Quando se Perde um Amor
Sufoco
Quando nunca tivemos algo
E temos medo de perder
Podemos estar agindo errado
Ao pensar, mas nada fazer
A ausência é também ação
Atrasando os fatos e fotos
Será que revelaremos ou não?
A quem nós somos devotos
Os velhos tempos se foram
Para sempre, sem discussão
Tudo se vai... uns a mais
Na inexistência de opção
Que cultivemos bons amigos
Sejam eles poucos, loucos
Mas que tenhamos um amor
Único e onipresente sufoco.
Por mais que homens continuem a dizer que homem que é homem não chora, é quando se perde a oportunidade de se viver um grande amor é que essa frase não tem sentido nenhum.
Sabe aquele sentimento quando você só percebe que ama alguém depois que perde? Então... eu também sei... :/
Só me perde quem quer, logo eu dona de uma tremenda teimosia? Teimo em ficar quando deveria ir, teimo em ir quando deveria ficar. Mas afinal tamanha teimosia me levará onde?
Jucivania Santos
Só saberemos nosso valor quando perdermos nossa utilidade. Ninguém precisa de colete salva-vidas quando está em terra firme. Será guardado e cuidado se tem valor, senão, será deixado assim que conseguir sair do mar.
Três batidas no meu vidro
Quando vi, era um bandido
Falou: “Perdeu”; eu disse: “Eu perdi mesmo,
Mas foi o grande amor da minha vida”
"Quando celebramos a desgraça do nosso próximo, é por que já perdemos nosso coração há muito tempo".
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Quando você perde.
Eu queria entender; entender como a vida passa e as coisas as vezes parece estar fora do controle, quando na verdade acredito que existe uma historia para cada ser, com COMEÇO, MEIO e FIM.
Então em meio ao nada eu me pego pensando:
No sorriso de vocês que vejo no brilho do sol.
Nas nuvens aqueles abraços que acolhia com carinho.
Eu penso tanto em cada dia que estivemos juntos(as), naquelas corridas no meio do milharal, na bola que dias de chuva jogava na área, ou de gol à gol na grama, me pego vendo eu brigando porque queria joga no vídeo game corrida de moto e você querendo zerar algum outro, HEY lembro dos dias de chuva e todos nós na sala ouvindo aquela pessoa maravilhosa tocando e nós cantando, penso e fico feliz quando vocês me chamavam de irmã branca, porque sempre fomos mais que primos, penso também nas vezes que você me contava seus segredinhos e nas vezes que eu precisei e você disse relaxa o mundo mudou e você tem que ser o que é e todos vão te amar, eu vou estar sempre do seu lado.
Eu vejo aquele sorriso enorme e feliz.
Eu me lembro das vezes que a você dizia eu estou do seu lado, e ainda falava calma vai da certo, eu estou aqui, ou quando chegava para mostrar uma roupa nova.
Estou com SAUDADE !!!
SAUDADE de correr
SAUDADE de dar risada
SAUDADE do cuidado que tinha comigo
SAUDADE das nossas conversas
SAUDADE é a única palavra que define o que até hoje eu não entendo.
Só me resta essa melancolia e as forças para escrever um pouquinho e me sentir perto de você, assim como quando eu me ajoelho diante de Deus e converso com ele.
LEMBRANÇAS, MEMÓRIAS....(B-G)
Quando bate a carência
A sua vontade bate na minha porta
Coração se irritou, perdeu a paciência
Seu quase amor pode dar meia-volta
E das duas uma
Ou você me assume ou fica com a saudade
E paga pra ver
Me ver com outra vai ser choque de realidade
não quero nem um dia pensar em te perde, desde quando eu te conheci não consigo te esquecer, foi tão natural um encanto verdadeiro, brisava só de ver você mexendo no cabelo.
Ela se perdeu
Ele a encontrou
Entrou com ela e lá ficou
O tempo que foi necessário
Quando percebeu
Ele a puxou, ela subiu.
Ficou sem fôlego,
Mas aprende a respirar.
Está sem bomba!
Respira sozinha!
Anda só, sem muletas.
Ele diz que ela é forte, mas não era.
Uma fraca fingindo força.
Esteve entre a vida e a morte.
Acordou com ele
Cuidando como mãe
Ensinando como pai.
Aprendeu o amor.
Embora imperfeitos
Ficaram felizes
Senão para sempre, por muitas vezes!
Quando minha boca se perder
e a sua me achar,
entra a lua e as estrelas,
vamos nos amar!
Sergio Fornasari
“Quando meus olhos se perdem no infinito, encontro-me finalmente sereno em mim. Torno-me fielmente eu na minha própria verdade”.
Quando você finalmente se dá conta do quanto já perdeu de saúde (física e emocional), apenas por alimentar aquela ideia fixa de que precisava, a qualquer custo, encontrar alguém que aceitasse a árdua missão de lhe fazer feliz, muita água terá passado por baixo da ponte.
Só que esta missão – acredite – é única e exclusivamente nossa! Com o outro a gente soma. E partilha.
Mas até que a gente se dê conta do erro que foi cometido, já teremos nos aventurado por diversos relacionamentos desde o início fadados à frustração, devido ao simples equívoco na elaboração da meta. O que por sua vez poderá acabar por definhar aquela nossa, por vezes, já tão frágil autoestima.
Enquanto isso o tempo vai passando, novas oportunidades vão surgindo e a gente vai continuar arriscando tudo o que (ainda) tem, na esperança de que desta vez dê certo. Porque a gente merece ser feliz. E a gente já não vê a hora. Mas a cada nova frustração, sentimos que perdemos bem mais do que tempo com alguém que não se fez merecedor da nossa estadia na sua vida. Perdemos também um pouco da fé na possibilidade de um dia sermos felizes como sempre sonhamos.
Entretanto, em algum momento da vida a gente resolve mudar. Porque a gente também se cansa. E nessa hora fazemos uma análise da nossa postura frente à realidade que nos circunda.
A partir de então intuímos que não era exatamente o outro quem sempre falhara na missão. Fomos nós que entramos em campo com a estratégia errada.
E é justamente neste momento de elevação da consciência, que algumas pessoas concluirão que não faz sentido reconhecer a felicidade nas suas vidas, exclusivamente por ação dos outros. É aí que, tal qual pai e mãe que se esforçam pelo seu filho, porque vendo-o se desenvolver bem, eles ficam bem, também, elas se convencem de que fazer alguém feliz não tem preço. Pois a alegria de um, reverberará na vida do outro.
Pois eu não acredito que o amor se dê por geração espontânea. Ele se origina e desenvolve em etapas. É preciso atravessar as fronteiras das descobertas e das decepções. Caminhar pelo vale do silêncio, compreendo a dispensa dos excessos malditos e mal ditos. Dosar paciência para realinhar os acordes. Partilhar o perdão. Assumir construções e reconstruções extremamente fundamentais para o amadurecimento tanto pessoal quanto coletivo.
Então, quando chegarmos em tal nível de consciência, passaremos a dedicar toda a nossa energia no propósito de sermos, um para um outro e mais do que nunca, um local firme o suficiente onde ele(a) possa desabar sempre que preciso. Pois felizmente teremos compreendido que o lar também pode ser uma pessoa. E nós vamos querer ser este porto-seguro.
E ali ele(a) saberá que o(a) professor(a), carteiro(a), doutor(a), entregador(a) e etc, ficou da porta pra fora. Ali dentro ele(a) será apenas – e não menos importante – o João, a Maria, o José, a Camila, o Fernando... sem aquela tão pesada e desnecessária sensação de que precisa corresponder ás expectativas lançadas pelo mundo.
Porque ele(a) sempre saberá que dentro daquele curto espaço entre o peito e os braços, tudo ficará bem. Porque um pode contar com o outro. Pois estarão em casa. A salvo. Amém.
