Quando a Gente se Encontrou
Nem Sempre o Que Pensamos São As Vontades do Coração, Porque Tudo Tem Que Ser Tão Complicado, Quando Na Verdade é Bem Simples de Se Entender.
Não penso no futuro por que ele ja tera terminado e nascido novamente quando eu terminar de pensar e se ele não vier de que adiantou pensar é um ciclo vicioso que só o fim pode parar...
Quando o amor me deixar triste
não chorarei,
não lamentarei,
não sentirei pena de mim...
Pois me acompanha o consolo
de que essa felicidade não era mesmo
o meu maior objetivo.
Se me perguntares
qual era então o objetivo,
respondo sem receios,
fugir da solidão...
Mas o triste mesmo em tudo isso
é que às vezes, ou melhor,
muitas vezes
é impossível fugir da solidão.
Hoje estou só.
Hoje estou triste.
Hoje nada me consola...
Solidão.
Quando nos sentamos em frente do computador duas pessoas nos acompanham, à direita fica o Anjo de Deus e à nossa esquerda fica o Anjo do Mau. A quem iremos dar ouvido e obedecer? Da escolha que fizeres será uma questão de vida ou morte.
Todas as pessoas querem se sentir seguras quando lhe são oferecidas algumas coisas. Elas querem obter um benefício.
Do contrário, baterão a porta na sua cara.
Passei tanto tempo procurando resposta para as minhas perguntas, quando descobri que eu sou a resposta para todas elas!
Quando a vida trás um problema para nós ela vem sorrindo, cabe a nós sorrir de volta e mostrar que somos maiores que o problema.
SEM DIZER ÁGUA VAI
Significado: Sem aviso prévio; inesperadamente.
Origem: Quando ainda não havia esgotos nas cidades,
os moradores lançavam a água usada pelas janelas, usando
sempre o indispensável grito de alerta. Água vai...!
É compreensível a intolerância às pessoas que costumavam
lançar seus dejectos à rua sem o costumeiro grito.
Um dia tentei me desidentificar do Ego, me vi indefesa. Foi quando percebi que sem ele já teriam me destruído
As portas do inferno se abriram para mim, quando eu te conheci e as do céu para você, quando me conheceu.
João Satyrio
Sorria quando o sol raiava.
Saia cedo pra longa lida.
Em seus braços que não paravam,
Marcas de fracas cicatrizes.
Chapéu desgastado na cabeça,
Tinha a pele queimada de sol.
Suas inseparáveis botas,
Em ruído lhe anunciavam.
Sempre andava com coragem,
Munido de fé na alma.
Morava no fim do mundo.
Achava que tinha tudo.
E será que não tinha mesmo?
Homem de poucos sonhos,
Muitos não querem mais
Que saúde e vida de paz.
Mesmo assim no final das contas:
A vista não era de alcançar,
Tamanhas foram suas conquistas.
Terra bela de se admirar!
Foi o mesmo até o fim.
Morreu com suas botas
E aquele chapéu na cabeça,
Num dia de trabalho pesado.
E nunca se viu tanto choro,
Como em volta de seu caixão.
Homem de poucas palavras,
Força imensa e grande coração.
A saudade leva a compartilhar
A lembrança de garra.
Família grande que o trás,
De geração em geração.
"A dor de não ser reconhecido
É a mesma dor de uma cãimbra
Quando dói, dói
Quando não dói, é porque existe um certo potássio"
