Quando Morremos Sorrimos
Somos um fenômeno
Pode parecer clichê, mas, quando se fala de amor, pensamos na "outra metade" — mas já somos completos. Não existe outra metade, existe o nós: a versão que está presente em nós mesmos e a versão que está distante do nosso íntimo. Talvez esse seja o desafio e o que buscamos como "amor". Porque amar o próximo é fácil; não conhecemos seus medos, suas vulnerabilidades, suas guerras. E, por mais que tenhamos esse conhecimento, não saberíamos, de fato, o impacto que isso tem naquela pessoa.
Mas, quando se trata de amar a nós mesmos, é necessário que seja um amor genuíno, leve e respeitoso. É impressionante tudo o que a vida e as pessoas fizeram durante todos os anos de nossa existência, permitindo que possamos refletir sobre quem fomos no passado e quem somos agora.
Porém, mesmo assim, isso não define quem somos. Então, o que eu quero dizer sobre o amor é: o ideal é que tenhamos o desejo real de amar a nós mesmos, do jeito que somos. Algo que eu sempre digo é que o ser humano é um fenômeno, e você (eu) não é diferente disso. Somos todos um fenômeno único, aprendendo todos os dias como é se amar, até finalmente partilhar desse amor com o resto do mundo.
Não pertencemos
nem mesmo a nós,
quem dirá
ao tempo,
que só se faz presente,
quando estamos
com pressa.
Quando somos crianças
nosso psicológico
nos protege do mundo.
Quando crescemos,
protegemos nosso psicológico
do mundo.
A mediocridade começa quando você passa a aceitar o básico, é quando você simplesmente faz algo sem antes se questionar, é quando você prefere o prazer comprado e fácil ao invés de ter disciplina..
A mediocridade começa quando a única coisa que o homem se importa é o prazer, bebida e som alto..
A mediocridade começa quando você prefere se render a preguiça do que se esforçar contra a maré da superficialidade..
A mediocridade começa quando você se rende a opinião alheia, começa quando você se diminui ou desacelera, só porque pessoas rasas não conseguem compreender o nível da sua evolução..
A mediocridade é permanecer na inércia, sem reação, aceitando viver na superficialidade só porque a disciplina dói, é aceitar viver fraco fisicamente e mentalmente, só porque o esforço requer dedicação..
A felicidade maior é quando vc vence a tristeza que te abate, a alegria refulge como glória eterna.
Coração em dúvida
Quando o peito ainda hesita,
E a mente quer avançar,
Fazer algo é um passo incerto,
Que o coração não quer dar.
O corpo age, mas o sentir,
Fica preso em silêncio e dor,
É um gesto meio torto,
Que revela um medo interior.
Bater no peito, pedir perdão,
Nem sempre é o melhor caminho,
Às vezes o tempo é o mestre,
Que cura o nó no destino.
Aceitar não é só dizer,
É sentir, é se entregar,
E quando o coração não aceita,
É preciso respeitar.
No constrangimento há um espaço,
Para crescer e compreender,
Que nem toda ação apressa,
O que o coração quer viver.
Quando entendermos que a nossa felicidade depende da dos outros, deixaremos o individualismo de lado.
Deus sabe o que se passa com você o tempo todo. Ele está com você, mesmo quando tudo parece perdido. Neste momento, Ele está agindo a seu favor, e tudo o que tiraram de você, pouco a pouco, Ele vai restituir. E a sua vida vai melhorar muito (Código 0705)
Nelson Locatelli, escritor de Foz do Iguaçu
Todos são peças fundamentais no trabalho em equipe! Cada contribuição é valiosa e única. Quando alguém enfrenta dificuldades, a equipe se une para apoiar e encontrar soluções juntos, garantindo que todos sejam bem-sucedidos e o sucesso coletivo seja alcançado.Somos mais fortes do que pensamos e mais capazes do que acreditamos.
“É melhor ter trabalho para fazer do que ficar entediado sem fazer nada. Quando se entrega totalmente ao ócio, o prazer se torna raro.”
Quando o ego é associado a sentimentos de inferioridade ou dependência, pode levar a angústia e problemas emocionais. É fundamental reconhecer o ego como uma parte natural da nossa personalidade e trabalhar para manter um equilíbrio saudável entre a autoestima e a humildade.
Ouvir ativamente é uma habilidade muito importante! Quando ouvimos com atenção e sem julgamentos, podemos entender melhor os outros e responder de forma mais eficaz. Isso pode ajudar a evitar mal-entendidos e a construir relacionamentos mais fortes.
Ó morte que por aí vagas
Quando chegares me fingirei de vivo
Quem sabe distraída eu te escape fugitivo
Já que em vida, morto eu já estava.
