Quando Morremos Sorrimos
De vez em quando, eu posso até sentir falta de amores passados, de promessas quebradas, de amizades perdidas… Mas isso não significa que eu queira algo de volta e tão pouco que eu precisava daquilo pra viver. Afinal, se foi embora, não era essencial.
Quando eu era criança, vc não gostava de mim, mais fui cressendo, e o amor entre agente, foi evoluindo, igual a tecnologia.
Mãos leves disparam seus toques quando todos os olhares se desviam para as nuvens. Parece que vai chover! Pingos se lançam ao chão. Como anjos caídos do firmamento eles se precipitam e nos lavam com a singularidade de um instante. As gotas poderiam atrapalhar o nosso sono, mas a vontade de estar perto supera a força de qualquer temporal.
Manter um coração grato quando tudo nos é contrário não é fácil. Jó experimentou o amargo por ser fiel, mas lavou-se em misericórdia.
Quando você encontrar alguém que também esteja te procurando, toda a tua procura enfim encontrará descanso.
Quando fecho os olhos a unica imagem que vem em minha mente
é de sua face, e começo uma viagem nas lembraças do momentos maravilhosos que você me proporcionou.
...e o amor quando se vai, faz isso mesmo com a gente: esta coisa de nos virar do avesso, de nos roubar a identidade, o pensamento...de não nos deixar voltar pra casa, pra dentro da gente, pra nossa história...Leva de nós tudo, e o pouco que nos resta, nada mais interessa. Quando o amor vai embora a gente fica aos pedaços, estilhaçada, frágil...é quase morrer!
Amiga, eu te confesso: sou dramática, trágica, absurda! Sou tudo isso quando o amor que disse que seria só meu...surta!
Nosso desejo explodia naquela hora exata, quando a precisão do tempo foi jogada pela janela. Senti seu calor, senti a unidade da sua vontade se curvando na umidade do seu alarde. Sucumbi ao gosto pleno de uma vontade não satisfeita, mas despertada pelo desejo de possuir mais um segundo colado em sua face. Sentindo a transposição da sua alma eu pude viajar pelo seu ventre. Sentindo a alucinação da sua calma e fiz meus sentidos dormentes. E entre seu cansaço humilde e sua libido desperta eu mostrei que se faz moradia no quintal da cidade deserta.
Dias (aniversariante)
Quando me olha sinto como se você devorasse pedaços do meu coração.
Você tem uma presença forte magneticamente estranha que me atrai sem perceber ou faz de proposito pois sabe que consegue tal coisa devastadora.
Me faz sentir medo misturado com alegria, perco o folego, minha pressão cai bruscamente.
E meu coração descompassa a cada pedaço que me devora.
Nunca alimente as expectativas. Quando as alimentamos, pensamos só no salto e nos esquecemos que a queda pode ser dolorosa.
Turbilhão
Escuta o final de uma conversa ao telefone, quando se senta ao lado de uma mulher no ônibus:
- Mas olha, Valmir, eu vou ter que desligar. Meu bônus tá acabando e eu ainda tenho que falar com…
Mas deixa a conversa alheia para lá. Mergulha nos sentimentos daquela música que ainda cantarolava desde que saiu de casa. Era de Caetano (sempre), I’ts a long way. Pegou dois ônibus para chegar ao seu destino e, na metade do caminho do segundo, um da linha 500 e alguma coisa, repetia, já cansada:
- “We’re not that strong, my lord, you know we ain’t that strong. I hear my voice among others…”
Mergulha não só nos sentimentos que essa música lhe causa, mas cai de cabeça na sua vida. Dói. Ela sempre dói. Sempre falta alguma coisa, sempre tem algo de errado. Ela, menina. Ela, mulher. Ela tão confusa. Incompreensível até para ela mesma. Dói. Sua cabeça bagunçada. Entorpecida, nada disso lhe vem à tona. Mas assim, pegando dois ônibus de uma vez só e triste com as coisas que não tem controle sobre, pensa em tudo. Sempre se entristece. Sempre acha que tem algo errado. O que seria? O que será? O que é?! As perguntas sempre lhe angustiaram. Mil imagens passam pelos seus olhos abertos que fingem observar as coisas que passam borrando pela janela. Mas não dá tempo de entender nada, ela pede parada, tem que levantar logo porque o ônibus tá lotadíssimo de gente, tá apertado. Desce, anda pela rua de pedras pretas e brancas, observando o anel no dedo do seu pé. Pensa que é melhor deixar para lá… são só coisas da sua cabeça, invenções que ela nunca compreende mesmo. Tem tempo para essas loucuras mínimas - ou máximas -, não. Vai embora, esquece a perturbação momentânea que teve. Já não sabe mais direito o que é sossego. Mas pensa que pode amar, ainda. Quem sabe esteja chegando a hora de novo. Pensa que daqui a dois ou três dias estará meditando e tomando banho de cachoeira. Pronto! Contenta-se com as coisas que lembra, assim, do nada. Mesmo quando são as memórias saudosas da sua breve vida. Conversa com as outras pessoas e brinca, sorri, dança. Passou. Pelo menos por enquanto.
Me pega de jeito,sem medo sem pudores.
Me faça tua, me reinvente me desvende .
quando digo não...estou dizendo me beije logo !
Quando falo que não me importo estou morrendo de saudades de vc
Leia nas entre linhas de minhas loucas e desordenadas palavras aliás leia, meu olhar meus lábios,desvende- me
descubra -me .....
Queime esse fogo que tem pra queimar, não demore me tira logo essa ansiedade,faça valer a pena cada instante, eternize cada momento. me faça perder esse medo de te amar .
- Você me ama?
- Sim...claro que te amo!
- Mas me ama mesmo quando eu estou feia, gorda, descabelada, chata, irritada e sem nenhum senso de humor?
- Sim...te amo ainda assim!
- Então é assim que você me vê? Te odeio!!!
...Mulheres!!!!!
=]
AMOR VERDADEIRO
O amor, quando verdadeiro,
não morre dentro da gente.
O levamos quando partimos.
Ele morre com a gente.
DECEPÇÃO VIRTUAL
É decepcionante quando brincamos com um amigo
e esse amigo leva ao pé da letra, leva a sério.
Amigo de verdade não fica ofendido quando você
o xinga, ele te xinga de volta com coisa pior, ainda
fica rindo de você. Assim a convivência fica doce,
macia, duradoura, de deixar saudades.
É triste saber que a nossa atuação como Pai, é de Paternidade descartável pelos filhos pois quando crescem poucos se impotam com os Pais, então criamos eles para o Mundo e como agradecimento a isso receberemos presentes em nossos aniversários.
só...
