Quando a Gente Cresce Descobre Mario Quintana
Cura e Vida!
Quando percebo que meu Ser é a minha mais nobre morada sinto-me inteira e feliz. Descarto o sofrimento de querer, por querer, apenas aceito o que recebo com as duas mãos em plena gratidão.
A luz se abre, se ascende, as cores e tudo se torna vivo e cheio de amor. O maior caminho para se sair do sofrimento é aceitar de imediato, acreditar que tudo pode mudar, tudo tem movimento e vida.
A lição mais importante é que sempre devemos enviar cura e vida a todos os seres, pois mesmo aqueles que "achamos" que já se foi ainda vive, ele pulsa numa outra esfera, não mais na esfera chamada Terra, mas na esfera Astral. E lá, não há morte, só vida!
Devemos enviar cura, amor, luz e vida a nós mesmos, aos outros seres e ao Universo inteiro.
Gratidão
Quando a vi
Achei que a conhecia de algum lugar
Era deslumbrante
A sua maneira de olhar
Quis conversar
Mas o que dizer?
Sou tímido de nascença
Para tentar lhe conhecer
Sem perceber
Eu me apaixonei
Por uma garota que mal conhecia
Mas isso é o amor
Sem que notasse
A admirava de longe
Queria todo aquele momento
Que naquela pessoa se esconde
Quando menos esperava
Você a mim se dirigiu
Com belas e doces palavras
Que o meu coração atingiu
Mal pude eu conversar
Mal pude eu entender
Estava diante de uma pessoa tão bela
Que mal pude responder
Tão linda, tão meiga
Tão bela, tão negra,
Tão ela, tão nela
Se esconde toda uma riqueza.
Quando eu finalmente encontro certezas absolutas e adquiro um foco, lá vem a vida me mostrar a inutilidade de fazer planos. E, curiosamente, eu tenho a interrupta sensação de que o todo-poderoso adora brincar comigo. Na verdade, acho que ele faz isso com todo mundo. Não tem outra explicação pra tanta reviravolta num caminho. E a idéia de que ele sabe bem o que faz tem sido meio duvidosa por aqui. Ontem eu implorei pra Ele ajeitar a minha vida, e hoje Ele já começa a aprontar comigo. "OOO, psiu, se existe algum Deus aí em cima, será que Você poderia por favor perceber que eu tô tentando ser feliz por aqui?"E Ele ficou em silêncio. Ás vezes eu até esqueço o que eu tô fazendo aqui embaixo, e pelo visto, ele também não lembra.
Enquanto viver buscarei a felicidade por que pra viver precisa de motivos, e quando a encontrar vo segurar com todas as minhas forças, nesse mundo de tristeza e solidão cada um que agarre sua felicidade primeiro e quando ela chegar não a deixe passar, duas chances é bem dificil acontecer por isso que digo va atras da sua felicidade se você sabe por onde anda, quem é,ou quem foi, encontre-a.
Namorados
Há tempos...
quando estava a caminho, voltavam,
quando me virava, seguiam,
quando chegava, saiam,
quando saia, entravam...
quando parava, andavam
quando olhava, não viam
quando comia, bebiam...
Hoje...
vamos e voltamos juntos !
(...) Quando o sol sossegava e começava a querer fugir do que causou, vinham então as estrelas, tão espertas. Propunham brilhar-se todas e entreter os dois, fazê-los amolecer com o frio da noite e dizer bobagens quaisquer para esquecer o que se passava. não dava.
As estrelas deles vinham separadas, também. Por oceanos, terras, mares, rios, planetas, ventos, tudo. Era muito longe. Ele cá, ela lá. Doía de novo.
A noite propunha sacanagem e desgosto de estar só. Mas ao final só sobrava o segundo e a certeza de que era mesmo a maior sacanagem da história estarem sem poder se tocar, daquele jeito...
Aí pensavam em largar tudo, em largar trabalho, escola, família. Em se largar em nome do outro. E desistiam. Doía.
Enquanto um amanhecia, o outro adormecia e seguiram os dias com essa brincadeira de gato e rato que nunca se encontram. Ficavam assim, então: sobrevivendo a cada dia e esmorecendo a cada noite. Lutando contra o medo do mundo e o medo deles mesmos, por estarem em mundos tão diferentes por hora, agora, pra sempre, quem sabe? Não sabiam.
Tentavam acreditar numa mudança, num descaso do destino que insistiu em manter-lhes assim, um descuido que deixasse um deles passar, fugido. Tentavam fugir da verdade e se encontrar um no outro, mas se perdiam. Estavam perdidos. Nos dias quentes, nas noites longas, na espera fria. Só sei que doía.”
Espelhos Vivos
Estava assistindo ao RBS Notícias, meio distraída, quando apareceu na tela o depoimento de um homem. Eu não estava prestando atenção na matéria, não sei que assunto estava sendo tratado, mas aquele homem eu conhecia. Grisalho, óculos de grau, um senhor. Mas um senhor de feições familiares. Quando apareceu o nome dele nos créditos, pensei: eu conheci um cara com este nome. Claro!!! Era um amigo que eu não via há muito tempo. Pertencemos a uma mesma turma anos atrás. Muita praia pegamos juntos. Lembro dele surfando, namorando as garotas mais bonitas, um sujeito muito engraçado. Pois era ele que estava ali na tevê de terno e gravata, grisalho, de óculos, era ele aquele senhor - da minha idade!!!
Costumamos conferir os estragos do tempo nos espelhos de casa, mas eles já se acostumaram com a nossa imagem. A gente se enxerga tantas vezes por dia que não repara nas ruguinhas que surgem e nos fios de cabelo branco recém-nascidos. Tudo o que vemos demais se torna quase invisível. É preciso um impacto para a gente cair na real. Algo como dormir 15 anos e acordar de repente. Ou ver uma foto antiga. Ou assistir na tevê ao depoimento de um amigo sumido. Este amigo amadureceu, tornou-se um profissional respeitado, mas deve seguir o mesmo brincalhão de sempre. E é bem possível que, se ele me visse na tevê, pensasse o mesmo de mim: de onde eu conheço essa senhora? E cairia para trás ao lembrar que tivemos 20 anos de idade no mesmo verão.
O espelho mais realista são os outros. Quando vejo Robert Redford, hoje, não consigo acreditar que é o mesmo homem que atuou em Butch Cassidy, e o mesmo vale para sua versão nacional, o Francisco Cuoco, que foi o Gianecchini dos anos 70 e hoje é um charmoso matusalém. O tempo tem rosto, o tempo tem mãos, o tempo tem voz - e nada disso permanece o mesmo.
Minha mãe se mantém linda em qualquer idade, e a Tereza, empregada que trabalha com ela desde os 14 anos de idade e hoje é avó, não mudou nadinha. Um caso a ser estudado pela ciência.
A moral da história é que espelhos vivos podem nos dar boas ou más notícias. Depende do nosso olhar. E do nosso humor.
Quando você quer algo e deseja intensamente, o universo inteiro não mede esforços para que você consiga realizá-la.
E eu não queria que quando você finalmente chegasse, eu fosse menos. Já me explico. Ser menos, quando se é muito como eu, dói, entende? Me diminuir vai deixar cicatrizes.
Quando percebi que eu era o meu deus? Bem, eu estava rezando e de repente percebi que estava falando comigo mesmo.
Era uma noite, quase 10 horas. quando o surdo escutou o mudo dizer que o cego viu o aleijado correr atrás de um carro parado, e ali perto a 200 km, em um dia frio de 45 graus em que o sol iluminava a pálida noite, uma velha de 15 anos deitada num banco de pedra feito de madeira dizia calada que preferia morrer do que perder a vida...
A vida sempre foi feita de escolhas, desde quando você nasceu até esse momento que esta lendo esse poema sempre houve dias iguais e dias novos que vem ao amanhecer no nascer do sol e no fim da escuridão, por isso não espere que o futuro traga a paz ou o amor que você deseja ter, ame agora, quem você sabe que ama você, viva agora, o que pensa que iria viver depois, curta o momento, pois às vezes podem ser únicos, seja feliz, pois é o alimento da alma e esqueça das tristezas, pois paixões são momentos passados, mais o amor que vive em pleno carnaval no presente, pode se tornar único no futuro
