Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa

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Somos no sentido mais profundo, responsáveis por nós mesmos. Somos, como colocou Sartre, os autores de nós mesmos. Através do conjunto de nossas escolhas, nossas ações e nossa omissão em agir, acabamos por projetar a nós mesmos. Não podemos evitar essa responsabilidade, essa liberdade. Nas palavras de Sartre "Estamos condenados à liberdade"

Eu nunca mais vou me envolver com alguém de novo. Cansei de quebrar a cara. Essa frase marca o início de um ciclo e o começo desse clichê que a gente repete na tentativa de se proteger na próxima vez. É mais ou menos como um mantra que já prepara o coração para o que vem: segura a surpresa, manda aquela alegria inicial de ter encontrado alguém bacana embora, dá uns tapas na expectativa e te faz prometer para si mesmo que dessa vez vai ser diferente: dessa vez você não vai se envolver.
Essa frieza é característica de quem já sofreu por amor ou por menos que isso. Mas frieza é uma palavra forte, então digamos que seja uma proteção. Essa proteção é a armadura impenetrável de quem foi convocado para a guerra, mas sofre de apatia. É o brigadeiro de panela quente para quem já queimou a língua. Essa proteção é a hesitação de quem não quer repetir um novo ciclo de descasos e esperanças. Ela funciona de forma radical e direta, porque descarta qualquer um antes mesmo dele chegar a algum lugar.
A formação de defesa de pessoas que optaram por “esconder os sentimentos” e viver na desconfiança é pesada. Os que não se declaram solitários por acidente, acabam pode depositar essa postura em outros. Isso porque sempre calha de aparecer alguém que finalmente “valha a pena” para você e essa pessoa vai ser o alvo de todas as suas inseguranças e negações passadas. A frustração de já ter se arrependido, faz com que você manipule as suas vontades e apare as atitudes. Vez ou outra, isso tudo te faz mais amargo, onde o sabor agridoce vai embora e você não percebe que está exagerando. Na sua cabeça, tudo funciona como um teste para o coitado (ou coitada) que tentar algo com você. É que eles estão vivendo a sua síndrome do “Dessa vez vai ser diferente. Eu não vou me envolver.”
Mas existe uma premissa certa nisso tudo: você vai quebrar a cara de novo. Independente da postura que se assuma, você vai passar por alguma frustração. Seja a frustração de estar sozinho, quando não é isso que se quer ou a frustração de finalmente se abrir de novo e se decepcionar. Parece um tanto quanto pessimista, mas é que você encara o “quebrar a cara” como algo negativo. Só que é uma experiência que faz parte de uma vivência maior. Quebrar a cara ensina, e muito, sobre nós mesmos. Ensina sobre padrões de comportamento que nós podemos cometer e erros que dizemos ser dos outros, mas na verdade nos pertencem. Ensina a aprender mais sobre as nossas expectativas e a forma com que lidamos com elas, além de mostrar que pessoas constituem a nossa vida de forma plena e quais podem ser descartadas quando há decepção. Aliás, isso ensina mesmo se foi decepção ou insistência, quando o problema da vez era com a gente. E ensina mais ainda que o ser humano, por mais burro e teimoso que possa ser, ainda possui a capacidade de amar de novo.
Você vai se encantar de novo e se perguntar se dessa vez vai ser diferente, por mais frio ou receoso que seja. Você vai engolir em seco e fingir que nada mudou, mas vai pensar em baixar a guarda. Essa esperança bonita que motiva e que também nos torna um pouco mais bobos e um pouco mais cegos é o que faz com que relacionamentos não sejam apenas relacionamentos. São situações que engrandecem e servem de auto-análise. E elas dizem muito sobre a gente e o nosso modo de ver o mundo. Revela vontades que a gente nem imaginava ter e devolve uma maturidade que vai sendo lapidada ao longo do jogo, com seus ganhos e perdas. E esfrega na nossa cara que a gente vai quebrar a cara de novo e que vai amar de novo. Por mais “evitáveis” que tenhamos nos tornado, ainda somos apaixonantes e apaixonáveis. E essas defesas que a gente cria, com um pouco de persistência e afeto, acabam caindo por terra. E isso pode ser bom ou pode ser ruim. Mas a gente só vai descobrir se der a cara à tapa. Mesmo que isso signifique quebrá-la depois e se apaixonar logo em seguida.

Acredite, nunca senti algo assim e garanto que nunca mais sentirei. Nunca ficarei satisfeito com apenas uma parte de você.

Somos como artistas que expressam suas paixões, medos, sonhos e desejos mais profundos por meio da essência viva de uma misteriosa tela quântica. Entretanto, contrariamente a uma tela convencional de pintura que existe apenas em um lugar em um dado momento, nossa tela é feita da mesma coisa que constitui todas as coisas — está em toda parte e sempre se encontra presente.

Viver com o homem errado pode ser mil vezes mais solitário do que viver sem nenhum...

Se você quer que seus filhos sejam espertos, leia os contos de fadas; se quer que eles sejam mais inteligentes, leia mais contos de fadas. Quando examino a mim mesmo e meus métodos de pensar, chego à conclusão de que o dom da fantasia significava mais para mim do que qualquer talento do pensamento abstrato e positivo.

“Não sou mais tão ingênua, o cavalo branco já não faz parte do meu sonho. Muitos filhos? Pode ser apenas um. Do lugar lindo e “florido” eu não abro mão! E o felizes por toda a eternidade pode ser transformado em “felizes enquanto se amem e, acima de tudo, tenham respeito um pelo outro.”

A inclusão é o aperfeiçoamento básico humano de educar para a construção de um mundo mais sociável.

Mais devastador que um coração de pedra é um coração apedrejado.

Depois que você conhece o amor próprio, fica mais fácil para você entender os outros amores, como o amor ao próximo tipo... não me ama? Próximo!
porque afinal a gente merece ser feliz... a gente merece amar e ser amada!

Poucas coisas me tocam mais profundamente do que ver alguém discriminado e desacreditado vencendo, contrariando as estatísticas e deixando todos os seus críticos de boca aberta. No momento da vitória, uma das únicas coisas que passam pela cabeça, em frações de segundos, é um filme completo com todas as dificuldades superadas, obstáculos vencidos e a certeza de que tudo valeu a pena.Mas também é inevitável lembrar de todos os soldados feridos que ficaram pelo caminho. Gente que lutou, sonhou, mas que em algum momento perdeu a fé, até mesmo em si, e resolveu seguir um plano B. Talvez estes, com um pouquinho mais de perseverança estariam comemorando também. Estatísticas estão aí para serem contrariadas e você veio a este mundo para fazer a diferença e não para ser mais um nessa multidão de desacreditados!

As vezes sinceridade magoa as pessoas, se fui sincero e você se chateou desculpa, mais antes um amigo verdadeiro do que um amigo escondido atrás de uma mentira.

Não existe nada mais triste neste mundo do que um falso amigo desleal.

Se no mundo houvesse mais loucos, haveria menos violência.

Raphael Montes
Jantar secreto. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.

Mais do que ser brisa.
E ondular searas e flores.
Mais do que ser sol.
E inebriar o mundo de mil cores.

Acima do que já houve.
Do de que há e ainda houver.

Está a benção insuperável.
Extasiante e inigualável.
De ser tão somente MULHER!...

Negra beleza que me fascina,
que jeito inocente de chamar a atenção, tentando ser a mais simples
entre todas se destacando na multidão,
mesmo que quisesse,
não passaria despercebida,
Ah, Carolina,
você sem querer já faz parte da minha vida.

Para toda ação, há sempre uma reação e com isso um movimento. Quantos mais ações boas fizermos, mais movimentos do bem teremos.

Tem pessoas que só são amigas na hora em que estão precisando, quando não precisam mais somem, arrumam outros amigos (a) que atendam seus interesses.

Pelo tempo mais escuro, por toda tempestade trevosa, os corpos se unem e dilaceram. Entre piores pesadelos sonhos se entrelaçam. Conjuntos estranhos curam a dor, queimando corpos, onde a neblina impossibilita a visão, deixando cego o animal. Sem dor, sem mudanças, sem coragem. Uma terrível mentira furando órgãos, prendendo-se ao sangue e tomando a vingança. Apavorando-se em seu próprio mundo desesperados por máscaras, transgredindo. Sacrifícios de mortes por beleza.

Quando o Flamengo perdia, eu cantei o mais alto que consegui, até nos segundos finais do jogo quando estávamos com o placar da desclassificação, mas não cantei por esperança, é porque eu amo esse clube mesmo!