Quando menos Esperava Voce Aparece

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EU ME SENTI POENTE...

Quando, num entardecer,
Simplesmente decadente,
Um a um, eu senti morrer,
Todos fragmentos do meu ser...
Guria da Poesia Gaúcha

Inserida por GuriaPoesia

se um dia me andonares vou ser uma equacao sem raizes,e quando ficares logens vou dividir todos os meus dias de solidao muiltiplicando com o desejo de estar consigo sublitraindo com os obistaculos da vida que pode nos separar e adicionando com todos os prazeres que voce me dà de ter uma vida interna felecitada.

Inserida por mandlate02

COISA DE MENINA

Quando nasci, minha mãe me deu o nome da minha bisavó, figura feminina da qual todos se orgulhavam.
Mãe, avó e esposa exemplar, bisa Eliza levou um casamento até o fim, como manda os bons costumes do matrimônio “perfeito”: ‘Até que a morte os separou’. Sofreu ameaças, agressões e gritos de um marido agressivo e alcoólatra. Mas, “como deve ser”, nunca cogitou uma separação.
Doce, bondosa, religiosa, mãe de oito filhos. Assim era a mulher que inspirou meu nome.
Já nos primeiros dias de vida, ganhei pulseira de ouro e um par de brincos. Coisa de menina.
Antes mesmo de aprender a falar, já tinha dezenas de bonecas.
Minha mãe gostava de fotografar cada passo meu, e, para isso, contratava um fotógrafo profissional. Trocas de roupa, penteados e vários batons a cada foto.
Tive coleção de Bonecas Barbie, milhares de roupinha, sapatinhos, bijuterias... Tive todas as coisas de menina.
Minha avó me proibiu de brincar na rua o quanto pode. Porque isso não era coisa de menina.
Menina tinha que brincar em casa. Com as amiguinhas. De casinha, comidinha, mamãe e filhinha!

E assim foi. Até meus onze anos.
Foi aos onze que descobri a rua. Foi aos onze que descobri que além das panelinhas, havia um mundo de brincadeiras e diversão!
Foi quando descobri as trilhas de bicicleta, os inúmeros ‘piques’, o jogo de Taco, bolinha de gude e o rolimã.
Foi quando percebi que eu era flamenguista e o que isso de fato significava. Foi quando eu descobri o que era um pênalti e um gol olímpico.

Anos depois, grávida, vi minha vida se encaminhar sem que eu me desse conta. Perdi as rédeas e as coisas aconteceram, simplesmente.
Montei casa, me mudei e voltei a brincar de casinha!
Uma brincadeira que me sufocava a cada dia. Daquelas que dá vontade de guardar tudo numa caixa e não brincar nunca mais. Deixar lá no alto do guarda-roupa, até mofar e ir pro lixo.
Não durou muito. Não havia como durar.
Levou tempo, mas hoje entendo com perfeição. Eu não cabia naquele lugar, naquela vida. Aquela brincadeira já não me servia mais. Eu queria as trilhas e o rolimã!
Separei.
Queria trabalhar em algo que pudesse fazer diferença na vida das pessoas. Estudei, me formei.
Hoje, sou Pedagoga, com dois empregos públicos, e mãe do Arthur, com oito anos.
Nenhum marido.
Não lavo, não passo, não cozinho, não limpo!
Sou um desastre para encontrar coisas, e um maior ainda para manter arrumações.
Esqueço roupa no chão do banheiro, toalha molhada em cima da cama, sapato no meio do caminho! Tomo iniciativa em relacionamentos, pago a conta, pego o telefone, no fim da noite, sou eu quem vou pra casa!
Minha avó tem Alzheimer avançado. Quase não reconhece ninguém. Mas, ao me ver, sempre pergunta: “Quando você vai casar?”
Lido com olhares de lamento de amigas, que torcem para que eu me case,trabalhe menos, tenha mais filhos...
Hoje sei que posso me casar sim, mas que isso não implica em voltar a brincar de casinha. A certeza de que não preciso mais das panelinhas, me traz leveza.

De minha bisa, apenas o nome. Dos ensinamentos da infância, a certeza que posso ser o que eu quiser.

Entre bonecas e rolimãs, futebol e novela, sigo sendo o que sou, sem necessidade de aceitação externa e com a certeza que nada disso me faz menos ‘menina’. Pois coisa de menina é tudo que a menina quiser!

Inserida por lizaalvernaz

A verdadeira fé é aquela em que a chama não se apaga, mesmo quando a vela já se consumiu.

Inserida por crisjoli

Deve haver em nós um deposito de sabedoria para suprir a escassez das forças humanas quando elas surgem nos percalços da vida.

Inserida por ataidelemos

"O provável é aquilo que todos nós almejamos quando nossos sonhos estão na palma de nossas mãos."

Inserida por crisjoli

Não podemos desistir das pessoas, pois quando desistimos delas, naturalmente estamos a desistir de nós mesmos. Mesmo não se aproximando muito, continue com ela na oração e nos bons desejos!

Inserida por PadreEdinilson

Toma vergonha nessa cara!

De vez em quando precisamos sacudir a árvore das amizades para caírem as podres.
Mário Silva Brito.
Amigo não divide noitada, divide sonhos.
Quem divide noite são promíscuos.

Inserida por ProfGlaucoMarques

Uma mãe só reconhece que uma mãe pode amar um filho


mais que o outro é quando ela ver o seu filho criando o seus netos.

Inserida por Feio666

Eu sou estranha, só consigo sentir algo quando sou desprezada, quando tenho atenção, não sinto nada.

Inserida por vanessaeduarda

"A amizade, quando é boa, tem que ser preservada."

Inserida por BrunoKayyc

O mundo só estará perdido quando todos os perdidos se encontrarem.

Inserida por TorquatoVency

Quando manuseio meu livro
Tenho a sensação que estou tocando
Meus próprios átrios e ventrículos.

Inserida por MoacirLuisAraldi

O baú de cada um
Quando abrires o baú
e fores retirando todos os seus pertences,
Faça-o com calma e sem medo.
O sol cuidará de iluminar e desfazer o mofo;
O ar dará frescor a tudo.
A medida que fores revirando
cada foto, cada roupa, cada pequena lembrança
Liberte-as de seu jugo
Elimine tudo o que te sobrecarregar.
E no fundo desse baú
encontrarás forte , renovado e novidadeiro
seu bem mais precioso: A ti mesmo!
Lia Gonçalves

Inserida por liaepoesia

Pra mim o mundo é muito melhor quando estou dormindo

Inserida por PANDAJOVIN

Gosto de escrever, ainda mais quando estou sozinha em casa, escrever da uma paz interior. Algumas pessoas escrevem para libertar o que tem dentro de si são tantos pensamentos que precisamos por para fora, senão explodimos diante de tantas coisas guardadas em nós.

Inserida por carinacoutinho

A vida é uma fabrica de sonho, mas também de pesadelo, quando o sonho é mal sonhado.

Inserida por Valdirdomiciano

E quando se lembrar das loucuras e gargalhadas pelas ruas, também há de se lembrar de que não foram só as suas, eu estava lá ao seu lado e hoje te observo de longe calado...

Inserida por JefaoBorges

Um dia, quando tu fores o dia, tu saberás que chegou o dia, para seres mais um lindo dia, num dia de alguém.

Inserida por NunoPitada

Porque não viajar aos nossos tempos de quando éramos crianças?
Voltar as nossas raízes;
Mergulhar um pouco naquilo que está guardado para sempre dentro de nós.
O mato, o campinho improvisado da bola, os criadouros dos passarinhos;
Os pássaros soltos cantando sem parar, a casa do João de barro;
As soltadas das pipas.
As brincadeiras do pique – esconde, o amarelinho;
Todas as outras simples brincadeiras que nos faziam felizes;
Nada é segredo dessa época.

Porque não lembrar do lugarejo sem luz em que vivíamos?
A lama que enlameava o pé na rua de barro ao cair da chuva.
É .... O chão era mesmo de terra batida;
Lembrar da poeira num calor brando ou forte depois do secar das águas das chuvas;
Essa fase passa e aí vem a nossa adolescência.

E porque não viajar também aos nossos tempos dela?
Era o pré-vestibular para o inicio da nossa maturidade, não é verdade?
O primeiro emprego numa birosca de miúdos;
O conviver com a turma da cachaça que nela servíamos;
O uso da sinuca como instrumento de brincadeira dessa fase mais madura.
A caminhada até o colégio público.
O chegar à casa um pouco mais tarde do habitual;
As broncas dos nossos pais.

E o primeiro namoro porque não lembrar?
O primeiro namoro que quase sempre se constitui no primeiro grande amor da nossa vida.
Ele sempre nasce nessa fase da nossa vida;
O primeiro beijo que não sabíamos dar e que tivemos de aprender;
Aquele amor que pra onde íamos o carregávamos de forma intensa;
Como uma joia preciosa imperdível que não precisava lapidar;
Como se fosse algo infinito;
Que nunca acreditávamos que fosse acabar.

Lembrar de tudo isso nos dá saudades;
Porque tudo é absolutamente inesquecível.

Carlos Drummond de Andrade a respeito do tema, disse:

“Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa; se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: O Amor.”

Inserida por HenriqueRSilva