Quando mais Precisei de Ti
Respostas difíceis
Porque é tão estranho?
Esse sentimento que vem de rebanho
Porque é tão cruel?
E ao mesmo tempo fiel
Porque tanto dói?
É como meu coração em erupção
E muito,destrói
É como eu,no mar
Junto com minha paixão e solidão
Não consigo rejeitar
É bem mais forte que eu
E como isso cresceu
O que há dentro de mim
Não pode chegar ao um fim
E sim,ao um início
De um novo ciclo de amor
Porque, tornou-se um vício
Vício que não haverá mais dor.
"Impossível não poder sentir"
Nada posso fazer
Nem mudar o que sinto
Impossível te esquecer
Esse é meu instinto
Por todos os pequenos e inotáveis lugares
Consigo te ver
Em meio de tantas flores
Posso ser teu maior prazer
Dei-me uma chance
Para este grande romance
Passar comigo
Meu grande figo.
Figo sentido figurado:Doce!
Enquanto sorriu
Aparece um triste vazio
Naquele lago frio e sombrio
Em meio de tantos mistérios e desafios
O mundo para
E a máscara cai
Isso não é raro
E nem atrai
Tudo Vira
Na maior mentira
E eu acabo em prantos
Junto com meus versos e cantos.
“A lágrima da dor aduba a raiz da personalidade, desabrocha a consciência para uma maior evolução interior”
A minha grande questão era (e ainda é, camarada): a gente está nascendo ou morrendo? Isto é, já viu foto do seu parto? Tudo bem: voce nasceu da sua mãe, ou de um tubinho de vidro, saiu, ficou de pé e pensou: eu estou vivendo. Tudo bem: começa a descida, adeus, amor, vou partir, tumba. É isso. Quando voce esta na subida, você esta nascendo. A descida só começa quando voce esta morrendo? Quando começa a descida? Eis a questão. Ser ou não ser? Não adianta se enganar, fazer plastica, encolher a barriga pra sempre. Eu acho íncrivel quando eu vejo alguém que está sempre na subida. Eu penso: esse ainda está nascendo. Ainda não viu tudo. Aí eu posso ser amigo, faço qualquer coisa para essa pessoa. Não fica questionando se vai ou não chover. É claro que a gente está morrendo. Mas também está nascendo. Você pergunta: o que isso muda? Eu digo: Olha, foi um prazer. Eu suporto as coisas impossíveis, que vem o cara de bom senso e explica: “Olha, gente, não vai dar pra fazer isso”. Ter coisa impossível, tem, mas e daí? Ninguém sabe nada, é tudo improviso, entendeu? É uma grande impostura essa certeza toda. Acriação - é, Deus, mesmo - não terminou, não está completa - tudo está sempre por se fazer, a coisa só termina por cansaço. O escultor parou, mas o vento, a chuva e os pombos estão por aí.
Cuidado com os homens de gravata, cada palavra é uma tapa e um sorriso, faça de conta que tudo se conta e no final faça de graça que sai mais barato que qualquer trocado mal pago.
Todo dia, passo pelo mesmo pensamento e sinto o cheiro do passado, paro, penso e sinto saudades do que estar por vim, pensando que pode não acontecer da forma como pensei ser um dia como foi no começo do passado.
Pare. Pense... Fique Pensando... Pensando... Pensando o que poderia fazer se... e se... caso... pelo... Pense... Pense... quando acabar de pensar, pense mais uma vez em tudo que pensou mas de trás para frente, caso não se engane sua mente irá dizer por que você parou e pensou tão intensamente como deveria pensar.
Eu quero o silencio dos que valem ouro!
Não quero a prata dos que não valem nada!
Eu quero o bom do "tudo".
Não quero a pobreza do "nada".
Quero a certeza da minha vida, na minha estrada.
É preciso estar num plano momentâneo, onde você passa a existir...
E não é que acabamos acreditando.
Agora podemos ser aquilo que já somos.
Que parece depender da apologia externa.
Agora acreditar na interna, é quase um delírio!
Os valores para com os valores estão trocados.
E sorrimos de tanta alegria!
Para nossa realidade a existência do outro não precede a nossa.
Será mesmo?
Tempo que vejo escapar entre meus dedos,
tempo em que convivi com você,
tempo, que tempo?!
Lamentação e solidão,
lamentos e amarguras,
sinto, e nada posso fazer.
Vejo uma luz no fim do túnel,
embora não esteja sonhando.
Vejo o meu amor conversando com um anjo
e nada sei e nada imagino.
Quero saber o que passa,
mas nada me diz,
sinto apenas meu coração bater,
mas bate descompassado.
Agora tudo foi resolvido,
sejo você com outro,
e nada posso fazer.
Tento chorar mas não consigo,
só consigo ver aquela imagem,
a imagem em que nada digo a você,
e nada faço.
Depois vejo que fiz tudo errado,
e agora já passou,
me lamento e nada me consola...
amor ou ilusão???
Será mesmo?
Tempo que vejo escapar entre meus dedos,
tempo em que convivi com você,
tempo, que tempo?!
Solidão e lamentações,
lamentos e amarguras,
sinto, e nada posso fazer.
Vejo uma luz no fim do túnel,
embora não esteja sonhando.
Vejo o meu amor conversando com um anjo
e nada sei e nada imagino.
Quero saber o que passa,
mas nada me diz,
sinto apenas meu coração bater,
mas bate descompassado.
Agora tudo foi resolvido,
vejo você com outro,
e nada posso fazer.
Tento chorar, mas não consigo,
só consigo ver aquela imagem,
a imagem em que nada digo a você,
e nada faço.
Depois vejo que fiz tudo errado,
e agora já passou,
me lamento e nada me consola...
amor ou ilusão???
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