Quando menos Esperava Voce Aparece
Queria estar longe das pessoas quando estou triste porque assim elas não iriam se importar comigo e iria poder ficar sozinho e tentar me reerguer.
O tempo tem sido para mim um bem supremo. Quando vejo os homens passear-se, ou gastar mal o seu tempo em discussões vãs. Tenho o desejo de ir a uma esquina e estirar a mão como um mendigo e dizer:
“Dei-me uma esmola, boas pessoas; dei-me um pouco do tempo que perdeis, uma hora, duas horas, o que quereis”.
Quando Alex era pequeno, antes de todos saberem seu nome, ele sonhava com o amor como se fosse um conto de fadas, como se fosse entrar em sua vida nas costas de um dragão. Quando ficou mais velho, aprendeu que o amor era algo estranho que podia desmoronar por mais que você o desejasse, uma escolha que você faz mesmo assim. Ele nunca imaginou que estava certo nos dois momentos.
Mas de qualquer forma não conseguia definir o que se fez quando comecei a perceber as lembranças espatifadas pelo quarto. Não que houvesse fotografias ou qualquer coisa de muito concreto — certamente havia o concreto em algumas roupas, uma escova de dentes, alguns discos, um livro: as miudezas se amontoavam pelos cantos. Mas o que marcava e pesava mais era o intangível.
A alma pode ser leve ou pesada
Pesa na ausência da pessoa amada
Mas é leve quando se é valorizada
* * *
Minha alma tem a leveza da luz
No som da música, nas lembranças
De minha amada e no amor de Jesus
Tá chateado por causa de alguma coisa ou alguém. Daqui a alguns meses ficará mais ainda quando ver o tempo que perdeu por causa disto.
Quando o ego assume controle sobre nós, inevitavelmente acontece uma coisa. O nosso coração começa a controlar a nossa cabeça.
A auto-absorção, em todas as suas formas, mata a empatia, para não mencionar a compaixão. Quando nos focamos em nós mesmos, o nosso mundo diminui, enquanto os nossos problemas e preocupações aumentam. Mas quando nos focamos nos outros, o nosso mundo expande.
Dois corações e a máquina do tempo
Caminhava no final da tarde como de costume quando avistei um casal de velhinhos, eles varriam juntos a calçada que estava tomada por grama recém cortada. Cena maravilhosa, o sol, o céu e aquele casal - que deve estar junto a um tempão - varrendo a grama, fazendo um mesmo montinho.
Lembrei dos meus avós que estão completando cinquenta anos de casados. Pensei em como os relacionamentos tem mudado, sobre a independência das mulheres e as consequências que mergulham nós, homens, ainda mais na “síndrome de Peter Pan”.
Quando afinal definiram-se os prazos de validade? Porque ficou tão difícil o “felizes para sempre”? Teria a evolução não acompanhado os corações? Bem, poderíamos argumentar centenas de motivos, partir de vários pontos de saída, para ao final, cruzar a mesma chegada: o ser humano segue intolerante.
Sabem o mais interessante na história do casal que varria a calçada? Quando me aproximei deles ouvi o velinho disparar a seguinte frase: "mah dio cristo cabeçuda non me vare o meu que o vento leva."
Para se compor a essência da união é necessária a aceitação, mais do que a de outro, a própria. Quando nos vemos seres falíveis, compartilhamos os medos e aceitamos que a perfeição de uma relação está justamente na imperfeição humana, é quando descobrimos o milagre que fez de nós, seres tão egoístas, capazes de amar.
A busca pela satisfação por vezes traz a solidão. A ânsia de encontrar-se alguém acaba por ser o prelúdio do fim. No oceano das possibilidades, das tecnologias que tornam o de ontem velho demais para o hoje, nascem as novas gerações, cada vez mais consumistas até mesmo em quanto as relações.
Caminhava eu num final de tarde quando avistei dois velinhos que juntos varriam a calçada: seria isso o amor? Um montinho de grama feito por duas pessoas? Não; acredito que o amor daqueles dois estava justamente no xingamento que sucedeu a cena, estava na certeza de que mesmo se os ventos não fossem favoráveis e desfizessem aquele montinho, ainda assim eles poderiam refazê-lo.
A paixão é o que você somente admira, já o amor, é o tanto que você aprende a reconsiderar.
O Encontro
Quando meus olhos se encontraram com os dele, eu pude ver toda a verdade, aquela verdade que estava escondida por tanto tempo num canto escuro do meu subconsciente.
Ela já havia me alertado da sua existência,mas a minha melhor amiga, a teimosia, me fazia ignora - lá, e me dizia : essa tal de verdade só está aqui para te enganar, não acredite nela!
Quando seus lábios se moveram e a verdade escondida dali saiu em forma de palavras, o medo chegou, como uma luz no fim do túnel, ele chegou e disse : eu também estive aqui o tempo todo, me fiz presente várias vezes, até encontrei o amor, e com a verdade me casei.
Meus olhos agora transbordavam a teimosia, e ela escorria pelo meu rosto e morria ao se encontrar com o medo que estava parado nos meus lábios.
Ele me olhava sem saber, as incertezas que estavam rodeando o momento começaram a se unir, a cada minuto mais, e quando notei, tomaram conta da mente daquele que se encontrava a minha frente.Seus braços como muralhas vinham pra me proteger da angustia e desespero que já anunciavam sua vinda, mas eu o recusei.A força, minha grande aliada, uma hora ou outra viria me salvar.Ele apenas lamentou e me deixou, sozinha, e ao mesmo tempo na presença da verdade, que agora se juntava ao seu marido medo, e se mudavam definitivamente para dentro do meu coração, a angustia e desespero já procuravam um lugar para se alojar, a teimosia havia morrido e a força que deveria ser minha aliada...não veio.
Meu amor é desobediente. Que fica quando mando ir embora, que não foge quando o tempo fecha. Que me cala a boca com beijo de cinema, que ouve atento quando descarrego meus discursos. Meu amor é desobediente e sabe se verter. Diz que pra cada versão da minha teimosia, tem uma dose nova de sentimento. Pra cada anúncio de cansaço, um motivo a mais pra cultivar e cuidar do que é raro de viver. Não sei de onde tira essas coisas, desconfio que rouba meus livros. Aqueles que falo pra não mexer.
Mas não, desobediente que é, mexe com meu mundo e o coração.
Olhe para as estrelas. Elas são as mesmas da semana passada, do ano passado… As mesmas de quando éramos crianças, as mesmas de quando não éramos nem nascidos. Daqui a cem anos, ninguém saberá quem nós somos. Mas eles conhecerão as mesmas estrelas.
QUANDO PRECISAR DE MIM.
Toda vez que precisar de mim
grite meu nome ao vento
ele me trará o recado.
Quando precisar de mim
ouça uma música suave
de olhos fechados.
Sempre que precisar de mim
olhe a lua
e a luz abraçará você como eu faria.
Se precisar de mim
dance na chuva
água que correr em teu corpo
serão as lágrimas que choraria com você.
E se não houver
vento, música, lua ou chuva,
faça uma oração
e o meu anjo se unirá ao seu.
para lhe por no colo e
lhe dar conforto
sempre que você precisar de mim.
É tao fácil ser democrata de verdade, que estranho quando alguém insiste em ser democrata apenas no discurso e de mentirinha. Democrata de verdade é aquele que aceita tanto a derrota própria quanto a vitória de outros. E que não desconta o inconformismo (da derrota) nos oponentes, na própria mulher, nos filhos ou no cachorro de casa.
As pessoas nos tratam como deixamos... Quando não nos damos o respeito por nós mesmos, ficamos mais vulneráveis e abertos ao desrespeito dos outros... Se não estamos satisfeitos com os resultados que obtemos, é preciso ter coragem de mudar as estruturas que estão produzindo...
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