Quanto mais me Conheco Fernando Pessoa
E quando a natureza se calar no entardecer,
O grito soará retumbante de um coração amante.
Clamores e quimeras que outrora se perderam
no ardor de um simples beijo.
... relampejos.!
Orações e devaneios em busca de equilíbrio sobre a linha do desejo.
Vida sagaz. Incrédulo passado. Futuro obscuro.
Em cada olhar, a eternidade.
Em cada olhar; (eu) vivificado.
Em cada olhar um martírio cortando minha alma.
Lágrimas
Lágrimas da vida que me agride...
Lágrimas do amor que já não vivo...
Lágrimas da dor que agora sinto...
Lágrimas do poeta que me invade...
Lágrimas, apenas...
sou doutras coisas
Sou doutras coisas
fiz o meu barco com guitarras e com folhas
e com o vento fiz a vela que me leva
sou pescador de coisas belas, de emoções
sou a maré que sempre sobe e não sossega
A disseminação de religiões a cerca de algo único e propriamente dito, causa a destruição da humanidade; com direito a preconceitos retrógrados, conhecimentos vazios e fundamentos abstratos.
Uma folha que seca, mesmo que morra ainda vaga ao vento. Um corpo sem vida mesmo na morte, ainda vive a alma.
Tem pinta de poeta
Escreve qualquer coisa e desestressa
Desliza sua caneta como se entalhasse uma pedra
E muitas vezes não tem pressa
Faz seu tempo, faz tempo
É seu, porque ninguém mais pode ocupá-lo
Poderia ser cantor, escritor, dramaturgo
Professor que fizesse de tudo
Ou até poeta
Pena que a sorte não te deu esta vida
Mal sabe ele que poesia tem regras só nos livros
E ele nunca pega em um
Entao suas regras mesmo cria
E quem conta com a sorte
Está numa roleta, russa
Que não te leva ao norte
Como uma bússola
Sua vida, assim como esta folha
Tem espaço pra ser escrita
Talvez ela se rasgue com tantos erros
Mas a procura das perguntas
É sua melhor resposta
Na ponta da língua
Na ponta do lápis
Quem nunca errou assim
Que atire a primeira, segunda
Terceira linha deste verso
Que é o inverso das versões anteriores.
Tentar ensinar algo a alguém que está disposto a não entender, é como aplicar remédios em uma pessoa morta...by.fmayoral
Não é o erro que me assusta. O meu temor consiste em deixar de acertar.
Quem não arrisca, não erra, mas perde a oportunidade do possível acerto e da espontaneidade.
Havia uma pedra no caminho. Mas não era uma pedra ao pé da letra da palavra, e sim, você. Você era a pedra no meu caminho. Me impossibilitando de seguir em frente sem me machucar, logo, me vi em uma estrada sem nexo, pois por onde eu tentava ir, a pedra estava lá. Certo dia tentei salta-la mas caí em cima da mesma e me machuquei mais ainda. No outro dia aprendi que deveria carregar aquela pedra para onde eu fosse, então levei você comigo eternamente.
