanto ele estava aqui, principalmente sobre a fé, a esperança, a alegria, a amizade, o respeito e o principal de todos o amor. Esse legado ficará eternamente marcado nas memórias das pessoas que convivia e conviveram com Zé de Lourenço, um homem= que até então só tinha terra nas unhas e acabou construindo um legado, se tornando um Patriarca, o Patriarca José Fernandes de Queiroz de Serrinha dos Pintos/RN.
Serrinha dos Pintos/RN,
22 de fevereiro de 2022.
A verdadeira tecnologia assistiva que garante a inclusão das pessoas com deficiência é aquela advinda das atitudes, das ações, de recursos e de metodologias.
OS QUATRO TIPOS DE PORQUE'S
Por que eu devo usar o "por quê"?
Se o "porquê" vem porque escrevo sobre os "porquês"?
Por que penso em tantos "por quês"?
Será porque tenho tantas dúvidas de tantos "porquês"?
Sendo assim, se eu não entendo o "porquê" dos "porquês",
Deve ser porque ainda penso na existência de um "porquê" que sempre há de vir,
Portanto, compreendo que o "porquê" tem vários "por quês" porque compreendo
Que o "porquê" apenas espera eu fazer uma pergunta.
Por quê?
