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Quando a Gente Cresce Descobre Mario Quintana

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Quando o padre apoia uma inovação, ela é má; quando se lhe opõe, ela é boa.

E tal, balbuciando, ama e obedece / à sua mãe, mas, quando adulto, / deseja vê-la enterrada.

O passado existe quando se está infeliz.

O mundo, que não é causador de nenhum bem, é cúmplice de muitas infelicidades; depois, quando vê eclodir o mal que ele maternalmente chocou, renega-o e vinga-se.

Quando Jean-Paul Sartre morreu, era Simone de Beauvoir quem eles deviam ter enterrado.

Só quando já não se tiver finalidades na vida é que se é realmente livre.

Quando nos fazemos entender falamos sempre bem.

Quando o homem é muito feliz, fica sozinho; e fica igualmente sozinho quando é muito infeliz.

Os indivíduos só são heróis quando não podem agir de outra maneira.

Quando as possibilidades estão em baixa, mergulhe em seus recursos — você tem mais do que pensa!

Quando não se possa escolher senão entre a cobardia e a violência, aconselharei a violência.

Quando se nega a alguém a oportunidade de tomar decisões importantes, ele começa a achar importantes as decisões que lhe permitem tomar.

Ao querermos, enganamo-nos muitas vezes. Mas quando nunca queremos, enganamo-nos sempre.

Quando Deus fecha uma porta, ele pode estar abrindo uma janela.

O amor-próprio do tolo, quando se exalta, é sempre o mais escandaloso.

Gato. Um autômato flexível e indestrutível, fornecido pela natureza para ser chutado quando as coisas vão mal no círculo doméstico.

Quando o nosso ódio é demasiado vivo, colocamo-nos abaixo daqueles que odiamos.

Estamos mais preparados para tentar o não tentado quando o que fazemos é inconsequente. Daí o fato notável de que muitas invenções tenham começado como brinquedos.

Eric Hoffer
Between the Devil and the Drago

Mors Amor

Esse negro corcel, cujas passadas
Escuto em sonhos, quando a sombra desce,
E, passando a galope, me aparece
Da noite nas fantásticas estradas,

Donde vem ele? Que regiões sagradas
E terríveis cruzou, que assim parece
Tenebroso e sublime, e lhe estremece
Não sei que horror nas crinas agitadas?

Um cavaleiro de expressão potente,
Formidável, mas plácido, no porte,
Vestido de armadura reluzente,

Cavalga a fera estranha sem temor:
E o corcel negro diz: "Eu sou a morte!"
Responde o cavaleiro: "Eu sou o Amor!"

O arrependimento esquece quando cessa o castigo.