Quando menos Esperava Voce Aparece
Defina sucesso!
Sucesso é vida de muitos beijos e abraços ...
E acontece quando sou recebido pelos meus filhos e esposa ao chegar em casa...
E acontece quando entro numa capela e me pego no seguinte pensamento: Não sou um acaso, faz sentido ter um criador... é acolhimento na alma.
É quando, mesmo "não tão jovem"... ser cobrado pelos meus pais por atitudes melhores na vida.
É a percepção de que alguém se importa...
Sucesso é me "pegar em risos solitários" e perceber que estou feliz, mesmo não tendo muitas razões para o momento.
É quando esqueço do que preciso comprar e me lembro que tenho ao menos duas coisas a doar:
Ainda que beijos ...
Ainda que abraços...
𝔼𝕦 𝕖 𝕒 𝕊𝕠𝕝𝕚𝕕𝕒𝕠
E quando a Solidão me viu ali, tão só, ficou com dó. Abraçou-me e choramos juntos: eu e a solidão.
*
"Com o lápis
escrevo os meus ais,
e quando chega o consolo
e me dá o seu colo,
a borracha da alegria
a tudo apaga."
***
✍️✏️💚
<<< Francisca Lucas >>>
"A minha solidão agora tem rivais...
Quando ela bate à porta nos finais de semana não me encontra: estou numa Roda de Samba das noites do Rio de Janeiro!"
Contou-me a amiga virtual Ivone (Vania Vai-vai).
"Condenar o outro de práticas desonestas quando não se é honesto... É de uma hipocrisia sem tamanho... É a maior injustiça moral que pode existir."
O nascer da árvore da realização só se dá quando se planta a semente do progresso
na terra frutífera da vontade de Deus.
“A morte não é nada, enquanto eu existir, ela não chegará e, quando a morte chegar, eu já terei partido...”
A vida é bonita quando se tem alguém para amar, a vida é completa com alguém para se abraçar o tudo do meu pouco eu quero te dar, no presente no futuro ser alguém pra ti amar.
Já vi muitas estrelas, mas nenhuma tinha o mesmo brilho que os olhos dela quando me viu pela primeira vez.
Quando tentarem desmotiva-lo ou duvidarem dos seus sonhos, simplesmente diga: Esse é o seu ponto de vista e não o meu!
O IMPÉRIO DE MASCA
Uma sátira sobre o quê?
Era meados de maio, em 2020, quando este reino saudou, por imposição de seu nobre Monarca, a nova soberana.
Esta ¨amiga do povo¨ oferecia proteção contra a invasão do bárbaro Sars, “O Temível”.
Num cenário em que a manchete era de caos iminente, com sintomas aqui e acolá, a providência monarca parecia atender aos interesses gerais.
Masca, a Imperatriz, então, chegou ovacionada como salvadora da pátria.
A figura vindicava, com muita elegância, tão e somente o respeito às suas regras, aquelas tidas como básicas, para as quais nem o mais abastado de intelecto haveria de discutir, porquanto dispostas em nome do bem supremo (saúde e tranquilidade para todo o Império).
Todavia, de início, queixas e desconforto; extrema confusão, pessoas sem identidade; ruídos controversos de opinião.
Incômodo! É fato, diante da nova Imperatriz, pairava na gente do reino.
Mas…com o tempo, quase todos renderam-se, súcubos de tão hipnótica majestade.
Aquela figura, solerte e receosa de abandono, cuidou de mostrar nova roupagem, para o agrado da população.
Colorida, alegre e engraçada, até mesmo personalizada, tudo ¨de acordo com o desejo de cada integrante do reino¨, acolhendo de um jeito lúdico e especial, até mesmo os pequeninos, antes livres da perturbadora discussão.
Era tanta beleza espalhada, que até memorava a outra disposta em arte no centro do mundo moderno, em Les Amants, René Magritte.
A figura a quem aqui se dá o título de imperatriz, afinal, não parecia tão cruel.
Justificativas não faltavam para a sua defesa; seus súditos manifestavam desculpas inclusive quando se esqueciam de saudá-la; confusão, as pessoas de fato mudaram seu comportamento, adaptando-se ao novo comando.
Contudo, por razões toldadas, não havia felicidade no ímpeto daquela nação.
As vozes calaram-se, os sorrisos desapareceram, o ar tornou-se de difícil inspiração e expiração; entretanto - porque no coração do povo ¨há bondade e empatia com o próximo", tinha-se de respeitar a coletividade, sob pena de banimento.
Verdadeira tirana e abusadora social, em verdade, vilipendiou todos os valores. Fustigou os rostos, escamoteou risos e aproveitou para represar informação, funcionando como um simulacro de mordaça, sufocando o conhecimento.
Até mesmo os mais íntimos da lei que enxergavam aqueles despautérios preferiam o silêncio, receosos de maior restrição de suas já parcas liberdades.
Movimentos e dança também sucumbiram, não obstante tóxicos resultados durante a atividade física.
Abusos deveriam ser suportados por um bem maior, ainda que por mau.
Sorrisos, expressões, ar, liberdade, tudo efêmero perto do novo e permanente rebuço.
Liberdade em raras ocasiões, por exemplo, quando sentados os discípulos para alimentação. Porém, quando na vertical, a canga retornava, porque ressurgia das cinzas o invasor.
Mas para quê revoltar-se? Afinal protegidos, enfeitados e alguns até confortavelmente escondidos por detrás do novo adereço.
O bafo da dentadura melhor solitário.
Até os tímidos, desta vez, ganharam força (perderam a voz, de vez).
A Soberana negava a verdade, colocava uns contra os poucos, confundia suas vítimas, ao mesmo tempo em que elogiava-as por terem a coragem de defendê-la e glorificá-la.
O tempo transcorre.
A maioria vibrou em medo, depressão, sofrimento, isolamento.
A minoria despertou para a cruel realidade e bradou: ABUSO!
No horizonte a liberdade da já sempiterna abusadora. Agora finalmente “democracia”!
Um édito real (do Monarca) decretou a sua separação do Império, já preocupado com o novo destino de seu Reino, o qual deseja ampliar, não sem aprovação unânime de sua já fiel população. A conviva agora já não lhe servirá!
Estaria a Imperatriz descartada, não fosse o pânico difundido e consequente prestígio conquistado.
Muitos querem a manutenção de forças da Cruella De Vil, nefanda comensal; afinal, criou-se com ela um vínculo, uma espécie de conexão pessoal, emocional e até mística! Confortáveis, por de trás da escuridão querem permanecer.
Sentimentos positivos em relação à nobre tirana, negativos contra quem a menoscaba, vociferando anátemas (rebeldes negacionistas, egoístas, burros, bois, etc); o povo é seu convivas, além de partilhar das idéias da grande irmã.
Encantados pela algoz, muitos até desejam, mas não conseguem abandoná-la.
Simbioticamente, em verdadeira SÍNDROME DE ESTOCOLMO, quem reinou foi o abuso, a cegueira, a incoerência e a falta de união.
Sieg Heil!
Escrito em março de 2022
Quando se conhece o que é verdadeiramente bom, todo o resto não passa de um ensaio muito mal feito.
Creio que quando eu
morrer me tornarei a mais
bela poesia
derramada nos corações
de jovens apaixonados
conspícuos assim como o emissário do meu amor
já o meu esplendor será
enraizado nas mentes brilhantes que hoje se fazem tão raras quanto o ato sublime da verdade.
Quando a essência da felicidade é alcançável com a aquisição de novos conhecimentos, de alguma forma ela sempre poderá estar presente.
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