Quantas vezes você
Quantas vezes me dizeram que eu era corajosa.
Mais o que não entenderam, era que a vida não me permitiu ter medo.
Simone Vercosa.
Quantas e quantas vezes eu quis fugir de mim.. esquecer, apagar , deletar .. tantas coisas , tantos sonhos , pensamentos ,tanto amor que te dei ..que senti .. tem dias que sufocam ..que machucam ..que doem mais .. tem dias que a saudade aperta tanto que queima por dentro feito fogo .. eu fico sem chão, eu fico sem ar, eu fico sem fôlego..eu canso , desisto de lutar.. tem dias assim que sou fraca mesmo .. choro , choro até cansar , até pegar no sono .. vc me ensinou a te amar ... mas o problema não foi esse não.. vc me fez acostumar com vc.. amar vc ..vc só se esqueceu de uma coisa .. de me ensinar a te esquecer..
Quantas vezes nos diminuímos tanto para caber na vida de alguém ... Nos doamos tanto, nos damos tanto pra transbordar e morremos afogados no ego enorme do outro....
Que mundo é esse que as pessoas sentem prazer em fazer quem as amam sofrer... Tantas vezes engolimos o choro, tentamos não sair dessa loucura chamada amor machucadas...porque não somos meros brinquedos mas somos tratados como se fossemos...
Eu só queria a calmaria de um amor sincero e de uma vida tranquila ao lado de alguém que me amasse e respeitasse como eu mereço! Sendo a pessoa mais especial do mundo... Mas eu não sou e nunca vou ser ... Porque pessoas são frias, calculistas e vazias quando sabem o quanto nós amamos ... E saber disso dói ...
Quantas vezes perdemos nossos sonhos imaginando que nada é como pensamos,incrivelmente as pessoas te faz entender que sonhar é como ver uma roupa de grife na vitrine e saber que jamais você a terá ,os limites interiores são como pesadelos de quem quer conquistar seus objetivos mas a insegurança de acreditar em si acaba fragilizada por palavras que saem como águas correntes da boca de fracos,ou talvez tudo seja do próprio interior de quem fantasia personalidades dentro de si, é como quem sofre de bipolaridade e nunca consegue a compreensão dos que o rodeiam,compreender vai muito mais além de entender o que o outro quer dizer,é saber que ali naquele corpo habita alguém que precisa ser reconhecido por si mesmo,precisa ser autoconfiante e por fim acreditar que sonhar é de graça.
"O sucesso de verdade não se mede em cifras, mas em quantas almas você inspirou e quantas vidas você transformou."
Quantas vezes desistimos antes mesmo de tentar? Quantas oportunidades deixamos escapar porque o medo nos convenceu de que o fracasso era certo?
Uma amiga me disse: "E se der errado?"
Eu respondi: Se der errado, você tenta de novo. E se errar de novo, aprende com isso. Mas o medo de falhar não pode ser maior do que a vontade de vencer.
Ela hesitou: Tenho medo de que não dê certo.
Foi então que percebi: ela desejava muito aquilo, mas não estava realmente pronta.
Então eu disse: O fato de querer algo não significa que você deve tê-lo agora. Você está insegura com uma resposta que ainda nem existe. O mínimo que deve fazer pelos seus sonhos é acreditar que pode! Caso contrário, quando chegar lá, não estará preparada para sustentar o que tanto desejou.
O medo faz parte do caminho, mas acreditar em si mesma é a base para alcançar qualquer meta. O sucesso não vem apenas da tentativa, mas da disposição de crescer emocionalmente e amadurecer a cada obstáculo.
Se você realmente quer algo, precisa confiar em si antes de esperar que o mundo confie em você.
Às vezes, não é sobre fulano, beltrano e sicrano, mas sim sobre você. Quantas vezes culpou outra pessoa sendo que a responsabilidade era exclusivamente sua?
Pois é, as nossas fraquezas, falhas ou erros não podem ser atribuídos a outrem!
Quantas situações passamos em nossas vidas...
O que seria o verdadeiro sentido do amor...
Passamos todos os dias a questionar...
Onde estará este amor puro capaz de fazer nossa mente vibrar...
Em apenas uma fração de segundos podemos estar perto de algo grandioso...
Seja por um telefone ou pedido de Moto Taxi...
Nos lugares mais inusitados ele estará a lhe esperar...
Para juntos reconstruir suas convicções e seus valores que a muito tempo pareciam perdidos.
Um amor capaz de deduzir os pensamentos mais profundos e trazer a superfície as respostas necessárias.
Uma parceria sem perder o individualismo e as cresças, mas um amor capaz de acrescentar no caldeirão aceso o ingrediente da felicidade.
Um amor que nos momentos de seriedade fará você sorrir nas horas sombrias de medo.
Um amor que transforma a insegurança em segurança, uma magia que perdure eras a fim de se encontrar e contemplar a vida.
Um amor inocente sem medos ou traumas, um amor como o perfume das flores no campo.
Um amor que não é somente palavras e sim atitudes do dia a dia.
Amor que não tem somente doação de um indivíduo, mas das almas em sintonia celebrando a experiência de viver a dualidade do destino.
Ter um amor digo de um conto de fadas ou novela, sim todos tem o direto de ser felizes no caos da vida do dia a dia.
Ter o equilíbrio de completar o eixo da vida.
Eu sou Yin em busca da outra parte Yang que poderá estar em qualquer lugar, mas sei que ele está neste instante a me escutar.
SOBRE A PAZ
"Para quantas pessoas
você fala por dia? Ensine-as
algo proveitoso, incentive-as
à paz e ao respeito mútuo.
O mundo precisa de pacificadores,
já temos muitas guerras inúteis."
O maior erro humano reside na conclusão.
Quantas teses já perderam sua validade e importância? Mas no campo das relações humanas isso é mais notório. Erramos quando concluímos um assunto, um julgamento sobre outro. Somos falhos, quando afirmamos saber algo fora de nós, o ponto de vista é uma ilusão, um vago parecer sobre o que observamos.
Não importa quantas vezes caiamos
Sempre há a chance de recomeçar
O medo pode nos paralisar
Mas é a coragem que nos faz avançar
E quando pensamos que tudo está perdido
Uma mão se estende para nos levantar
Os amigos nos ajudam a encontrar sentido
E nos mostram como é possível sonhar
Assim, mesmo que a vida seja dura
E o caminho se mostre tortuoso
Ainda há motivos para sorrir
E acreditar no nosso próprio valor
Pois cada um de nós tem uma luz
Um brilho que é só nosso e de mais ninguém
E quando nos permitimos ser quem somos
Descobrimos a alegria de ser alguém
Se eu morresse hoje
Se eu morresse hoje,
quem sentiria?
Quantas almas em desalinho
carregariam meu nome no peito,
como um grito surdo,
uma ausência que não se explica?
Minha mãe choraria,
seus olhos rasgando o véu do tempo,
e em sua dor caberia
não só o filho,
mas os ecos de todas as suas perdas.
Minhas mãos deixariam de segurar
os pequenos dedos dos meus filhos,
que talvez crescessem perguntando
como se vive com o buraco no abraço do pai.
Se eu morresse hoje,
minha mulher carregaria o peso
de um vazio que o amor não preenche,
e as noites seriam mais longas,
não por falta de sono,
mas pela ausência de risos,
pelos silêncios maiores que o quarto.
Dois ou três amigos,
aqueles que chamam pelo meu nome
com um afeto que só eles sabem pronunciar,
levantar-se-iam mais devagar no dia seguinte,
com o peso de uma saudade
que não cabe no copo ou na música.
E o mundo?
O mundo seguiria intacto,
como segue após a queda de uma folha,
após o último canto de um pássaro na mata.
O mundo não saberia que perdi,
nem que vivi,
porque a dor de uma ausência
só ecoa nos corações que a carregam.
Mas, e eu?
Se eu morresse hoje,
quem seguraria minha própria dor?
A dor de saber que deixei frases inacabadas,
poemas interrompidos,
canções sem acordes finais.
O projeto de uma vida,
essa frase tortuosa e infinita,
sem ponto final,
mas com uma interrupção brusca.
Se eu morresse hoje,
seria um adeus aos livros que não li,
às manhãs que não vi nascer,
aos ventos que não senti na pele.
Seria um adeus ao riso do meu filho,
ao jeito que minha mãe fala meu nome,
à canção favorita da minha mulher,
ao brilho dos olhos de um amigo
quando se lembra de algo bom.
E seria um adeus a mim mesmo,
a esse sonho confuso de ser,
de entender o que nunca se explica,
de existir entre tantas quedas,
tantas fugas,
tantas tentativas de encontrar
a linha que une o começo ao fim.
Se eu morresse hoje,
não seria só morte;
seria o vazio do que não foi dito,
do que não foi sentido,
do que não foi entregue.
E, na última respiração,
talvez eu entendesse:
viver é sempre escrever,
mesmo sem saber o final.
Pedras de Silêncio
Quantas pedras no caminho,
silêncio de granito a bloquear os passos,
abismos do não dito,
vácuo entre as palavras,
o incômodo que reverbera na ausência,
pausa que pesa mais que o grito.
São pedras que travam a jornada,
despertam o torpor,
adormecem a razão e o afeto,
e nesse deserto sem verbo,
brotam vermes na casa, na alma,
no corpo, na mente, na relação,
consumindo o que não foi pronunciado.
Quando a comunicação se cala,
o verbo, exilado,
deixa órfãos os sentidos,
e o silêncio se torna cárcere,
sepultura do diálogo.
Mas quem haverá de quebrar as pedras?
Que mão será martelo
e trará do eco do silêncio
uma palavra nova, inteira,
capaz de reconstruir o espaço vazio,
onde a pausa se transforma
em ponte,
e o verbo renasce,
vivo e perfeito?
Amizade e seus interesses
Conhecemos muitas pessoas ao longo da vida, e são incontáveis quantas vezes fomos chamados de amigo por alguém.Mas por várias vezes somos frustrados, porque na verdade não há amizade e sim interesses, oportunismo para extrair tudo que é relevante e de seus interesses. Com sua lábia e malícia sempre procuram nós agradar com palavras boas ,nos chamam de amigo mas no fundo soar como engano, falsidade. Nos classificam como "amigo" para manter uma política de boa vizinhança, entende?! Para ganhar confiança, porque é uma forma que na maioria da vezes funcionam e acabamos abrindo as portas para futuras intenções... Ao frequentar um restaurante muitos chamam até o garçom de “amigooo!” pra conseguir a atenção dele...Para obter ajuda na hora da precisão. Muitos tem chamado alguém de amigo, e quando não precisam mais, quando fonte se esgota, eles se espalham como vento, por fim vemos e entendemos , que amigos são raridades e quando encontramos devemos preservar, porque amizade verdadeira é mais valiosa que ouro.
Por fim sabemos que amigo de verdade é Jesus!!!
Quantas horas são investidas no bem-estar daqueles que vivem andando famintos, abandonados e miseráveis pela sociedade? Poucas, em relação ao tempo perdido daqueles que produzem a própria felicidade, sendo ricos apenas na etiqueta social; porém, no coração são pobres espirituais.
