Quando a Gente se Encontrou

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"Como você pode falar de coração e sentimentos, quando suas entranhas estão podres."

Sempre gostei de simplicidade.
Uma pessoa simples é autêntica, sabe o que quer.
Quando ama, ama de verdade, quando confia, confia de verdade,
quando despreza, despreza de verdade.

Tem sentimentos verdadeiros, palavras sinceras
e atitudes certas.

Tem um coração aberto, chegando a ser bobo,
mas por trás do seu bobo coração, se esconde a sabedoria
que se cala quando preciso
e que age quando necessário.

Uma pessoa simples tem um olhar diferente,
uma atitude de gente, e sabe o verdadeiro significado
do que é conviver com gente.

Uma pessoa simples tem cheiro de flor.

Saudade da minha infância, quando não me preocupava com despesas, brigas, pessoas interesseiras e de quando meu maior problema era não ter minha vontade feita pelos meus pais.
Saudade de quando tive certeza que certos amores seriam eternos e que eu jamais me decepcionaria.
Saudade de quando não existiam brigas na família, decepções com amizades e nem injustiças no trabalho.
Saudade de quando a vida era muito mais simples e eu achava que tinha algum problema.

Os olhos deixam de ver quando o coração deseja que sejam cegos.

Quando você conhece a sensação de fracasso, a determinação persegue o sucesso.

Quando você se impõe uma responsabilidade grande demais, você se destrói a si mesmo.

Só quem tem cães pode entender o amor incondicional que eles oferecem e a dor imensa quando eles se vão.

Quando aprendemos enfim a viver sozinhos, descobrimos que pessoas comuns não servem pra muita coisa. E passamos a admirar os loucos.

A prova real do amor é quando somos capazes de amar quem é desagradável; quem é incapaz de retribuir.

E sigo estragando tudo, só pra não ficar pior depois. Quando eles finalmente se cansam e caem fora porque eu sou louca de pedra, eu fico satisfeita. Volto pra fossa por um tempo, sem mistérios, já conheço bem o lugar e a porta de saída. E penso "Viu, sabia que eu tava certa". Talvez eu até esteja errada, mas que se dane. Se uma pessoa não tem paciência nem pra conquistar minha confiança e afastar meus medos, o que eu posso esperar então? Sou quebra-cabeça de 500 mil peças, quem não tiver capacidade, tenta um jogo mais fácil. Eu supero e agradeço.

No Brasil e no mundo, a estupidez anda triunfante

Quando vi a cabeça decepada do pobre americano, com seu bigode morto, tristemente olhando o nada, com a sombra do carrasco e seu alfanje por trás, pensei horrorizado:

A burrice, a estupidez mais crassa está tomando o poder no mundo. A crescente complexidade da vida social, a superpopulação, o fracasso de ideologias, o declínio da esperança, tudo leva os homens a uma infinita fome de burrice, seja pela religião fanatizada ou pelo desejo de um populismo autoritário.

Nos anos 60, parecia que o mundo ia descobrir um re-encantamento laico, com a glória da juventude, a alegria da democracia criativa, que a inteligência teria um lugar no poder, que a ciência e a arte iam nos trazer uma nova
beleza de viver. Em 68, não foram apenas as revoltas juvenis que morreram; começou a nascer uma vida congestionada, sem espaço para sutilezas de liberdade. Os anos 70 foram inaugurados com a frase de Lennon de que “o sonho acabara” e com a morte sintomática de Janis Joplin e Hendrix, com o fim dos Beatles e com a chegada dos caretas “embalos de sábado à noite”. Parece bobagem, mas eram sintomas. Uma falsa “liberdade” jorrou do mercado de massas e a volta da burrice foi triunfal.

O mercado e o poder começam a programar nosso desejo por simplismos e obviedades. Cresceu na sociedade uma sede da burrice, como mostra a declaração de muitos jovens austríacos que disseram há tempos: “Votamos no Haider (o neonazista) porque não agüentamos mais a monotonia da política”, o tédio do “bem”, do “correto”, do “democrático”!


Sente-se no ar também uma grande fome de chefes. Daqui a um tempo pode ser que ninguém queira ser livre. Ninguém quer a liberdade fraternal. O sucesso planetário dos evangélicos, as massas delirando com ídolos de rock mostram que em breve talvez ninguém agüentará a solidão da democracia, todos vão querer exércitos de slogans irracionais e o fundamentalismo da crueldade pratica, das “soluções finais”.

A grande sedução do simplismo (e do mal) é que ele é uno, com contornos concretos, visível. Mata-se um sujeito e ele cai, vira uma “coisa nossa”, apropriada como objeto total. Nada mais claro que um cadáver, decapitado no
Iraque ou na favela do Rio. Por outro lado, a democracia, pressupõe tolerância, autocontrole da parte maldita animal, implica em renuncias, implica numa angustiosa contemplação da diferença, em meio a uma paz hoje sinistra, num tédio de catástrofes sem sangue. A estupidez, não: ela é clara, excitante, eficiente. Há a restauração alegre da parvoíce, da imbecilidade, sempre com a sombra da “direita” ou da “esquerda” por trás. Lá fora, Forrest Gump, o herói-babaca, foi o precursor; Bush é seu efeito.

Ele se orgulha de sua burrice. Outro dia, em Yale, ele disse: “Eu sou a prova de que os maus estudantes podem ser presidentes dos EUA”. É a vitória da testa curta, o triunfo das toupeiras. Inteligência é chato; traz angustia, com seus labirintos. Inteligência nos desampara; burrice consola, explica. O bom asno é bem-vindo, enquanto o inteligente é olhado de esguelha. Na burrice, não há duvidas. A burrice não tem fraturas. A burrice alivia - o erro é sempre do outro. A burrice dá mais ibope, é mais fácil de entender. A burrice até dá mais dinheiro; é mais “comercial”. A burrice ativa parece até uma forma perversa de “liberdade”. A burrice é a ignorância ativa, a burrice é a ignorância com fome de sentido. O problema é que a burrice no poder chama-se “fascismo”.

No Brasil, contaminado pelo ar-do-tempo, a burrice e a fome de simplismo dominam a política, a cultura e a vida social. Vivemos em suspense, pois o pensamento petista é ambivalente e, apesar da base pragmática de Lula no
ABC, contém em seu corpo a idéia de “confronto”, de “luta de classes”, contém nas cabeças a idéia de “tomada” de poder, de “revolução”, como tumores inoperáveis. Apesar do governo tentar aprofundar a herança de FHC,
com a reforma do Estado e o respeito à democracia, qualquer marola faz aparecer o maniqueísmo subjacente. Lula é mesmo uma contradição encarnada: operário e presidente, excluído e incluído, ex-revolucionario e reformista,
o que faz esse governo pensar e trabalhar com conceitos deterministas que caducaram. Por outro lado, ninguém tem certeza de nada, fica tudo numa zona cinzenta de “achismos” e profecias emocionais. Rola no governo um micro bolchevismo e uma mal-ajambrada pratica da democracia e das alianças que nos leva uma paralisia que pode ser chamada de burrice. Essa ambivalência provoca a falta de coragem para tentar, para imaginar, para errar. A mula empaca entre duas estradas. A burrice ideológica atrapalha a vida nacional, retardando processos, escolhendo caminhos tortos. Está na raiz de nosso populismo caipira de “esquerda”. Muita gente acha que a burrice é a moradia da verdade, como se houvesse algo de “sagrado” na ignorância dos pobres, uma sabedoria que pode desmascarar a mentira “inteligente” do mundo. “Só os pobres de espírito verão Deus”, reza nossa tradição. Nesta festa caipira que rola no poder petista, há uma grande fome de regressismo, de voltar para a “taba”, para ou o casebre com farinha, paçoca e violinha. Muitos acham que, do simplismo, da santa ignorância viria a solidariedade, a paz, que deteria a marcha do mercado voraz, da violência do poder. É a utopia de cabeça para baixo, o culto populista da marcha-a-ré.

Outro dia, vi na TV um daqueles “bispos” de Jesus de terno-e-gravata clamando para uma multidão de fieis: “Não tenham pensamentos livres; o Diabo é que os inventa!”.

Qualquer programa de uma nova esquerda, de uma terceira via, tem de passar pela aceitação da democracia. Dividido, esquizofrênico, como disse Dirceu - seu lado maníaco - o PT que hoje está no Executivo nos mostra como a luta de classes atua até na microfísica de uma organização política, como um bando de pequenos burgueses pode atrapalhar seus próprios objetivos. Nunca a burrice fez tanto sucesso.

Hoje eu adoro falar. E falo demais, sobre todos os assuntos. Principalmente quando não devo, quando não querem. Só depois eu vou lembrar que devo ter falado besteira. Mas não ligo, não. Falo mesmo, me contradigo.
Amanhã... Amanhã sou tímida demais pra falar qualquer coisa. Não tenho assunto, sabe como é. Prefiro ficar quieta. Faz bem perceber que minha opinião não teria encaixado bem no momento. É, melhor ficar no meu canto.
Eu, diferente? Loucura da sua cabeça. Eu tô igualzinha, querido, só não tô a fim de falar.

Quando uma pessoa desiste de um relacionamento, não há nada que você possa fazer para segurá-la.

Tem pessoas tão surreais que acham que todos devem gostar delas quando nem elas mesmas se gostam.

CRÔNICA: Tenho saudade de quando eu era ingênua, porque hoje vejo as coisas e não consigo ficar calada.

Quando evoluímos sofremos mais porque começamos a ver mais as coisas e entender a dinâmica de tudo. Quando de certa forma era "alienada" eu não sofria tanto com o descaso, a indiferença, o egocentrismo, e tantas outras coisas, porque não perdia tempo analisando as coisas.

As pessoas cada vez mais estão egocêntricas, achando que o mundo gira ao redor delas. Que tudo deve parar porque essa está sofrendo, ou porque quer atenção, carinho. O que vejo, é falsidade, as pessoas disputam popularidade, as pessoas disputam quem é mais amigo de quem. Pura bobagem. Engana a si mesmo.

Poderia nem perder tempo falando disso, mas o fato, é que várias pessoas tem dito o mesmo. Pensei que eu estava sendo impaciente e intolerante, e de fato de algum tempo pra cá sim, principalmente porque vamos vendo muitas coisas. Deveria levar como muitos levam na hipocrisia e sorriso amarelo. Ahhh o dia que eu conseguir ser assim, de duas uma, ou morri, ou evolui, ou me tornei a mais hipócrita de todos.

Sei que as relações humanas precisam disso, de engolir sapos, de tolerar, de ter paciência, de ceder. Sei que o mundo não vai mudar porque quero. Mas que mania feia algumas pessoas tem... Vejo pessoas ajudando pessoas, e vejo pessoas sendo mal agradecidas, se sentindo a última bolachinha do pacote, porque afinal , quer todas as atenções voltadas, e acham que não precisam e nunca irão precisar novamente, e se esquecem a acolhida, as palavras sinceras e esquecem o verdadeiro sentido da palavra amizade.

Todo mundo quando passa algum problema pensa que o seu é maior do que do vizinho. Pois bem: Você já procurou saber um pouco mais quais os problemas do vizinho só pra comparar?

Está faltando amizade, está faltando amor, consideração, respeito. O que vejo é pura falsidade de alguns. Tá certo problemas delas. Não me acho melhor do que ninguém. Meu defeito é odiar injustiça.

Então é hora de rever as atitudes, porque muitas vezes, não enxergam né. Sou muito amorosa com as pessoas, mas cansei de ser com quem não merece. Quem merece recebe espontâneo, e vamos ser realistas: Amor não é dar tapinhas nas costas não, porque até o pior idiota as pessoas aplaudem pela maioria. Claro, as pessoas são queridas também, mas amor, não são teorias, e infelismente muitos por aí ficam falando te amo amigo(a). Ama coisa nenhuma!! Larga de ser falso(a)! Só olha pra ele mesmo!!!

Ao contrário do que estão acostumados a ler de mim, semppre coisas bonitas, todos nós temos um lado assim. Somos de carne e osso, e cansa ser idiota de todo mundo. Literalmente uma palhaça. Não cobro retribuiçoes por meu trabalho voluntário, mas que pelo menos haja educação, coisa que está faltando a muita gente. Ninguém é obrigado a ter ninguém que não queira aqui. Nem eu. Alguns, exclui. E to leve! Não que descarto amizades, mas odeio hipocrisia.

Quem ama, sim, mostra. Mas se o outro não merece? Se você dá carinho demais, ahhhh amor nenhum resiste a indiferença, a descaso, a falta de respeito. O amor não é orgulhoso, nem rancoroso, mas as pessoas são. Existe uma coisa acima do amor aos outros que se chama AMOR PRÓPRIO. E quando você o possui você não aceita receber nada abaixo do que falam a você.

Enfim, é meu ponto de vista. Fiz essa nota baseado no conceito de amizades. Antigamente as pessoas eram mais sinceras, menos interesseiras, mais honestas com elas mesmo. Hoje? tudo é comércio. comércio de si. Hoje vale muito mais a pena você ser voluntário(a) em um hospital, em um asilo, ajudar quem precisa de fato, porque realmente essas pessoas necessitam de carinho. Carência, eu tenho, você tem. Mas, fica doente pra você ver! Quando você é útil ao interesse das pessoas, vc é a melhor pessoa do mundo.

Sou sonhadora, romântica, mas vamos combinar, aprendi ser realista também, e esse choque com a realidade é o que muitos estão precisando....

Ninguém tem obrigação de nada. Nem de carregar o problema do outro, nem de carregar. Mas você já parou por um minuto de olhar seus problemas e perceber a necessidade do seu irmão? Falar d Deus, de amor de vida é fácil quero ver praticar. Se já parou pra pensar, já é meio caminho andado.

Devemos seguir em frente nas decisões que tomamos, mas as vezes é preciso voltar a trás, quando possível e desejável, pois nem tudo na vida é eterno, mas nada está perdido para sempre..

É um evento raro, como um arco-íris duplo. Ou quando alguém na internet diz: “Quer saber? Você me convenceu de que eu estava errado.”

Eu fico completamente baratinada quando começam a me perguntar o que vai ser, o que vai acontecer com uma tal coisa. Sei lá, eu não sei onde é que eu vou estar amanhã. Eu sei o que eu to fazendo hoje, agora, o resto não interessa. Talvez o mal é que a gente pede amor o tempo todo. Não se preocupa nunca em dar amor, sem esperar reciprocidade.

O belo fica ainda mais belo, quando também é forte? Pois é.

Quando alguem diz que vc não pode fazer algo, vc tem que lutar e mostrar que ele esta errado.
As pessoas adoram aqueles que ressurgem das cinzas.