Quando Morremos Sorrimos
Tudo é absolutamente certo quando é inerente do ser, quando não é, simplesmente vontade nas necessidades, tocando o que somente você podes fazer.
Na infância, quando navegamos, traçamos os alicerces daquilo que necessitamos, serviço em favor do projeto divino nesse planeta, a lembrança é fator necessário e primordial no progresso arquitetônico, que chega na forma e com movimento harmonioso, a incidência dos desajustes são causadas pela repressão condicionada, principalmente na educação (atual).
Tais desajustes modificam a experiência e propósitos da expressão daquilo que verdadeiramente somos, com isso, se implanta o surgimento do caos com todas suas interferências, atingindo o bem estar interno, de um (para) o todo, propagando desajustes em todas os setores da sociedade, incluindo a natureza.
Somos mais e passarinhos, quando voamos pra longe dos mexeriqueiros, mulher olha é diz, te ajudo mas, àquilo primeiro.
Quando o motivo de seu sofrimento for renovado, darás risadas e saberás o valor da sabedoria de seu juízo, quem não te valoriza com certezas pra compreender, perde por hora o viço, isso também passa é o Sol a serviço.
Quando em formas se desiste hó perdão, se ès misericórdia, contém necessárias (aceitação), leve tempo clareando confusão, o que continhas era simples obrigação.
Te procuram e quando te encontram viram olhos e, outras alegrias, por ti sem espanto, sem esforço ultrapassa as esferas dos cantos, isso à renovação de vontades da realização ao encanto, graça formosa realização lunar.
Quando vejo vossas faces vivas em outras fases, revelo-te os sonhos dos tantras capacitais, em óticas multidimensionais de paz, morada dos corações de vais.
O chipe ou larva de identificação é desnecessário quando sabemos nossas responsabilidades com a vida, quando cuidamos com carinho do todo, aniquilamos dores em dorsos.
Sem erros e cem focos; tudo se completa naquilo que é do tempo; quando escreves e desenhos sendo são, nascentes de caprichos, caminhos dos sonhados ainda não realizados, aventurança dos templos um dia codificados, saúde nos preparados.
Os espinhos viram flores quando vossas mãos escrevem belos poemas e doces canções, vossas bençãos faladas são vestes encantadas que iluminam milhares de caminhadas, sua coragem é degrau de materialização purificando vontades, teu silêncio é grande bem e teus sonidos não fazem mal a ninguém.
Quando todos queremos a mesma situa ação, é beli do algo em comum, assim que desconquistamos a falcatrua da ilusão.
