Quando menos Esperava Voce Aparece
Existem diversas estações na nossa vida,no entanto,eu tenho uma Estação que sempre paro quando preciso de refúgio.A estação amor,pois nela encontro meu Pai,meu melhor amigo,o meu refúgio.
Quando se fala em amor a distância, logo muitos desistem por acreditar que não vai dar certo, mas quando se encontra alguém que você quer passar os restos do seus dias ao lado dela a distância é o menor dos obstáculos, um amor de verdade que te abraçar mesmo tão distante que te compreende não se pode pesar em uma balança o tempo se torna amigo da espera, quando dois corações apaixonados se encontrar vai dizer como é bom te amar e valeu a pena te esperar.
Quando coloco minha felicidade nas mãos de pessoas ou circunstâncias, percebo o quanto me distanciei de Deus, porque em Cristo toda carência da alma encontra resposta.
Somente quando temos coragem suficiente para explorar a escuridão, descobrimos o poder infinito da nossa própria luz.
Quando a tempestade chegar algumas pessoas te deixarão no meio da tempestade. No entanto outras se molharão com você!!!
Quando as ansiedades estiverem te sufocando e te deixando sem forcas lembre-se sempre do conselho do Maior homem que já viveu certa vez disse em Filipenses 4:6 Não fiquem ansiosos por causa de coisa alguma, mas em tudo, por orações e súplicas, junto com agradecimentos, tornem os seus pedidos conhecidos a Deus!
Em um jogo quando vamos passando de “fases” o jogo fica mais difícil, e é exatamente assim com a vida. Se você quer por assim dizer zerar o jogo não pare!
Quando sentimos o limite máximo de
beleza que as palavras podem nos
proporcionar, silenciamos em ternura.
CONTO DO MEIO
Quando pequeno, eu estava no aniversário de um amiguinho
e pus meu dedo no bolo.
Não coloquei e tirei. Não passei o dedo.
Apenas enfiei a ponta do indicador naquela parte branca.
O dedo permaneceu lá, parado, enfiado, intacto.
Todas as mamães me deram um sorriso falso.
Os papais estavam bêbados no quintal.
O único homem ali perto era o tio Carlos.
Tio Carlos se escondia atrás dos óculos e da câmera fotográfica.
Era bobo, agitado e gorducho.
Quase sempre sorrindo.
Tinha poucas, raras, nenhuma namorada.
Tio Carlos atrás dos óculos, da câmera e de namorada.
Meu braço esticado era a Golden Gate.
Uma conexão entre minha consciência
e aquele montante de açúcar.
A ponta do dedo imóvel, conectada, penetrada no creme branco.
Uma das mamães resolveu liderar a alcateia
e me pediu para tirar o dedo.
Pra que tanta coragem, perguntou meu coração.
Porém meu dedo,
afundou um pouco mais.
Olhei-a nos olhos sem docilidade.
Meu corpo imóvel.
O dela recuou.
Minha mamãe, sem graça,
falou que isso passa.
Eu atravancava, ria e dizia:
- Vocês passarão, eu... - estendia a aporia.
Eu era a Criação de Adão na Sistina.
Era mais que Michelângelo,
Era Adão no Bolo,
Era Bolo em Deus.
Mamães desconcertadas. Olhando umas para as outras.
O silêncio reinava,
o reino era meu.
Mamães desorientadas. Olhando para mim.
Tio Carlos com a câmera fotográfica
olhava para as mamães.
Acho que ele era apaixonado por umas três mamães,
ou mais,
ou todas.
Esperei um não.
Esperei um pare.
Ninguém era páreo
para um rei.
Tirei.
Prólogo do Livro MICROCUSPEs
PRÉ-CUSPE
Não sou poeta, não me chame assim.
Quando criança, na escola, uma professora de redação,
dessas que vivem de dar nota, me disse:
Vai, Kiko, ser gauche na escrita.
Quem me dera que meus cuspes fossem leminskiados.
Sinto inveja desse cachorro louco. Como é que ele consegue?
Nem se eu caetanasse o que eu escrevo...sairia um inutensílio.
Ponho R em Buarquer, Francisco Buarquer, pois assim me sinto mais
confiante. Posso ponhar à vontade, pois sempre acerto as crases
e dou rodopios nas mesóclises.
"Caro leitor, escrever-lo-ía com clareza, mas..."
mas (adoro conjunções adversativas),
mas... descubro
que
mais
importante
do
que
o
que
quer
ser
dito,
é
o
que
quer
ser
impresso.
Então, se tá feio, takai-me na ternura. Pra mim tá bão.
Não páro pra pensar mesmo.
(não páre o "pra" nem o "bão", muito menos "páre" este acento,
pois agudo já estou).
Apenas seleciono alguns versos, rimas tolas e pronto.
Por fora, um status quo de bestos textos.
Impressão preto & branco.
centímetros de largura.
pixels de altura. CMYK.
Sorriso de selfie e uma voz arnaldoantuniada dizendo
que o livro existe porque foi feito.
Por dentro, ah...interjeições....
Trago na Pessoa a suavidade em nada se dizer.
Grandes espaços em branco, Duncan to a canto.
Ainda acho que um louco vai pesquisar "neologismo" no Google.
Um desocupado, com certeza.
Um ocioso severo, caso de morte ou vida.
Me cubro de humanidade
irrespiro o brio do transparente
ignoro a qualidade,
mas sou gente. (já falei que adoro conjunções adversativas?)
Meus amigos de verdade são uns gênios, pois eles percebem quando a pergunta não pede resposta. Eles apenas concordam, complementam e rimos.
- Viu, por que as árvores crescem para cima?
- Pois é, e as pessoas deitam.
Quando caetanei praquele menino
que a realidade é o avesso do avesso
do avesso do avesso.
- Qual realidade?- foi adverso,
e fez-se travesso
num meu novo inverso.
Lembro quando era proibido tirar xerox de um livro inteiro.
- "É proibido!" - bravejavam os operadores de fotocopiadoras,
defensores dos direitos de escritores que nunca ouviram falar.
Depois, não deixavam imprimir um arquivo com o livro todo.
- "É proibido!" - e muitos não entendiam, sequer, o que era ter a possibilidade de ler no computador.
E o que será que diriam hoje?
PDFs sendo comprados, downloads caros de livros para Kindle, domínio público, creative commons, bibliotecas digitais...
Com certeza, os poucos que ainda dizem "É proibido!",
apenas não querem mais compartilhar a tátil arte de ser retrô.
Quando eu tinha entre 15 e 16 anos de idade, o músico Carlinhos Brown emplacou uma letra dizendo 🎶"a namorada, tem namorada"🎶.
O refrão dessa canção estava nos cinco cantos do mundo. (se você lembra, você leu cantando) 🤭
Nessa época, lembro que estava passeando num shopping, quando passou uma senhora de uns 30 anos e cantarolou a música para seu filho pequeno: 🎵"a namorada ... e o namorado"🎵.
Eu era adolescente, achei isso muito engraçado e pensei: - Que burra, ela não sabe a letra!!!
Anos depois, com um olhar mais atento ao mundo do jeito que ele é, cheguei à conclusão que aquilo não era nem um pouco engraçado.
Aquilo era triste, pois aquela moça era bem mais burra do que eu pensava.
Da convicção e a opinião alheia
Quando o homem tem suas convicções próprias, tem bases sólidas para sustentar aquilo que acredita e sabe que as convém pelo bem moral de si mesmo e dos demais, pouco lhe importa a opinião alheia.
Ismael Miranda
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