Quando a Gente se Encontrou
Existem coisas que só fazem sentido quando somos nós mesmos que arrumamos. A vida, por exemplo, é uma casa com cômodos únicos, cheios de memórias, cheiros e jeitos só nossos. Quando temos a chave, podemos deixar a luz entrar do nosso jeito, escolher onde cada livro vai ficar, qual janela abre primeiro, o que merece estar à mostra e o que a gente guarda com carinho no fundo da gaveta.
Mas, às vezes, por carinho, por cansaço ou por insegurança, entregamos essa chave a outra pessoa. E quando ela entra, ela pode mudar os móveis de lugar, trocar o nosso sofá de lado, reorganizar nossas emoções sem saber das histórias por trás de cada objeto.
A verdade é que ninguém conhece a alma da nossa casa como a gente. Ninguém entende o motivo daquele quadro torto, daquela planta na janela ou daquele silêncio que mora no quarto.
Por isso, cuide da sua chave. Entregar a chave da sua essência é um ato de confiança muito grande — e nem todo mundo sabe respeitar o espaço sagrado que existe dentro da gente.
Mantenha as portas abertas pra quem vem somar, não pra quem quer redecorar sua essência. Sua casa, sua vida, seu coração… merecem ser organizados por alguém que entenda o valor de cada detalhe: você mesmo!
Data: 30 de Março de 2026
Quando nos esforçamos para entender sobre o autismo, criamos um ambiente de compreensão e inclusão.
Quando a Palavra de Deus se torna o alicerce principal e a referência absoluta em nossas vidas, experimentaremos tudo o que ela nos reserva. Desfrutaremos, então, de uma vida próspera, saudável e sempre honrada.
Quando nos arrependemos, quebrantamos e humilhamos verdadeiramente diante de Deus, percebemos que a vida plena e abundante com Ele requer caminhar segundo seus princípios e padrões de santidade.
Quando Deus, por meio de Cristo, nos justifica através da Sua graça salvífica, Ele deseja demonstrar a imensidão, a perfeição e a incondicionalidade do Seu amor por nós. Esse amor, que ultrapassa todo o nosso entendimento, é o motivo pelo qual não sucumbimos aos nossos próprios pecados e às nossas iniquidades interiores.
Às vezes, nos iludimos com a saudade, mas isso só acontece quando esquecemos as dores e os momentos ruins que vivemos.
Eu te amo.
Como quando a lua beija o mar no pôr do sol.
Eu te amo como o sol beija a terra ao amanhecer. Como amo ver as estrelas ao anoitecer.
Como o mar nos traz calmaria só de ver.
Mas também nos traz medo de se perder.
Me perdoe, por te amar mais do que deveria.
Viver hoje é um chamado para sermos plenamente conscientes de cada instante. Quando abraçamos o presente com equilíbrio, encontramos a serenidade que nos permite lidar com desafios e celebrar pequenas vitórias. A constância em nossa jornada nos ensina que cada passo, por menor que seja, contribui para a nossa evolução. Ao praticarmos a atenção plena, percebemos que o hoje é o único tempo real, onde podemos transformar pensamentos em ações positivas. É nesse espaço que o equilíbrio e a constância se unem, nos conduzindo a uma vida mais harmoniosa, autêntica e repleta de significado.
Quando meu último suspiro chegar, que meus saberes me acompanhem, como um legado invisível que nunca se apaga.
Sorrir enquanto o mundo queima e dançar sobre os destroços não é loucura quando não há mais nada a perder. O que vier, só apimenta o jogo.
Querido vazio, mas uma dia lhe encaro no espelho.
Te perguntando quando irar responder as perguntas da minha gaveta de porquês?
Você me encara de volta. tão silenciosamente quanto ontem ou quanto semana passada.
É, mais uma pergunta engavetada.
Quando temos que forçar qualquer coisa, estamos fazendo mal a nós mesmos. Devemos ser livres e tomar decisões que nos façam bem. Jamais participe de reuniões que não queira participar. Aprenda a dizer não. Priorize-se! Se não cabe, não force! Se te evitam, não os incomode mais.
Quanto mais você é visto e ouvido, mais comum você parece. Quando algo é mais disponível é menos valorizado. Consideram-no garantido.
Quando você nutre uma antipatia por certa pessoa e ela tenta te explicar algo muito importante para a sua vida, em geral você se nega a entender.
Quando insatisfeita eu não dou o troco, eu fecho a conta. Pago, levanto da mesa e vou embora. E se eu precisar voltar? Eu irei para outro lugar. Mas, se o outro lugar estiver fechado? Faço pipoca, como biscoito ou miojo. Só não volto mais. Isso não é sobre restaurante.
