Quando menos Esperava Voce Aparece
Quando o outro te dá medo
Eu tenho medo de certas pessoas, tenho medo de agressividade gratuita, tenho medo de pessoas que perdem o autocontrole (eu perco o controle também, mais o meu surto chega ao limite máximo de gritar aaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh), é claro que preciso me tratar, ter controle emocional na voz. Tenho medo de pessoas que se machucam, quebram coisas, e buscam justificativas para isso. Lindemberg matou porque estava apaixonado, Fulano quebrou a janela porque estava doente e foi incomodado, contrariado. Beltrano enforcou a mãe porque ela não deu 2 reais para ele comprar jornal.
Às vezes associo esse tipo de comportamento às drogas, às vezes acho que é surto psicótico que vão dando sinais, sutis e singelos sinais, outras vezes acho Bipolaridade = ex-maniaco-depressivo.
O grande problema é que a pessoa que convive com esse tipo de gente, sempre acha uma desculpa para perdoar e não tratar o “doente, embrião de psicopata”, pode parecer o exagero, sou exagerada sim, prefiro pecar pelo zelo que pagar pra ver. Fujo desse tipo de gente e quero distância. Por favor não me dê o desprazer da sua companhia. Eu preciso aprender a me retirar, eu preciso aprender a calar, sair de perto. Eu acho que a minha natureza é de enfrentar o dragão, chegar e dizer: porque esse alvoroço todo? te acalma! Te controla e aí o descontrole desce pelo ralo.
Ahh...
Lindo mesmo é o AMOR
Quando chega
livre
sereno
manso ...
sem pedir licença
sem implorar
sem cobrar
sem desgastar
sem magoar...
Porque quando se ama verdadeiramente
a própria alma faz do outro abrigo...
E-terna morada!
Quando se é para ajudar alguém em dificuldades, devemos abrir mão de protocolos e deixar de lado a burocracia!
Quando ficarmos velhos
Há que dor na alma, há que dor...
Diante do velho, diante do ancião, eu o mais novo, ele o mais velho; há que dor...
Diante daquela figura enrugada, sua pele murcha, seus olhos fundos e seus cabelos brancos; há que dor...ha que saudade...
A idade, o tempo, a ingratidão, o relógio e seus ponteiros que não param, giram sem titubear, a milésimos, a segundos, a minutos e horas... É o velho tempo insano, incorruptível, sem pena, nem dó, ha nos espiar a passar e nos engana como quem nos remeda a dizer `` Faz alguma coisa, aproveita, você vai desaparecer em breve´´ E nós, iludidos sorrindo como quem diz ``Há, velho tempo a quem quereis enganar é tú que estais a passar´´ E o tempo a rolar sorridente e corrente sempre novinho enquanto o bobo iludido age feito inocente e só se dá por gente quando no espelho se depara e vê que seu tempo já se foi não há mais tempo pra nada.
E segue há rolar o tempo, como se não estivesse nem ai, pra mim, pra você, pra todos. Põe-se a passar sem se quer notar que eu hoje novinho e amanhã igual a um maracujá, de canto, de lado, esquecido desiludido a chorar, por lembrar que desperdicei beleza e vigor nem imaginava em aproveitar.
Nilton Mendonça
Quando tudo fica pesado de mais...
Queria saber por que há determinadas coisas ou locais que nos fazem bem e nos desistressa e outros que nos fazem sair carregado e muitas vezes nos faz sentir tão mau que nos obriga a partir dali o mais rápido possível.
Parece mentira, mas aposto que você já esteve em uma dessas situações que citei, e a prova disso são: passamos meses e até um ano inteiro engajado em um trabalho ou tarefa pessoal e não vemos a hora de tirarmos umas belas férias onde voltamos aos afazeres rotineiros feito bateria carregados de energia boa.
Já percebi e sei que você também. Há momentos que precisamos entrar em um templo, sinagoga, capela ou local onde há paz espiritual pra ficarmos a sós e refletir sobre tudo. E notamos que ao nos ausentar mesmo que seja por pouco tempo mergulhamos em uma paz incomensurável, saímos leve.
As almas precisam disso, sair, largar e quem sabe até fugir dos problemas dos outros; sim, como não se bastasse os nossos agregamos o de muitos e ficamos pesados de mais, pra baixo e dai o espirito nos requere o desapego pessoal e de outros. A carga do dia-a-dia nos deixa esquecer que temos alma, e o espirito fica em petição de miséria, pedindo urgentemente que façamos um pausa pra reconstrução.
Já viajei muito e cada regresso foi como se eu tivesse trocado a pele da alma vestindo-a indumentária nova e festiva me fazendo crê que a vida além de breve é também boa, coisa que não vemos por estar compromissado demais com o supérfluo e inútil, sem consistência ou algo que renova por isso se estiver pesado peça alforria da escravatura das obrigações – Que a paz esteja em sua mente, ou quem sabe, em seu coração.
Quando não
mais me sentir
Saberás
que parti
O tempo e o espaço
que habitas
É o mesmo
que nos limita
Nos impede
de continuar
Uma expressão divertida é quando eu tento concatenar as ideias e entender as leis fundamentais das relações não saudáveis.
Quando as palavras não surtem mais efeito, o silêncio fala
Quando as atitudes não existem mais, o tempo demonstra a realidade
Quando o amor não é mais compreendido, a solidão mostra quem você realmente é.
Eu Sou a Tua Árvore!
Quando
eu propus
te amar...!
Cobrir-te com uma
sombra fresca
e perfumada,
onde cantam
passarinhos.
Voam borboletas.
E passa uma brisa fresca.
Só para te acalmar!
Que seja sempre eu
a tua paz.
O teu lugar preferido.
Onde tu possas sonhar!
``Quando somos feridos por diversas vezes as cicatrizes podem sangrar a alma para sempre,Podemos até não fazermos parte do abismo ainda más sem ninguém para nos dar as mãos o abismo nos abraça´´....
Quando a festa é mais bravia
segue em frente e desarmado;
como é grande a valentia
na coragem de um forcado.
I
Hoje é dia de tourada
à velha moda portuguesa,
toda a praça é uma beleza
e os magotes dão chegada.
Vai começar a garraiada,
sobe a míni em euforia,
o descaramento da Maria
faz olhinhos para o moço,
o orgulho do que é nosso
quando a festa é mais bravia.
II
Ela entra e vai a trote
pra contemplar o grande artista,
quer fazer jus à conquista
com a pega e com capote.
E olha lá pró camarote,
o trompete é afinado,
ele num ar de avalentado
está ali de pedra e cal,
e quando entra o animal
segue em frente e desarmado.
III
Os amigos dão-lhe a mão,
a primeira é do mais forte,
outros mais vão dar-lhe sorte
e é tremenda a ovação.
Raspa o bicho pelo chão
a testar qualquer fobia,
entre o pó e a gritaria,
há arrojo e muita graça,
e os rapazes estão na praça,
como é grande a valentia.
IV
Chegou a hora anunciada,
cresce o touro em prontidão,
quando avança o valentão
entra o bicho em derrocada.
Ela toda entusiasmada
ele no touro encaixado,
grita o povo extasiado
a boa sorte do pegador,
e ela assina o seu amor
na coragem de um forcado.
António Prates
Quando um dia eu for poeira e for a minha despedida, tratem-me da mesma maneira que me trataram nesta vida.
Me questiono sobre os "eus" os meus e o dos outros. Somos o que somos quando ninguém está olhando ? Cá me pergunto, eu me orgulharia de mim mesmo, se eu não fosse eu ? Se eu pudesse me observa aos olhos que não fossem os meus, será que eu sentiria orgulho de ser eu? Porque é muito fácil por razão, momento ou circunstância (Mim deixar de ser Eu)
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