Quando Morre Alguém que Amamos

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"Quem se vai a dor morre junto, mas quem fica a dor é renascida novamente como uma maldição que é lançada a quem está próximo demais"


Marcos Coelho.

A esperança é brasa eterna, chama que resiste à tormenta, brilho que nunca morre no escuro.

A alma morre quando permanece na realidade da realidade pintada pelo o espírito somada no triunfo das estrelas dilaceradas nossas almas se consome em olhar vazio uniforme da cognição autônoma.

“O maior medo do homem é o encontro consigo mesmo; porque nesse encontro morre o personagem, desmorona o ego e nasce a única pergunta que a mente sempre tentou silenciar: quem sou eu quando deixo de fingir que sou quem nunca fui?”

Todo parasita morre quando o hospedeiro desaparece. O filho educado para depender, porém, continua vivo carregando uma fome que ninguém mais consegue alimentar. Pais que poupam os filhos do esforço, das consequências e da responsabilidade não lhes entregam amor; sequestram-lhes a autonomia. Criam adultos que confundem afeto com sustento, direitos com privilégios e maturidade com idade. Quem protege demais não prepara para a vida: prepara para o colapso inevitável quando já não houver quem carregue o peso que nunca os deixou aprender a suportar.

É isso.

Planta sem água morre.
Fruta sem cuidado apodrece antes de amadurecer.
Sentimento sem atenção esfria.
Não existe amor que sobreviva no automático, amizade que se sustente sem conversa, nem família que fique de pé sem presença.
Tudo que é vivo precisa ser regado. Todo dia um pouco.
Um bom dia, um "como você tá?", um tempo junto sem celular. É a água.
O que você não rega, você perde.

Uma das ações mais brutais do tempo
é aceitar que a vida morre.
Que a beleza murcha,
que o sorriso desbota e cai,
que as festas se tornam esquecimento,
que os sonhos viram lembranças,
que o futuro sempre se torna passado
e o que era uma realização agora não existe mais.
E tudo que construímos ao longo da vida
é uma lápide sobre um túmulo onde o corpo se decompõe.


Marcio Melo

O breve é um sussurro que despercebido morre e nasce, mas o tocante é uma explosão que causa atenção até aos que se negam a dar palco.⁠

Uma praça, um sol
Uma força, uma comunicação
Um desalento, uma memória
Que morre e dá vida a outra
Desde que se refaz aos instantes
Que já se passaram
E somem com um céu nublado


Um passo, uma decisão final
Que dos alucinados bebem
Devagar tão febril, as ondas,
Os “desacasos” todas as ideias do mundo
O mundo inteiro em um momento
Tão frio, mas tão fugaz


Uma “descompaixão” descomunal
Desalentada e depreciada
Junta suas faces todo seu tempo perdido
Todo seu tempo restante, todo segundo
Todo dia, sem um minuto a mais
Uma última lembrança, um último momento.

“Seja real, porque quem vive de ilusão é a mentira; morre desenganado quando encontra sua própria realidade.”

A tua vida é um campo de batalha; ou você luta por Deus, ou você morre servindo a quem te odeia.

Quem acumula apenas dinheiro morre rico; quem acumula relevância temporal torna-se o próprio sistema.

Se o seu plano de riqueza termina no dia em que você morre, você não está construindo um império, está apenas administrando um estoque.

" Respeite o ciclo da natureza. Afinal, cada praga morre em sua fase. O momento atual é das pestes. Em breve, o pé da amoreira dará amora."

Respeite o ciclo da natureza
Afinal, praga morre por fase.

"Um Sentimento verdadeiro não morre.
Por decepcionado que fique, por machucado que seja
Pode até esfriar
Ou adormecer
Mas tal como o vento, jamais deixa de soprar:
Um Amor de verdade retém em si a própria essência do Tempo e do Universo
- É imortal, é Infinito
É Eterno..."

A DEMOCRACIA NÃO MORRE APENAS QUANDO UM DITADOR TOMA O PODER. MORRE TAMBÉM QUANDO AS PESSOAS ACEITAM QUE ELE NÃO POSSA MAIS SER QUESTIONADO.

Eu aceito perder uma eleição. Aceito ser governado por alguém que considero despreparado, conviver com decisões que me revoltam e assistir a milhões de brasileiros comemorarem aquilo que considero um erro. Isso faz parte da democracia. A liberdade não me garante a vitória; garante que eu possa continuar lutando por ela.

O que não aceito é perder, junto com uma eleição, o direito de disputar a próxima.

Posso considerar meu candidato ruim e, ainda assim, escolhê-lo por entender que a alternativa representa um risco maior. Não preciso esconder seus defeitos, inventar virtudes ou transformar suas falhas em qualidades para justificar meu voto. A política não exige paixão cega. Exige discernimento.

Incompetência, demagogia, corrupção e irresponsabilidade são defeitos graves, que precisam ser denunciados, investigados e punidos. Mas existe algo ainda mais perigoso: o governante que não aceita limites, despreza as instituições e considera a derrota uma afronta pessoal. Porque um político ruim pode ser substituído. Um sistema que impede sua substituição ameaça a própria liberdade.

Quem aceita governar uma democracia precisa aceitar também a possibilidade de perder o poder. Não importa se acredita ser escolhido por Deus, se multidões o aplaudem ou se considera seus adversários indignos de governar. Nenhuma convicção pessoal, nenhuma popularidade e nenhum culto à personalidade estão acima das regras democráticas.

O presidente não é dono do Brasil. Recebe as chaves de uma casa que pertence ao povo, por um tempo determinado. Quando o mandato termina, deve devolvê-las. Não pode confundir o cargo com propriedade, a vitória com superioridade moral ou o voto com uma autorização para fazer tudo o que deseja.

E há algo que precisa ser dito com toda a clareza: a maioria tem o direito de escolher quem governa, mas não tem o direito de decidir quem merece ser livre, respeitado ou reconhecido em sua dignidade.

Não cabe ao Estado impor uma religião, determinar qual família merece ser considerada família, qual amor é digno de respeito ou negar a alguém o direito de existir com sua própria identidade. Um presidente pode entregar sua vida a Nosso Senhor Jesus Cristo, se essa for sua fé. Mas não pode entregar o Brasil em nome de uma escolha que pertence à sua consciência, e não à consciência de milhões de brasileiros.

A fé de um governante merece respeito. A liberdade de todos os cidadãos também.

É justamente por isso que o presidente não pode ser poderoso a ponto de fazer tudo o que quer. O Congresso, a Justiça, a imprensa livre e a oposição existem para estabelecer limites, fiscalizar, investigar e dizer NÃO quando o poder ultrapassa suas fronteiras. Essas instituições podem falhar, decepcionar e até envergonhar a sociedade. Precisam ser cobradas, corrigidas e aperfeiçoadas. Mas destruí-las porque contrariam o governante é abrir as portas para algo muito pior: o poder sem controle.

Não existe democracia verdadeira quando o governante só respeita as instituições que lhe obedecem.

E, quanto ao candidato em quem votei, não lhe devo submissão. Se vencer, continuarei observando, questionando e denunciando seus erros. Não vou passar quatro anos fazendo malabarismos para defender o indefensável, inventando desculpas para justificar o injustificável ou atacando quem ousar criticar aquele em quem depositei meu voto.

Afinal, que espécie de consciência é essa que reconhece os erros do adversário, mas se torna cega diante dos erros do próprio lado?

É vergonhoso transformar políticos em ídolos e eleitores em soldados de uma guerra na qual os poderosos disputam o comando, enquanto a população briga entre si. O voto não é um contrato de fidelidade. Não é uma declaração de amor. Não é uma procuração em branco.

O político trabalha para o povo. O povo não existe para servir ao político.

Quem vota não se torna devedor de quem foi eleito. É o eleito que assume a obrigação de prestar contas a quem lhe confiou o mandato.

Não tenho compromisso com a vaidade de um governante, com a conveniência de um partido ou com a necessidade de defender uma escolha passada. Tenho compromisso com a verdade, com a liberdade e com o direito de mudar de opinião quando os fatos exigirem.

Porque meu voto pode ter prazo. Minha consciência, não.

Posso perder uma eleição sem perder a dignidade. Posso aceitar uma derrota sem aplaudir aquilo em que não acredito. Posso reconhecer a vitória de quem rejeito sem abrir mão do direito de combatê-lo politicamente.

O que jamais devo aceitar é que alguém transforme a própria vitória em licença para impedir a minha próxima tentativa.

A democracia não exige que eu vença. Exige que eu possa perder sem me tornar prisioneiro de quem venceu.

E, se um dia eu tiver de escolher entre defender o político em quem votei e defender o direito de tirá-lo do poder, não terei dúvidas: ficarei com a democracia.

Porque políticos passam, governos terminam e partidos desaparecem. Mas, quando um povo entrega sua liberdade em troca da ilusão de que seu líder nunca erra, pode descobrir tarde demais que perdeu muito mais do que uma eleição.

Meu voto elege um governante. Não elege um dono. Minha derrota não me tira a liberdade. E a vitória de ninguém lhe dá o direito de roubá-la.

O que é de alma não morre, adormece.

O Caminho da Aceitação


“A esperança é a última que morre”, assim ouvimos desde sempre. Durante minha caminhada, entendi que sonhar é bom, ter esperança também; porém, os acontecimentos estão nas mãos de Deus. Queremos, desejamos, mas se Ele não quer, não adianta sonhar. Nosso destino já está traçado.
Querendo ou não, precisamos aceitar. E é na aceitação que compreendemos que nada nos pertence – nem mesmo nossos desejos.


Aceitar faz parte do nosso crescimento e desenvolvimento. Ao aceitar, percebemos que a vida flui naturalmente, sem magoas nem ressentimentos. Nosso peito vibra, e a alma se torna leve. É nessa leveza que a felicidade habita. É ali que tudo encontra seu curso, e passamos a enxergar aquilo que, há muito tempo, não víamos.


Somos um misto de emoções e sensações. Por isso, é necessário viver em paz, para que aquilo que a vida tem reservado para nós venha ao nosso encontro. A aceitação é o segredo do nosso crescimento e da nossa felicidade.

⁠A gente nasce, vive e morre aprendendo.