Quando menos Esperava Voce Aparece

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Pessoas falsas
Nunca se atritam
Quando falsificam gentileza juntas.

Não se engane,
Caráter virou figurino temático.
As pessoas só usam,
quando convém.

Lindo é quando os recomeços,
riem dos fins.

⁠"Há certas coisas que não devem ser ditas, e quando são ditas, o preço que se paga é muito mais alto que se pagariam estando em silêncio."

Quando os bons se calam, os perversos governam.
E o silêncio dos justos abre espaço para a tirania dos maus.
Lutar pela justiça diante das injustiças é dever de todos,
como cidadãos civilizados.
Quem se cala diante da violência contra os justos assume,
para si, a culpa pelas injustiças."

(Furtado, Brunno)
06/08/2025

​"A maior revelação não está no que os olhos veem, mas no que a mão registra quando o coração transborda. O livro foi a forma que Deus encontrou de me dizer: 'A resposta sempre esteve aí, você só precisava de coragem para ler a si mesma'."

“Quando o homem transforma sua certeza em lei, a dúvida torna-se a última defesa da liberdade.”

“O Direito é mais humano quando reconhece que seus julgamentos são feitos por homens que também ignoram.”

Tudo é passageiro nessa terra, as decepções, os fracassos , mas a conquista é permanente quando Deus nos abençoa .

O que torna a vida ainda mais difícil é quando paramos de lutar, tornando-nos incapazes de superar os nossos obstáculos.

⁠"Às boas FRASES, são como uma caixa de remédio, devemos guarda-las e quando precisamos recorremos a ela"

“Dorian nunca soube que, quando ele sorria para todos, eu precisava fingir que aquele sorriso não significava mais para mim. Talvez algumas pessoas morem dentro da gente sem nunca descobrirem que tiveram uma casa ali.”


— Anna, sobre Dorian


Ender: Genesis Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc

O luto da “Vida” — 200 dias

Quando nasce uma criança especial, nasce um sentimento. Nasce a culpa, a revolta, nasce um luto. Aquela criança não é a que imaginaram, não é o que sempre sonharam. Mas nenhuma criança é exatamente aquilo que imaginamos ou sonhamos.

E, enquanto se sonha com uma criança que não existe, há uma ali, querendo abraços, querendo um olhar de amor, sorrindo sozinha...

Enquanto cresce, espera ser apreciada pelo que é, e não pelo que deveria ter sido.

Ainda não lhe deram a chance de aparecer, de mostrar para que veio.

E sua cabeça de “pai”, racional demais, não sabe o que pensar. E, baixinho, com medo de ser ouvida, pergunta:

— Para que nasceu? Por que ainda vive?

Enquanto isso, seu coração, acelerado como sempre, já ultrapassou o tempo e sofre calado, por medo de um dia vê-la partir ou de partir primeiro.

Quando alguém deixa ou se vai, não está abandonando aquele bebê, e sim a si mesmo. Está antecipando a própria dor, diminuindo o amor, protegendo-se de algo que acredita ser inevitável.

Mas quem sou eu para falar?

Não tenho filhos assim.

A vida, porém, me deu essa oportunidade.

Por impulsividade, troquei de escola e me tornei professora de dois adolescentes com deficiências múltiplas.

Para mim, era normal.

Eu simplesmente havia mudado de escola e tinha uma variedade de alunos.

Até começarem os comentários.

Comentários de lá, de todos os lugares... Gente dizendo que eu deveria desistir. Outros sofrendo por mim, lamentando a minha “falta de sorte”.

Eu não entendia.

Por que desistir?

Por que aquela seria uma escolha ruim?

Até que, cinco dias depois — no feriado prolongado de Carnaval —, aconteceu.

Era sábado.

De repente, senti o cheirinho de perfume de bebê de um deles.

Não quis acreditar.

Talvez fosse apenas uma lembrança.

Talvez fosse imaginação.

Mas aquele cheiro deixou uma lacuna em algum lugar aqui dentro.

Na terça-feira, senti falta do outro.

Talvez eu ainda estivesse em negação.

Talvez alguma coisa dentro de mim já soubesse, enquanto eu ainda tentava entender.

Era algo que gritava.

Algo intenso demais para passar despercebido.

E, então, pronto.

Não podia mais negar.

Eu estava apaixonada por eles.

E, naquele instante, tudo mudou.

Eu iria cuidar.

Iria protegê-los como pudesse.

Faria o meu melhor.

Quis devolver.

Mas, para esse tipo de coisa, não existe devolução.

Então, tive que usá-los.

Usei os outros 195 dias para brincar, cuidar, ensinar...

200 dias tinham sido muito.

Para que tanto?

Hoje eu sei.

Não precisei de 200 dias para amá-los.

Precisei de apenas cinco para descobrir que já os amava.

Realmente, 200 dias foram, exageradamente, bastante para alguém que não os teria; para alguém que estava apenas de passagem por suas vidas e que passaria o resto da vida sufocando a saudade.

Talvez os 200 dias não tenham sido dados para que eu aprendesse a amá-los.

Talvez tenham sido dados para que eu descobrisse que, depois de amar, não existe devolução.

As mãos vão esticadas
na altura dos olhos,
há sombras e jogos;
Recordo o gesto da Lua,
quando decidi ser tua,
a potência dos desafios
e a audácia dos sonhos.

As nuvens insurgentes
encobrem o azul
profundo do Universo,
A brisa da noite
balançando o arvoredo
me faz sentir viva,
e esbanjo expectativa.

O silêncio companheiro
inseparável mima
a previsão com sabres
do Sol rompendo sutis
a escuridão no trajeto,
é para os teus braços
quentes que me projeto.

O barulho dos motores
dos carros na vizinhança
desconcentram o transe
e a luz ainda não voltou;
por você o meu peito agita,
és a minha história bonita
e desta orquestra a melodia.

⁠A gente pode chamar de memória seletiva quando a pessoa não tem a razoabilidade de assumir que mudou de opinião.

Quando há amor próprio jamais se ajoelha na vida.

⁠O Brasil só vai para frente quando os maus pararem de ser premiados.

⁠Não existe lado errado quando a opção é pelo real patriotismo.

Quando o daddy
sabe o quê quer,
e a baby também,
Os dois juntos
podem ir além.

⁠A paz é o bem mais precioso e gratuito, e quando se perde custa muito caro para reconquistar.