Quando Morremos Sorrimos
O pecado mortal, sem indulgencia, só ocorre quando em ação por vingança ou despeito, praticamos o mal com toda consciente intenção infeliz de faze lo.
Nossos melhores sonhos, transformam em realidade quando percebemos que são compostos por momentos forte de nossa origem.
A transgressão é aceita na modernidade, quando não sacrifica nossa liberdade, humanidade e a mínima qualidade de vida.
Quando se vive na luz, não existe a solidão. Existe sim a boa conversa intima, a reflexão e a melhor companhia de si mesmo.
Nunca consegui saber por que os relógios mais caros, quando fotografados aparecem sempre com o horário de dez e onze.
A boa obra de arte não tem preço, ela é muito mais energia do que valor e quando consegue resinificar vidas deixa de temporal e fica na eternidade.
A única vingança justa de um prisioneiro e condenado, quando em liberdade é por meio de processos injurio, cercear a liberdade de todos que no passado próximo, lhe foram opressores.
A arte e a cultura como manifestação publica politica e social do povo é justo mas quando passa a ser ferramenta politica de um só partido é um desastre.
Quando mais se complica a religião... a fé passa a ser um convite muito especial e privilegiado aos eleitos ingênuos e analfabetos... e em tempos de internet onde a cultura doutrinaria é mentirosa e instantânea qualquer operário braçal é o verdadeiro sábio sem estudos, quando não é a própria encarnação da figura apocalíptica messiânica da salvação.
Fácil ser bom, amável e indiferente ao sistema, quando não se luta diariamente pelo "pão nosso" de cada dia em uma sociedade injusta, desiquilibrada, exclusiva e violenta.
Me alertavam antigos velhos mestres, que quando uma serie de pessoas boas morrem, é por que está havendo uma grande batalha dimensional entre o bem e o mal, um confronto vibracional entre as trevas e as luzes no astral, o bem celestial antevendo segue sublimando possíveis fortes catástrofes para toda humanidade diante da força avassaladora do fogo e do caos.
A paternidade, o amor, o carinho e cuidado quando se é o pai biológico de um ser, é muito bonito, louvável e responsável... mas quando o homem, nunca foi pai biológico de ninguém e assume a paternidade de todas as crianças do mundo, de todas as raças, cores, credos e culturas. Da mesma forma que assume filosoficamente a paternidade por todas as sementes, por todos os filhotes e todos os espíritos infantis em todas as dimensões. Pela atitude se propõe ser um adepto da perpetuação da vida e de certa forma comunga em espirito com o Grande Pai Celestial, na paternidade de todas as coisas.
Os valores espirituais da liberdade, são sempre inegociáveis quando verdadeiros mas a companhia automática, sim, caminhamos entre os diferentes, para temporariamente existir.
Nenhuma palavra por si só quando pronunciada de forma universal cura ou transforma a quem escuta. Assim como nem todos os remédios na mesma composição e dosagem produzem o mesmo efeito em diferentes corpos físicos. A palavra, deve ser personalíssima para cada um, em entonação, colocação, timbre e comunicação gestual para que quando proclamada, possa surtir o efeito desejado em cada situação. A vida é o verbo.
Lá de vez em quando você volta, e bagunça tudo o que estava organizado. Tira do lugar as certezas, abre as janelas da alma, deixa o sol entrar, e pronto! O espaço é todo seu de novo. E depois de ficar ali bem pertinho de mim, de sorrir, perguntar se está tudo bem e contar um pouco sobre seus dias, você se vai, olhando para trás, e deixando claro que assim como meu coração, o seu perdeu o compasso das batidas, e agora, precisará se recompor também. Hoje eu sei, que o tempo, o breve tempo, é a unica imortalidade entre nós dois, pois toda a infinitude de nossos gestos e dias, se passaram, e com eles eu me fui, voce se foi, e o vazio passou-se a existir.
E o grande ópio da vida, seja talvez não mais nem menos que nosso próprio ego. É quando nos tornados fascistas diante da verdade, hipócritas diante da pobreza, e rebeldes diante da sanidade. Fazer diferente e ir de encontro com o justo e certo, torna-se irreal, num mundo fadado ao imoralismo e hipocrisia. "Tudo" e "todos" assim como o "nós", fora instantaneamente trocado pelo "eu ou meu", e assim como Lúcifer, vivemos o pecado do engrandecimento, a droga é então notável em nós.
