Quando duas Pessoas se Amam
A LIBERDADE ESPIRITUAL
Para muitas pessoas religiosas ou espirituais, isso pode ser uma verdade difícil de engolir.
A verdadeira iluminação não é o que realmente queremos. Não é nem um pouco emocionante, mas é totalmente comum.
Apesar disso, a maior parte da espiritualidade é construída sobre a busca do extraordinário.
Altos níveis de frequência não o levam necessariamente a experiências "espirituais".
Na verdade, altos níveis de frequência destroem a própria ilusão de que existe algo como uma experiência “espiritual”.
Na cultura contemporânea da nova era, o materialismo espiritual é abundante - ou seja, as pessoas agora têm uma nova droga chamada busca da verdade.
É importante entender que não há nada de errado com nenhuma dessas coisas.
Se você é levado a buscar algo mais elevado, então algo está empurrando você, levando-o a algum lugar.
Se você segui-lo até sua conclusão natural, ele revelará seu verdadeiro caminho no final.
Para algumas pessoas, buscar é um caminho direto para a transcendência, mas para outras serve simplesmente como uma distração que as afasta ainda mais de sua verdadeira natureza.
A Vitimização impede o buscador espiritual de seguir seu impulso até sua conclusão natural. Ele faz isso identificando-se com a forma do ensino, ou com o professor, ou com o próprio caminho. Portanto, vemos três categorias básicas de pessoas em um caminho espiritual - aquelas que estão presas pela estrutura de um determinado ensinamento, aquelas que estão presas pelo poder magnético de um professor particular e aquelas que estão presas por sua própria compulsão constante de ser um turista espiritual.
Todas essas três armadilhas espirituais são estágios autênticos de qualquer caminho que acabará levando à verdadeira liberdade, mas todas as três também se disfarçam como a própria liberdade. Estes são alguns dos níveis mais sutis da Sombra da Vitimização.
A verdadeira liberdade não tem nada a ver com a forma como gastamos nosso tempo no plano material.
A verdadeira liberdade não é um efeito. É uma espécie de espaço sempre em expansão que surge espontaneamente dentro de você quando você passa a entender o quão profundamente você foi vitimizado por suas próprias crenças centrais.
“Aprenda a abandonar aquilo que te atrasa, sejam hábitos, pessoas ou qualquer outro peso. Nem tudo precisa acompanhar você até o fim, pois o sentido da jornada está em percorrer o caminho com propósito.” — Leonardo Azevedo.
“Algumas pessoas passam pela nossa história. Outras deixam uma sombra tão profunda que continuam existindo mesmo depois da partida.”
— Juliana Hoffmann Liska
“Tenho dentro de mim uma biblioteca de pessoas que o tempo levou, mas que a memória recusou abandonar.”
— Juliana Hoffmann Liska
Que não sejamos pessoas que atravessam décadas sem sair emocionalmente do mesmo lugar, transformando feridas em altares e culpando os outros pela coragem que nos faltou para confrontar a nós mesmos.
“Talvez não sejam as pessoas que nos julgam, mas os pensamentos que criamos a partir daquilo que imaginamos que elas pensam sobre nós. E, muitas vezes, são esses pensamentos que, silenciosamente, nos destroem por dentro.”
A justiça de Deus nunca falhará. Pode parecer que a injustiça venceu por um tempo, que pessoas erradas prosperaram ou que aquilo que você sofreu ficou sem resposta. Mas Deus vê o que ninguém vê, conhece a verdade..."
Nem sempre as coisas grandes são grandes coisas. O problema é para a maioria das pessoas é o contrário.
Encontrei mais pessoas sinceras e de coração simples, no meio dos "loucos" do que no meio daqueles que se dizem "normais"
Sendo assim eu que era estimado pela massa e esperava ser normal me vi também como louco, por não aceitar despir-se da liberdade!
Não é o lugar, não é a roupa, não são as pessoas, não são as dúvidas, não são os erros... mas a sua falta de coragem, em enfrentar tudo isso que ti prende e ti impede de seguir, você e mais ninguém é responsável pelo o seu mundo, sua realidade, diga a si mesmo, basta, aprenda a ser feliz consigo mesmo ou , sempre será um escravo da opinião alheia, se ame, se valorize se respeite ............
“Não se trata apenas de onde eu cheguei, mas de quantas pessoas eu decido levar junto para o topo. A minha riqueza é o passaporte para a virada de jogo de cada um de vocês.”
Viver com medo de decepcionar os outros é carregar um peso invisível todos os dias. Muitas pessoas aprendem, desde cedo, a agradar, corresponder expectativas e esconder sentimentos para não serem rejeitadas. Aos poucos, passam a medir o próprio valor pela aprovação alheia e deixam de ouvir a própria voz. O problema é que, nessa tentativa constante de ser suficiente para todos, corre-se o risco de deixar de ser verdadeiro consigo mesmo.
Esse medo pode parecer cuidado, responsabilidade ou até amor, mas, quando se torna excesso, vira prisão. A pessoa começa a dizer “sim” quando queria dizer “não”, aceita caminhos que não deseja seguir e silencia partes importantes da própria essência. Com o tempo, já não sabe mais o que sente, o que quer ou quem realmente é.
Por isso, amadurecer também significa entender que decepcionar faz parte da vida. Nem sempre será possível atender às expectativas de todos. E tudo bem. Mais doloroso do que desapontar alguém é olhar para dentro e perceber que, para agradar o mundo, você abandonou a si mesmo e esqueceu seus sonhos pelo caminho.
A história não é feita apenas de grandes batalhas ou tratados — é escrita por pessoas que ousaram existir de forma intransigente. Hammurabi, há quatro mil anos, compreendeu que a justiça precisava ser escrita para ser real, mesmo que imperfeita. Aristóteles, séculos depois, desafiou o mundo a pensar, a questionar, a não aceitar verdades prontas. Joana d'Arc, com dezenove anos, provou que a coragem não pede permissão — ela simplesmente age, mesmo quando a fogueira a espera. Rosa Parks, cansada, recusou-se a ceder o assento e desencadeou uma revolução sentada. Angela Davis, presa e perseguida, transformou a cela em púlpito e o silêncio em denúncia. Miriam Makeba, exilada, cantou a África para o mundo e fez do palco um ato político. O que une essas vidas tão distantes? A recusa em ser invisível. Cada um, à sua maneira, disse "eu existo" em voz alta — e o eco ainda ressoa
Muitas pessoas acreditam que o dinheiro está dentro de um grupo fechado, protegido por poucos. Mas a verdade é outra: o dinheiro não está no grupo. Ele está com quem consegue ficar entre os dois grupos, se mover, observar e ligar as informações que os outros não enxergam. Quem apenas trabalha duro, sem olhar ao redor, muitas vezes fica parado no mesmo lugar.
Pense no boi de uma fazenda. Ele é quem mais trabalha. Arar a terra do nascer ao pôr do sol, puxar peso, suar no sol quente. No entanto, no final do dia, não é dono sequer de um palmo da terra que arou. O boi entrega a força, mas não decide o destino da colheita. Quem decide é quem observa, conecta e age com inteligência.
Pare e pense com honestidade. Às vezes o dinheiro chega até você. Surge uma oportunidade, uma ideia, um caminho novo. Mas uma mente miserável, acostumada a se sentir pequena, repeli logo dizendo: “isso não é pra mim”. E assim a chance se afasta.
O mundo não recompensa só o esforço cego. Recompensa quem aprende a se posicionar entre as partes, quem liga pontos e quem acredita que merece avançar. Trabalhe, sim. Mas não seja apenas o boi. Seja também quem enxerga além da cerca e decide o próprio caminho.
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