Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
Creio que a não violência é infinitamente superior à violência, e que o perdão é bem mais viril que o castigo...
Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.
Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.
É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legal e bárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.
Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.
É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.
Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.
É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.
Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudado ballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.
Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.
Todo mundo quer te amar
Todo mundo vai te amar
Não se importe com nada mais
Todo mundo quer te amar, amor
Todo mundo vai te amar, amor
Você merece ser amada.
É mais fácil ver o que queremos do que enxergar a verdade. Você acha que me conhece, mas não me conhece. Portanto não sabe do que sou capaz. Você me vê como alguém legal que tem todas as respostas. Mas não e nada disso. Posso nem sempre saber o que estou fazendo. Mas sempre tento cada vez fazer melhor. E quando eu cometer um erro porque, vamos convir todo mundo erra. Prometo que vou te pedir ajuda. Não sei fazer isso sozinho. Mas se quiser se arriscar por mim podemos fazer muita coisa juntos. Prometo se acreditar em mim, vou buscar coragem pra realizar todos os seus sonhos. John F. Kennedy disse: a coragem da vida é uma magnífica mistura de triunfo e tragédia. O homem faz o que deve fazer apesar das conseqüências pessoais, apesar dos obstáculos, dos perigos e das pressões. Esse é o fundamento de toda moralidade.
Minha cabeça só pensa aquilo que ela aprendeu... por isso mesmo, eu não confio nela, eu sou mais eu...
Mais uma vez ela voltou pra me assombrar
Ela voltou a sussurrar coisas no meu ouvido
Falou que eu nunca seria boa o suficiente
Me mostrou uma válvula de escape
Um chamado: VEM COMIGO!
Jurei que não te escutaria mais,
Eu estava confiante e em paz
Jurei que conseguiria te olhar na cara
E quando menos percebi...
Meus dedos desciam pela minha garganta
Doce amargo, é o gosto da liberdade
O preço desse corpo que volta pela garganta
Eu o troquei pela minha vitalidade
É você Mia, minha doce tormenta
Namoro não é posse. Namoro é muito mais que isso. Namoro é cumplicidade, é respeito, é confiança, é companheirismo, é carinho, é amizade, é lealdade, é sintonia, é sinceridade. O amor, quando é de verdade, é livre. Claro, o ciúme existe. Quando a gente gosta, a gente cuida, mas esse ciúme não é aquele que sufoca, que prende. O verdadeiro companheirismo sabe respeitar a individualidade do outro. Namoro não é dependência, é complementação.
Acordaaaa Povo de Deus! Hoje é dia de escrever mais um lindo capítulo no livro chamado VIDA! Agradeça a Deus, de todo seu coração pela oportunidade de poder abrir os olhos e contemplar o brilho do sol e o mundo que nos cerca. Diga BOM DIA DEUS,
BOM DIA VIDA, Bom Dia Mundo, Bom Dia Familia, Bom Dia Amigos, Bom Dia Fé, Bom Dia Esperança, Bom Dia Trabalho, Bom Dia facebook... Que seja assim, um dia recheado de alegrias, entusiasmo e otimismo e, que a Felicidade se faça presente em todos os pequenos detalhes. Linda Segunda-feira pra você que parou para ler essa mensagem, saiba que o seu dia vai ser muito especial!
Musculação pra mim é muito mais que ganhar e definir músculos é a essência do meu estado emocional e é um estilo de vida que muitos amam e acreditam não poder viver sem os mesmos.
O sofrimento enobrece uns e acanalha outros. Essa escolha é mais urgente do que livrar-se do sofrimento.
A inveja representa muito mais do que cobiçar aquilo que não nos pertence. Ela é um autorretrato tosco daqueles que são incapazes de se satisfazerem consigo mesmos. Num mundo onde tudo se resume a uma competição sem freio e desleal, o gostoso é se sentir leve por tudo que não se tem e que, na verdade, não faz falta nenhuma.
O que mais se preocupava.
O autor Leo Buscaglia foi certa vez convidado a ser jurado de um concurso numa escola, cujo tema era: "a criança que mais se preocupa com os outros".
O vencedor foi um menino cujo vizinho - um senhor de mais de oitenta anos - acabara de ficar viúvo. Ao notar o velhinho no seu quintal, em lágrimas, o garoto pulou a cerca, sentou-se no seu colo e ali ficou por muito tempo.
Quando voltou para casa, a mãe lhe perguntou o que dissera ao pobre homem.
- Nada - disse o menino. - Ele tinha perdido a sua mulher, e isso deve ter doído muito. Eu fui apenas ajudá-lo a Chorar.
(Livro Histórias para pais filhos e netos)
Eu não quero mais sofrer, prefiro me afastar.
Senhor, me dê apenas forças, às vezes não consigo enxergar o que vai me machucar.
Me perdoe, pois às vezes erro sem querer,
mas sei que és um Deus que podes me refazer.
Refaça-me, Senhor.
Tente perceber que está tudo dentro de si mesmo e que ninguém mais pode fazer você mudar.
Ah se eu pudesse voltar atrás, juro,
eu viveria cada dia.
Mas tão fraco já não posso mais
recuperar os anos que deixei pra trás.
Andaria na chuva,
pularia no mar
e te diria tudo que deixei de falar...
não mais...não mais...não mais...
[...]
Mais importante que seguir em frente é saber deixar pra trás! A vida as vezes te escolhe uns números menores, que não te cabe, não te completa, não te pertence. E você tenta e tenta de todas as formas caber mais todas as tentativas são inúteis.
Então você sofre por isso, sofre por querer um número que não é o seu, ao invés de procurar um que entre sem esforço, sem trauma. Te completando e te deixando mais linda, mais plena.
É preciso saber a hora de deixar pra trás tudo que não te acrescenta. É necessário saber que 1-1 sempre será ZERO! zero amor, zero interesse, zero reciprocidade e quando um não ama, não adianta o outro amar por dois! É preciso deixar pra trás antes de tentar seguir em frente pra não levar na mala o que não te servirá la na frente quando você encontrar alguém do seu número!
