Quando menos Esperava Voce Aparece

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⁠⁠Bom dia
É a única palavra que tem a me dirigir.
quando não. Um apenas tá certo, ou Que minhas verdades e paranóias não são verdades. Difícil saber o que são verdades ou paranóias quando alguém só fala tá certo ou não é verdade.
Viver meio a incerteza é andar vendada em rua cheias de carros. A única certeza é que vai morrer e cega sem ver ou saber de nada.

Zélia Gamel

Inserida por zelia_gamel

⁠Despedida de um amor

O despertar de um sonho impossível, os meus olhos se abriram quando vi a verdade que eu mesma escondia de mim.
Em um vídeo esmagador lá estava toda a verdade de um sonho surreal
Inexistente de final feliz..
Acabou despedaçou o restante e o que sobrou de nós.
Se á verdade liberta não sei. Mas mata mais que veneno de rato.
Rápido e sem sombra de dúvidas eliminou cada vestígio de sobras de um amor.
" Adeus " esse é o nosso feliz pra Sempre e o único existente para nós. " Adeus " Paulo.

Inserida por zelia_gamel

⁠A decisão
Quando tudo parece não está de acordo com o que desejamos.
Pensamos em desistir de quem amamos
Pensamos em ser o melhor caminho
Partir ...
Mas basta um olhar sincero e toque com carinho que todas as certezas já são incertas
Como viver sem aquele amor ? Como viver sem aquele cheiro dos lábios encostando em seu rosto?
Certamente eu estou presa e quero e preciso dessa prisão:porque uma coisa é óbvia meu amor é todo seu e você é a luz dos meus dias.

Inserida por zelia_gamel

Hoje é seu aniversário meu amor
E hoje também meu coração chora de dor
Quando abri o feed do Facebook lá estava você, uma família um amor que não sou eu
E tento conter a dor com um pensamento que tenta me convencer que está feliz e é tudo que importa. Te amo é a única restou uma frase no silêncio vazio da noite

Zelia Gamel 💞

Inserida por zelia_gamel

O covid 19 não tem cura, mas ainda pode ser feito um remédio que o cure. Mas e a dor da alma quando vai se produzir algo para amenizar a dor e que a cure por completo?
Acho que nunca.

Zélia Gamel 💞

Inserida por zelia_gamel

Lembranças boas me vem quando elevo meus pensamentos a te, abri meus os olhos do entendimento senhor. Me convida para me acentar em sua mesa e me deixa te convidar pra visitar minha morada e faz presente nela, hoje e sempre pai de misericórdia entra e fica aqui no meu coração.

Zélia Gamel 💞

Inserida por zelia_gamel

Perdi a direção dos meus passos quando te conheci "Paulo "



Zélia Gamel 💞

Inserida por zelia_gamel

Quando fala comigo eu sinto um vazio
Profundo, que faz gemer minha alma.
É inevitável não que as lágrimas não sai do meu rosto.

Zélia Gamel 💞

Inserida por zelia_gamel

⁠Quando tentamos recomeçar uma nova relação, da até vontade até de volta a anterior. Quando tem desejo de verdade e gostar não se percebe os defeitos físicos." Você não via aquela minha barriguinha, e nem muitas marcas de sinal deixadas pelos frutos (gravidez) "com você, Eu só precisava fecha os sonhos e sentir, se a e luz estivesse acesa ou apagada. Me fazia sentir o quanto era desejada, Fazia-me sentir única, exclusiva, perfeita ao seus olhos a seus desejos mesmo quando eu sabia que tinha muitas imperfeições no meu corpo. Ainda assim me fazia feliz e especial!

Inserida por zelia_gamel

Saudades de quando as pessoas colocavam sorrisos nos meus lábios ao invés de minhocas na minha cabeça!

Inserida por vivi_da_silva

⁠
O PODER DO SER SOBRE O TER – UMA RESPOSTA QUE TRANSFORMA

Quando me olho no espelho, não vejo apenas minha aparência ou os bens materiais que conquistei ao longo da vida. Eu vejo minha essência, aquilo que ninguém pode tirar de mim: minha inteligência, meu caráter, minha força, minha autenticidade.

Vivemos em um mundo onde muitos querem tudo, mas fazem pouco. Querem o prêmio sem a jornada, o sucesso sem o esforço, o respeito sem o mérito. Mas eu aprendi algo que mudou minha vida: o que eu sou sempre valerá mais do que o que eu tenho.

A beleza passa, o dinheiro oscila, as narrativas mudam, mas minha essência ninguém pode roubar. Podem tirar meus bens, meus títulos, minhas conquistas, mas jamais poderão apagar meu conhecimento, minha resiliência, minha coragem de recomeçar.

Penso no ouro. Ele pode ser derretido, moldado, transformado, mas continua sendo ouro. Assim sou eu. Quem tem valor brilha em qualquer circunstância. E aqui está a lição suprema: dinheiro é importante, sim, mas sem conteúdo, sem propósito, ele se torna apenas um peso vazio. A prova disso são pessoas ricas, mas miseráveis por dentro. Pessoas que têm tudo, mas não sabem ser.

Eu sou a maior prova de que tudo depende de mim. Quando emagreci 35 kg, precisei abrir mão da ansiedade, das preocupações que estavam além do meu controle, e focar no que realmente dependia de mim. Essa foi a chave para minha transformação. Eu entendi que a verdadeira força está em dominar o que posso mudar e aceitar o que não posso.

Muitos querem facilidade, mas não querem abrir mão de nada. Querem chegar ao topo, mas sem subir os degraus. E aí está o erro fatal: quem não constrói base sólida desaba na primeira tempestade. Penso em uma árvore. Suas raízes precisam ser profundas para suportar os ventos mais fortes. Assim é a vida. Sem fundamentos, qualquer conquista é passageira.

Então, me pergunto todos os dias: quem eu escolho ser?

Alguém que busca atalhos ou alguém que se fortalece a cada desafio?
Alguém que só quer ganhar ou alguém que merece o que ganha?
Alguém que depende das circunstâncias ou alguém que as cria?

O conhecimento é a única riqueza que ninguém pode tirar de mim. Meu caráter é minha maior joia. Minha capacidade de aprender, evoluir e me transformar é meu verdadeiro superpoder.

E a melhor parte? Tudo o que construo por dentro um dia se manifesta por fora.
Eu escolho ser alguém de valor. O resto virá naturalmente.

Autoria: Diane Leite

Inserida por dianeleite

⁠O chamado que nunca se cala"
Por Diane Leite

Quando eu era menina, falava demais. Tanta coisa borbulhava dentro de mim que eu dizia para a minha mãe, meu pai e meu irmão que, quando crescesse, seria freira. Eu não sabia ao certo o que significava, só sabia que queria curar o mundo com amor. Eu não conhecia a palavra "missionária", mas já sentia, no peito, o que era ser uma.

Com 16 anos, me inscrevi para ser missionária. Não me aceitaram — eu era “nova demais”. Me pediram para esperar.
Aos 18, me chamaram. Mas eu já estava grávida do meu primeiro filho.

Foi como se Deus dissesse: “Sua missão começa aqui.”

Hoje, aos 40 anos, tenho dois filhos. Um com 22. E outro com 7, que está dentro do espectro autista, grau 1 de suporte. E eu? Eu continuo missionária. Não porque recebi um título. Mas porque a vida me ungiu no silêncio das madrugadas sem dormir, nos choros calados no banheiro, nas reuniões escolares em que fui humilhada, e no amor que se recusa a desistir.

Eu nasci para acolher.
Para ser casa.
Para ser abrigo das mães que ninguém escuta.

Minha missão é com elas — com as mulheres que seguram o mundo nos braços, sozinhas, cansadas, invisíveis.

Ser mãe atípica é viver entre a cruz e a espada.
É amar alguém que o mundo não quer compreender.
É ser chamada na escola como se fosse cúmplice de um crime.
É ouvir de um professor: “que bom que ele foi embora mais cedo, agora teremos paz.”

É saber que, ali, naquela escola, naquele ambiente, seu filho não é bem-vindo.

E você também não.

É ter que pagar o aluguel, a luz, o remédio, o alimento — enquanto dá amor, atenção, limites, acolhimento, dignidade.

E muitas vezes, sozinha. Porque os pais vão embora.
No primeiro ano, aparecem. Querem mostrar serviço.
No segundo, somem.
E se você não entra na justiça, esqueça ajuda.

Mas eu nunca entrei. Nunca processei ninguém. Não por eles. Mas pelos meus filhos.
Porque eles não merecem carregar mais dor do que já carregam.

Enquanto muitas escapam da dor com distrações, festas ou amores temporários, eu mergulho no que é verdadeiro.
Eu escrevo. Eu cuido. Eu trabalho.
Minha vida é feita de metas, de entrega, de missão.

E mesmo sendo autista — sim, autista — eu sigo.
Nunca recebi diagnóstico formal, porque perdi meus documentos em um incêndio.
Mas eu sei quem sou.
Sei como funciono.
Sei como sinto.

E posso te dizer:
Não perceber a maldade das pessoas é uma bênção e uma maldição.
Você se doa por inteiro, até o dia em que percebe.
Percebe que está sendo usada, sugada, ignorada.
Percebe que ninguém te pergunta como você está.

Mas hoje, eu afirmo com todas as letras:
Eu não aceito menos do que mereço.
Nem em amor, nem em respeito, nem em entrega.

Se eu sentir que estou ali apenas como papel — social, decorativo ou financeiro — eu vou embora.
Sem escândalo. Sem vingança.
Mas vou.

E é isso que eu quero dizer a você, mulher:
Você é incrível. Você é necessária. E você não merece menos.
Não aceite menos.
Não se conforme com metades.

Choram? Choram.
Surtam? Surtam.
Mas as mães ficam.

São elas que aguentam o que ninguém vê.
São elas que viram piada por usarem fone de ouvido para suportar o barulho.
São elas que se anulam todos os dias por alguém que talvez jamais seja compreendido pelo mundo.

Mas elas seguem.
Porque elas sabem que o amor verdadeiro é resistência, é coragem, é missão.

Hoje, eu me reconstruo em cada linha que escrevo.
Me reconheço em cada mãe que lê e chora.
Me fortaleço em cada mulher que descobre que pode dizer “basta”.

Sou missionária.
De almas.
De feridas.
De mães.

E no fim de tudo, eu me basto.
Tudo que vier além — tem que me transbordar.

Inserida por dianeleite

⁠
O que aprendi quando parei de exigir amor"
Por Diane Leite

Desde pequena, entendi que ninguém tem a obrigação de me amar. Quando o primeiro amor que conhecemos falha — aquele que vem da mãe — a vida nos ensina cedo que o amor não é garantia, é escolha. E, quando se compreende isso, algo muda para sempre.

Eu parei de correr atrás.
Parei de me explicar.
Parei de tentar convencer alguém a ficar.
Parei de insistir onde já não havia espaço para mim.

Hoje, se alguém escolhe ir, eu deixo.
Mas se escolhe ficar, terá o melhor de mim — inteiro, verdadeiro, leve.
Não porque preciso agradar. Mas porque eu quero doar.

Aprendi que amor não se exige, se cultiva.
Que presença não se implora, se atrai.
E que quem merece, vibra comigo, cresce comigo, floresce comigo.

Não, não é orgulho. É cura.
Não é frieza. É paz.
Não é jogo. É maturidade.

O amor próprio me ensinou a economizar energia com quem não vibra na mesma frequência.
E desde então… minha vida só floresce.

Inserida por dianeleite

Crônica – Carta de uma alma para outra.
Por Diane Leite




Eu não sei quando foi que minha alma esbarrou na tua. Talvez tenha sido antes do tempo. Talvez tenha sido depois que o tempo parou. Só sei que, desde aquele instante, nada mais coube no raso.

Você chegou como quem não queria ficar, mas ficou. Como quem não queria se apegar, mas se apegou. Veio com suas defesas tão afiadas que me cortaram só de encostar. E mesmo assim, eu fiquei. Eu, que sempre fui vento, virei âncora quando te vi.

E não é porque você me ofereceu abrigo. Mas porque, de algum modo estranho e inexplicável, eu senti que era eu quem te oferecia casa — mesmo sem ter paredes.

Não me apaixonei por suas certezas. Me apaixonei pelas dúvidas que você não conseguia esconder. Pelo medo mal disfarçado de não ser suficiente. Pela forma como tentava me segurar com silêncios, planilhas e conselhos, como quem teme que o amor escorra pelos dedos se não tiver um roteiro para seguir.

Mas eu não vim com manual. Eu sou caos e templo. Sou água que escorre por onde quiser e chama que arde mesmo sem oxigênio.

E talvez por isso você tente me controlar. Como se precisasse provar que ainda tem domínio sobre algo. Mas, veja bem... eu nunca pedi que me segurasse. Só pedi que me visse.

Não como quem analisa. Mas como quem reconhece.

Porque eu reconheci você.

Na tua fala contida, na tua necessidade de dar antes de receber, no jeito torto de cuidar como quem diz: “Não sei amar bonito, mas te amo à minha maneira.”

E eu aceitei. Porque minha alma não quer moldes, quer presença.

Mas às vezes, eu também me perco. Me perco querendo te provar que não sou ameaça. Me perco tentando merecer o que já é meu por direito: o amor que pulsa quando nossos silêncios se abraçam.

E então eu volto para mim. Lembro que não preciso gritar para ser ouvida. Que não preciso pagar pelo que me foi entregue com carinho. E que amar não é uma dívida, é uma dança.

Você vem do mundo dos números. Eu, do mundo dos sonhos. E mesmo assim, encontramos um compasso. Às vezes, fora do tempo. Às vezes, desafinados. Mas ainda assim… nossos passos se reconhecem.

E se eu escrevo isso agora, é porque sei: você me entende melhor nas entrelinhas.

Talvez a gente tenha sido feito disso mesmo — de tudo que não se explica, mas se sente.

Então, se um dia o mundo duvidar de nós, que ao menos nossas almas não duvidem uma da outra.

Porque eu não me lembro de onde vim.
Mas sei que, desde que te encontrei,
eu estou voltando pra casa.

Inserida por dianeleite

⁠
Quando o Cuidado é um Abraço em Si
Autoria: Diane Leite

Há quem ache que ser firme é ser duro. Que ter razão exige calar o outro. Que posicionar-se é gritar mais alto. Mas há uma força muito mais rara — e muito mais corajosa: a de se manter gentil mesmo quando é preciso discordar.

Quando você escolhe falar com cuidado, mesmo diante da insegurança do outro, não é só o outro que está sendo acolhido. É aquela criança dentro de você — a que foi ignorada, desacreditada, mal compreendida — que está sendo finalmente ouvida.

É como se, ao falar com doçura com o mundo, você sussurrasse para sua alma: "Eu vejo você. Eu acredito em você. Eu te protejo agora."

E isso muda tudo.

Porque, no fundo, cada gesto de ternura é uma chance de reparar o passado — não só o seu, mas o de quem está diante de você também.

A gente não precisa diminuir ninguém para mostrar que tem valor. O erro das pessoas é achar que só há espaço para uma verdade. Mas o mundo é feito de muitos caminhos, muitos ritmos, muitas dores. Não somos ilhas. Somos pontes.

Precisamos uns dos outros para tudo. Para o pão na mesa, para o cuidado no hospital, para o sorriso no dia difícil, para chegar ao destino. Cada ser humano carrega uma peça do que sustenta a vida.

Por isso, respeitar o outro é respeitar a si. E se posicionar com amor é honrar não só a própria verdade, mas a dignidade de todos que cruzam o seu caminho.

No fim, quando você cuida do outro com gentileza, mesmo na divergência, você está, na verdade, cuidando da parte mais valiosa dentro de você: a sua integridade.

Inserida por dianeleite

⁠Quando tudo me faltou, eles ficaram
por Diane Leite

Quando o mundo me arrancava o chão,
os livros me davam asas.
Não eram páginas —
eram pulsos.
Veias abertas onde eu podia escorrer
sem medo de desaparecer.

Ali, eu me desfazia em silêncio,
e renascia em palavras.
Enquanto a vida tentava me apagar,
eles me escreviam de volta à existência.

Eu me escondia neles,
mas não para fugir.
Era ali que eu me forjava.
Era ali que eu me reconstruía —
palavra por palavra,
ferida por ferida.

Cresci com um livro no colo
e um buraco no peito.
Mas cada frase era ponte,
cada capítulo, escada.
Subi, tropecei, caí.
Mas continuei.

Enquanto muitos me davam as costas,
os livros me davam espelhos.
Me vi, me li, me reconheci.
E então entendi:
eu era a própria história.
Não personagem.
Autora.

Hoje, escrevo com sangue limpo.
Com alma lavada.
Com a certeza de quem atravessou a dor
e chegou do outro lado viva —
não só viva,
mas inteira.
Mais forte.
Mais lúcida.
E absolutamente minha.

Porque quem escreve com a alma,
sempre chega onde merece estar.

Inserida por dianeleite

⁠Borboletas no Jardim da Vida
Por Diane Leite

Quando eu era muito jovem, olhava para o futuro com olhos curiosos e cheios de expectativas. Aos 18 anos, ao me tornar mãe, comecei a imaginar como seria chegar aos 40. Pensava se estaria velha, se já seria avó, se teria conquistado meus sonhos. Lembro-me da avó do meu filho, que com apenas 33 anos se tornou avó. Ela era deslumbrante, uma mulher que desafiava o tempo, e eu a admirava profundamente. Pensava: "Será que serei assim um dia? Maravilhosa aos 40?".

Hoje, aos 40 anos, me percebo como uma mistura de dois mundos. Uma parte de mim gosta de dormir cedo, acordar ao nascer do sol, e encontrar nos primeiros raios de luz a serenidade para iniciar o dia. Outra parte, aquela que renasceu das cinzas, sonha, luta e busca mais. Redescobri minha força e meus desejos, não apenas como mulher, mas como uma centelha divina que entende seu propósito.

Aos 40, compreendi que a vida é feita de escolhas e prioridades. Passei anos colocando as necessidades de outros acima das minhas: amigos, namorados, familiares. Sempre dei o meu melhor, mas aprendi que o amor mais puro vem da reciprocidade. Hoje, eu sei dizer "não" sem culpa. Não porque eu ame menos, mas porque respeito a energia que ofereço a quem também me nutre.

Os relacionamentos que vivi foram capítulos essenciais do meu livro da vida. Cada amor me moldou de uma forma única. Com um, aprendi a me arrumar impecavelmente; com outro, entendi o valor da estabilidade financeira e emocional; e com aquele que talvez tenha sido o grande amor da minha vida, descobri a beleza do amor sem reservas. Esses homens, cada um ao seu modo, deixaram marcas em mim, e sou grata por isso. Não os vejo como ex-namorados, mas como professores da alma.

No entanto, a mulher que sou hoje sabe o que merece. Mereço o melhor porque plantei com amor e colhi com resiliência. Acredito na prosperidade divina, em um universo que nutre, não que castiga. Deus nos testa, mas também nos honra. Fé, para mim, é seguir de pé mesmo quando o mundo desaba ao redor. É amar mesmo na perda, é construir mesmo no vazio.

Aos 40, sei que sou multifacetada. Posso ser princesa, guerreira ou salvadora de príncipes. Posso escrever finais felizes ou reinventar histórias. Somos assim, mulheres: capazes de ser tudo, mas também dignas de cuidado e amor. Reconheço que minha jornada foi marcada por luzes e sombras, mas ambas me ensinaram a integrar meu ser.

E o jardim? Ah, esse jardim que cultivo hoje é minha maior obra-prima. Nele, plantei sementes de sonhos, nutrição e amor-próprio enquanto muitos estavam ocupados demais com a vida alheia. Com as mãos sujas de terra e o coração repleto de esperança, reguei cada semente com fé. Hoje, ao olhar para as borboletas que habitam meu jardim, posso escolher se quero admirá-las ou se desejo que uma delas permaneça.

O futuro? Ele é incerto, mas não me assusta. Sei que, enquanto plantar e regar com amor, terei sempre o jardim mais lindo para admirar e me orgulhar. E talvez, no fim das contas, a maior beleza esteja na jornada – nas mãos cheias de terra e no coração cheio de vida.

Assim sigo, plena, grata e em paz.


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Autoria: Diane Leite

Inserida por dianeleite

E eu constato surpresa que, quando achava que nenhuma rosa poderia me falar mais, a imagem do menino que se entretém com a flor e pensa coisas que eu não sei contar, me comove de um jeito novo, inimaginável. Porque virão outras rosas e outros espinhos em sua jornada, mas talvez pra mim _ e só pra mim_ essa rosa será o símbolo de um momento assim_ perfeito.
Então encontro na rosa do menino a metáfora que me reconecta à minha sabedoria interior, aquela que todos nós temos mas deixamos esquecida diante da imperfeição diária e do barulho interno. Mesmo correndo o risco de soar clichê _pois ainda assim, pra mim e para o menino, a experiência é primeira_ esses novos horizontes que se descortinam me fazem entender que existem e existirão espinhos, mas nem a aparência ou o medo de ser espetado podem afastar o que de belo existe; e não conseguem esconder a beleza, e o fascínio, e a alegria do todo, que é simplesmente O viver.

Inserida por fabiolasimoes

Crianças, quando ouvidas, entendidas e valorizadas, carregam uma sabedoria ímpar, uma sensibilidade única e uma poesia desconcertante. São capazes de tirar sorrisos de onde aparentemente só existem cansaço e dor. Não desconfiam do tempo, das tristezas, do caos diário. Vivem num mundo à parte e por isso nos iluminam com sua espontaneidade surpreendente e habilidosa.A poesia escorrerá através do tempo, indo embora na velocidade com que chegará o amadurecimento.Vamos comemorar a independência, o sucesso e o fim das desobediências, mas nada substituirá a alegria latente de ter um garotinho em casa, um ser movido a sonhos e fantasias, que povoava nossos dias de alegria _ feito vestido laranja com bolinhas vermelhas...

Inserida por katiacristinaamaro

Saudade é algo que sente no presente quando se lembra do passado...

Inserida por juventinojoveth