Quando a Gente Pensa
Tem coisas que a gente escolhe por que tem escolhas e tem coisas que a gente escolhe por que não tem outra escolha, uma por que se quer outra por que tem que aceitar-se; e acabamos escolhendo sem parar, eis que sempre um lado de escolha vai melhor ganhar, mas o outro lado também não deixará de algo ganhar, que seja a pior ação para uma melhor consequência. Entre metades iguais não idênticas, caminhos diferentes com rotas cruzadas; em um destino desaparecido pré ligado à ponto de ser numa fração desligado nesse profundo anexo sem profundo nexo.
Tem gente que sabe quem você é...
e mesmo assim escolhe te difamar.Você estende a mão, ajuda, acolhe, e ainda assim é ferido.
Porque, quando alguém não quer olhar pra si, precisa distorcer o outro para sustentar a própria MENTIRA.
E é assim que...
quem oferece apoio vira “INSUPORTÁVEL”.
No fim, você descobre que nunca foi sobre você.
Foi sobre o que o outro não consegue admitir.
Te vejo nos detalhes
Tem gente que passa e fica.
Fica no café que você aprende a tomar sem açúcar.
Fica na música que você jurou que não gostava.
Fica no silêncio que virou paz, e não ausência.
Eu só queria te dizer obrigado.
Por cada vez que você me fez ser mais inteiro sem pedir nada em troca.
Por me ensinar que amor não é posse, é expansão.
Que a gente cresce quando deixa o outro livre pra ser.
Sigo daqui pra frente com um pedaço teu que nem sabia que me faltava.
E deixo contigo um pedaço meu pra te lembrar que você pode mais.
A gente se esbarra por aí, na vida, nos sonhos, no que vier.
Porque o que é real não tem ponto final.
Só tem "até já" disfarçado de agora.
Tem caminho de terra batida e tem caminho de mar aberto.
Tem gente que é céu, e tem gente que é tempestade.
Tem amor que planta e tem medo que arranca.
Vi quem estende a mão na dor do outro.
Vi quem desvia o olhar pra não carregar peso que não é seu.
Vi boca que abençoa o dia alheio logo cedo.
Vi boca que tranca bom dia como se custasse ouro.
Vi bondade sem plateia. Vi maldade de terno e gravata.
A vida é isso: gente se cruzando na pressa, escolhendo o que deixa.
Eu escolhi te olhar nos olhos enquanto deu.
Escolhi te desejar estrada leve, mesmo que a minha dobre pra outro lado.
Não vou acenar. Não vou explicar.
Tem despedida que não pede licença, só acontece.
É quando o passo muda de rumo e ninguém nota,
porque o coração já avisou antes da boca.
Se um dia você sentir um vento diferente,
um silêncio bom no meio do barulho,
sabe que sou eu, seguindo.
E te querendo bem, mesmo de longe.
O mundo gira. A gente vai junto, cada um no seu giro.
“Alguns laços a gente não explica… só sente. Talvez seja coisa de raposa: quando cativa, nunca deixa de ser especial.” Espero que goste do livro.
Tem uma armadilha silenciosa na ideia de “facilitar tudo”.
A gente passa a vida tentando tirar as pedras do caminho — evitar dor, erro, demora, desconforto. Mas, sem perceber, ao fazer isso, também apagamos aquilo que dava forma à nossa própria jornada.
As pedras não são desvios. São parte do percurso. São elas que exigem pausa, decisão, coragem. São elas que transformam quem caminha.
Quando tudo é liso, rápido e sem atrito… você até chega. Mas chega sem história, sem aprendizado, sem profundidade.
Porque o caminho nunca foi só sobre chegar. É sobre quem você se torna enquanto atravessa.
A gente costuma esperar grandes acontecimentos para marcar mudanças.
Uma virada, uma crise, um momento decisivo que explique tudo. Mas, na maior parte do tempo, a transformação acontece longe dos holofotes.
Ela está nas pequenas escolhas.
Nos silêncios que você sustenta.
Nos hábitos que você repete todos os dias.
É no quase imperceptível que a alma se move.
O que você faz quando ninguém está olhando, o que você pensa no automático, o que você mantém sem questionar… tudo isso vai moldando, aos poucos, quem você se torna.
Não é só o extraordinário que transforma. O cotidiano também constrói destino.
E, muitas vezes, é nele que as mudanças mais profundas começam.
O luto me deixou marcas muito profundas…
Depois que a gente perde a primeira pessoa que ama de verdade, algo muda para sempre.
É como se a vida passasse a ser vivida com um alerta constante:
“e se hoje for o último dia?”
E, junto com isso, vem o medo.
Se você tem filhos, a mente vai longe…
Você começa a imaginar o impensável.
E se eu perder um deles?
Eu suportaria?
E os outros… como ficariam sem mim, se eu não aguentasse a dor?
Hoje faltam poucos dias para completar 4 anos que minha irmã partiu…
E, ainda assim, eu sinto ela perto.
Às vezes, parece que está a uma risada de distância.
O tempo não apaga.
O tempo não cura da forma que dizem.
Ele mascara.
Ele confunde.
Mas ele não apaga o amor, nem a saudade, nem o desejo de ter aquela pessoa por perto.
Pouco se fala sobre o momento de fechar um caixão…
Sobre entender, de forma definitiva, que você nunca mais vai ver aquela pessoa.
Nunca mais.
Todos os planos… ficam só na memória.
E o que mais dói…
É perceber o que não foi dito.
Eu nunca disse à minha irmã o quanto ela era importante pra mim.
E isso me atravessa até hoje.
Fugi de abraços que hoje dariam tudo para sentir de novo.
Abraços quentes, sinceros… cheios de um amor que eu nunca mais encontrei.
Quatro anos se passaram.
E não existe um dia em que eu não pense nela.
Se ela sentiu dor…
Se ela sabia que estava partindo…
E então vêm as perguntas que não têm resposta:
E se…
E se eu tivesse amado mais?
E se eu tivesse ouvido mais?
E se eu tivesse feito diferente?
“E se…”
Duas palavras simples.
Mas juntas, elas têm o poder de assombrar uma vida inteira.
Eu enterrei minha irmã, meu irmão e meu pai em 8 meses.
E isso não tem explicação.
Não cabe em palavras.
Não cabe em texto.
É um vazio que permanece.
Porque agora?
Porque tão de repente?
Porque comigo?
O luto dói.
E o tempo… não muda isso.
O que muda é a força.
É a graça que Deus vai dando pra gente continuar.
A gente aprende a dizer que está bem…
Vai ao banheiro, chora em silêncio…
E volta pra mesa com um sorriso no rosto,
carregando uma dor que ninguém vê.
E talvez seja por isso que hoje eu só consiga te dizer uma coisa:
Viva o hoje.
Ame hoje.
Fale hoje.
Porque o amanhã…
não é uma promessa.
Bruna Wotkosky - O luto é pessimo…
Tem gente que só lembra da política
no ano eleitoral, assim como assiste o
jogo do seu time apenas na final, não
quer entender o principal.
Liderança:
Vontade legítima e capacitação para desenvolver talentos ("gente") e relacionamentos sadios e duradouros. Sabedoria para discernir e transmitir o "bem", sendo fonte de inspiração e exemplo na construção dos caminhos para a busca constante da superação dos objetivos acordados.
Atitude! Firme, porém com intensa atenção ao amor comportamental, ao respeito e senso de justiça nas intenções e nas ações para com as pessoas.
Às vezes a vida aperta, e aperta forte.
Tem gente que conhece bem esse lugar…
Gente que já foi deixada de lado pelos amigos, esquecida pela família, empurrada para o fundo da fila da vida.
Mas mesmo assim, não desiste.
Segue caminhando com o pouco que tem, com o muito que sente, com a fé que ninguém vê, mas que sustenta por dentro.
Porque quem aprendeu a se levantar sozinho descobre que nunca esteve realmente só.
E é por isso que alguns vencem silenciosamente:
porque continuam, mesmo quando tudo dizia para parar.
Mesmo contra a maré, mesmo com o vento contrario, apenas continua pois tem convicção não vive de momentos mas de propositos, a vida recompensa pessoas assim que são únicas.
Vida Difícil, por Paulo Butura
O Natal chega todos os anos, mas nem sempre encontra a gente no mesmo lugar por dentro.
Alguns chegam cansados, outros feridos, muitos em silêncio. Há quem sorria por fora, mas carregue batalhas que ninguém viu ao longo do ano.
Talvez este Natal não seja sobre mesas cheias ou presentes embrulhados. Talvez seja sobre perceber que, apesar de tudo, você ainda está aqui. Respirando. Tentando. Acreditando, mesmo quando quase desistiu.
O Natal lembra que a esperança não nasce em palácios, nasce em cenários improváveis. Nasce quando tudo parece pequeno demais para dar certo. E, ainda assim, algo novo começa.
Se este ano foi difícil, talvez isso não seja o fim, mas o intervalo necessário para um recomeço mais consciente, mais forte e mais verdadeiro.
Que neste Natal você se permita menos cobranças e mais sentido.
Menos pressa e mais presença.
Porque às vezes o maior presente não é mudar o mundo, é mudar o olhar.
Só queria sentir o toque da sua mão de novo e, finalmente, te dar aquele beijo que a gente deixou pendente!😘
