Quando a Gente se Encontrou
A Grandeza da Humildade
Pouco conhecimento, quando não acompanhado de sabedoria, pode gerar insolência e levar a pessoa a acreditar que sua própria imagem está acima de tudo e de todos, fazendo com que fale constantemente de si mesma.
A presunção é uma das raízes de muitas fraquezas, pois nos impede de perceber e valorizar aqueles que verdadeiramente nos cercam e nos estimam.
Já aqueles que buscam o verdadeiro conhecimento compreendem que inteligência, por si só, não basta. Muitas vezes, precisam mais de bondade, sensibilidade e ternura do que de razão.
Quanto maior a humildade, mais próxima está a verdadeira grandeza.
Ser despretensioso é fundamental para o desenvolvimento de todas as virtudes, pois sem humildade, nenhuma virtude se sustenta plenamente. O equilíbrio nasce quando reconhecemos nossas limitações e entendemos que nem tudo depende exclusivamente de nós.
Aqueles que não conhecem o amor dificilmente compreenderão o verdadeiro significado de ceder. Ceder não é sinal de fraqueza, mas demonstração de maturidade, sabedoria e consciência dos próprios limites.
Por isso, busque conhecimento, cultive a humildade e ame o próximo como a si mesmo — porém respeitando quem ele é, e não tentando moldá-lo àquilo que você gostaria que fosse.
Aprender a conviver com as falhas do outro também é uma das mais nobres expressões do amor.
Existem pessoas tão maldosos(as) que quando morrem, o Diabo vai lhes ofertar um cemitério de lamentação no inferno, o fogo da pessoa maldoso jamais vai se apagar!
“O esforço do advogado revela-se quando, mesmo diante das dificuldades, insiste em fazer da lei um instrumento de dignidade para o cidadão comum.”
Fingir-se de bobo é muito divertido.
Há muita liberdade quando as pessoas pensam que você é um idiota.
Quando os fatos não convencem, se juntam a outros fatos que passaram batidos e a outros fatos vão se juntando e outros fatos vão aparecendo e os fatos vão se acumulando e a conclusão da situação resumida no ditado de Lao Tze se faz
Só se pode encher um vaso até a borda
nem uma gota a mais
Quando as más evidências não bastam para conscientizar, as consequências ruins passam então a ser por merecimento.
É desanimador quando palavras como combate a corrupção e patriotismo saem da boca da hipocrisia e desonestidade.
Quando os emissários do demônio saem pra rua para pedir intervenção militar
Fica evidente que o inferno assumiu o poder e o diabo está governando
Será irônico quando os mesmos convenientes que votaram para abrandar as leis, se virem vítimas dos crimes que tanto lutaram para defender.
Quando determinado número de pessoas, consegue ou pelo menos tenta conviver em honestidade, justiça, respeito e paz, a harmonia se faz e consequentemente coisas boas acontecem. Como um justo retorno, uma recompensa pela justa ação, por fazer o que é correto e de todos é obrigação.
“Há uma liberdade silenciosa em viver sem a necessidade de aprovação. Quando percebemos que a voz alheia não define o nosso caminho, compreendemos que a verdadeira paz nasce no intervalo entre o que dizem e o que somos. A maturidade está em ouvir sem se abalar, seguir sem se justificar e lembrar que a dignidade nunca depende do aplauso de ninguém.
A pedagogia do silêncio
O silêncio, quando acolhido sem defesa, torna-se um mestre discreto.
Não te chamaram? — talvez não pertenças ao pequeno mundo de onde vêm os convites.
Não te contaram? — o silêncio é, muitas vezes, a forma mais sincera de revelação.
Mentiram para você? — a falsidade denuncia apenas o caráter de quem a profere.
Não te incluíram? — certas portas fechadas preservam tua dignidade.
Não te responderam? — insistir onde não há retorno é ferir a si mesmo.
Caminha com quem reconhece teu valor.
E, quando fores tua única companhia, lembra-se: a solidão educa, a inveja corrói e o silêncio desvela o que as palavras disfarçam.
Quando o pensamento não encontra o caminho, o silêncio abre uma vereda invisível, onde as respostas nascem como luz atrás da montanha.
“Somos forasteiros em um mundo que não nos pertence. Quando o último dia chegar, não haverá tesouro capaz de acompanhar nossos passos; tudo ficará. Mas as lembranças que deixamos, estas, sim, terão força para atravessar os anos. Cada gesto, cada escolha, cada renúncia feita em nome do outro ergue uma ponte entre a nossa finitude e a eternidade da memória humana. Nada levaremos, mas podemos deixar marcas que nenhum esquecimento apagará"
“Quando a vida é conduzida com vocação, o tempo deixa de ser agente de erosão e se transforma em critério de verdade. Aquilo que nasce do mero impulso se esvai, contudo, o que brota da vocação resiste, amadurece e se legitima. O tempo, nesse caso, não corrói, apenas revela.”
“Quando a existência se orienta pela vocação, o tempo deixa de ser força de desgaste e passa a ser instância de legitimação.”
“Há uma prudência silenciosa na alma que reconhece quando um lugar deixa de ser escola de virtudes e passa a tornar-se campo de desgaste. O espírito disciplinado não se apega ao que corrói, nem insiste onde a razão já advertiu sobre o dano. Afastar-se, nesses casos, não é fraqueza, mas exercício de governo interior, é uma escolha serena de preservar a própria integridade, como quem guarda a chama da lucidez contra ventos que apenas consomem e não edificam.”
"Quando a força decide antes da razão, os fatos deixam de ser escrutinados e não passam de uma simulação, dando lugar a acusações sem provas, julgamentos sem escuta e punições sem justiça. A verdade, ainda que íntegra e coerente, torna-se vulnerável quando não encontra instituições capazes de defendê-la, e o poder que não reconhece limites transforma o processo em mera aparência e a lei em instrumento de vontade. Por isso, a verdadeira justiça não poderia nascer da superioridade do mais forte, mas da existência de freios que submetam o poder à razão, porque onde a força governa sem limites, a inocência é sempre a primeira vítima e a civilização começa a ruir em silêncio".
"Quando o poder se agita, revela sua fragilidade e quando a justiça permanece serena, revela sua força. Porque toda força que precisa impor-se denuncia sua própria insuficiência, ao passo que a razão que julga com equilíbrio torna-se fundamento de ordem que não depende do temor, mas da confiança, porquanto é dessa confiança, paciente e racional, que nasce a autoridade que resiste ao tempo e às tempestades da vontade humana."
