Psiquiatra
Os pais fornecem um modelo do que significa ser um homem. Quando nós os perdemos, é como se perdêssemos o paradigma da masculinidade.
O lance dos obstáculos é que você tem uma escolha. Você pode encará-los como entrave ou como presente. Eles são ou empecilhos ou trampolins.
"... Enquanto as pessoas "do mal" se unem na busca de interesses comuns, as pessoas do bem tendem a se dissipar....!"
Porque não tinha ninguém e porque não queria conversar com seu psiquiatra sobre suicídio. E ela não tinha coragem de se suicidar, porque tinha medo de tudo aquilo que não conhecia. E queria conhecer a morte, que tantas e tantas vezes lhe deu Tchau.
Diz que ama e também se diz apaixonado. Deve ser uma questão médica de bipolaridade. Psiquiatra, aliás.
TRABALHO DO PSICÓLOGO versus TRABALHO DO PSIQUIATRA
O Psicólogo trabalha com a relação Estímulo—Fenômeno (Emoção ou Sentimento).
O Psicólogo melhora o Fenômeno de Emoção ou Sentimento que ocorre no Organismo Humano modificando o Estímulo através de treinamento cognitivo.
O Psiquiatra trabalha com a relação Fisiologia—Fenômeno (Emoção ou Sentimento).
O Psiquiatra melhora o Fenômeno de Emoção ou Sentimento que ocorre no Organismo Humano modificando a Fisiologia através de medicação.
Entretanto,
A solução definitiva, em relação à excelente gestão dos Fenômenos do Organismo Humano pelo Sujeito do Organismo, reside na consumação da recomendação do pórtico de Delfos no próprio Sujeito através de um exercício Filosófico correto do Sujeito:
'Homem, conhece-te a ti mesmo, assim conhecerás o Universo e os Deuses'.
Foco principal e ação fundamental do Psiquiatra, Psicólogo e Educador em Saúde Mental
O foco do Psiquiatra é o Corpo, a ação é de receitar Medicamento ao Paciente.
O foco do Psicólogo é a Mente, a ação é de reprogramar a Estrutura Cognitiva do Paciente.
O foco do Educador é a Consciência, a ação é de despertar as Potencialidades e Atitudes Superiores do Sujeito.
O Psiquiatra, o Psicólogo e o Educador podem trabalhar de forma colaborativa através de encaminhamentos necessários!
Você já se pegou sendo várias coisas ao mesmo tempo?
Astronauta, médica, psiquiatra, professora de educação física e piloto de avião...
Poxa, eu tenho que escrever esses pensamentos - ah, claro, porque também pensei em ser escritora!
Sabe aquelas menininhas que tinham um diário e escreviam tudo o que viviam quando eram crianças?
Pois é, eu era uma delas.
E lá estavam, nos meus dias, todas as coisas que tinham acontecido comigo, para eu ler depois, em paz.
Acho que já era o terceiro diário, e eu ainda não tinha conseguido ler nenhuma folha.
Quando lia, às vezes nem me recordava de muitas das coisas que tinha vivido.
Sempre achei que eu tinha memória ruim.
Quando casei, pensei:
“Nossa... o que fazer com meus diários da adolescência?”
Aí resolvi jogá-los fora.
Mas por quê?
Por que esconder todos os meus segredos?
Caraca, estou lembrando de coisas que há muito tempo não lembrava.
Porque agora, na minha cabeça, não é mais piloto de avião e sim escritora.
Eu já passei por médica, advogada... e com 30 anos, essa menina ainda não consegue saber o que quer da vida.
Também, ela teve 18 anos de influência do pai, e depois disso, de outros homens.
Ela nunca pôde ser ela por ela mesma.
E neste momento, ao se ver sozinha, perdida, sem ninguém para direcionar o caminho, percebe:
agora é hora de andar com as próprias pernas.
E isso assusta.
Dá medo.
Medo de fracassar, medo de não conseguir, medo de não ter ninguém pra apoiar.
Ela sempre sentiu e sentia demais.
Se importava demais.
Queria demais ajudar as pessoas.
E fazia isso com gosto, porque o coração também vinha junto.
E quando ela pensa em realizar um sonho, percebe que o que quer, de verdade, é fazer diferença na vida das pessoas.
Esse é o propósito dela.
Mas com qual profissão isso vai acontecer?
Qual delas vai fazê-la feliz e plena, com o coração doendo de tanta felicidade, por se importar de verdade, por querer fazer o bem?
Só que, pra conseguir tudo isso, ela sabe:
precisa se esforçar.
Ser a melhor versão de si mesma.
Tornar-se... um “f***-se”.
Sim, um “f***-se”.
Porque dessa maneira, com dinheiro, com conhecimento — seja lá como for, vai poder ajudar as pessoas.
“Deus, é medicina? Sim, eu estou com medo de ser medicina.
E de chegar lá e não gostar.
De fazer isso só por fazer.
Isso está me assustando, Deus.”
29/08/2018 — 00h47
Karina Megiato
Se existe reencarnação de verdade, penso eu ter sido um Psiquiatra em vida passada, porque tenho uma forte tendência de arrumar mulher maluca.
Eu amo você de um jeito que faria um psiquiatra se preocupar
e um poeta largar a caneta, em silêncio.
Você é a razão do meu esforço diário em ser melhor,
o freio nas minhas loucuras
e, ao mesmo tempo, o abismo onde eu escolho cair.
Foi você quem eu escolhi
para viver minhas fantasias mais secretas,
meus sonhos mais altos
e todos os objetivos que antes pareciam grandes demais para mim.
Em você nasceu a minha fome pelo novo,
a coragem de explorar o inimaginável
e a ousadia de tentar conquistar o impossível.
Você pintou a minha vida onde antes só havia rascunhos,
trouxe alegria onde morava o silêncio
e, todos os dias, me entrega paz, amor
e um desejo que não conhece limites.
Houve tempos em que me perdi diante do espelho,
mas hoje basta me perder nos seus olhos
para finalmente me encontrar.
Não te trocaria por nada.
Eu te quero todos os dias
ainda que todos os dias jamais sejam suficientes
para saciar essa fome absurda e linda
que eu tenho de você.
Carl G. Jung, psiquiatra e pai psicologia analítica, disse: “a solidão é perigosa e viciante, quando você se dá conta da paz que existe nela, não quer mais lidar com as pessoas.”
Quem estava certa era filósofa minha avó: “na vida, nem tanto ao mar, nem tanto a terra, tudo em excesso faz mal.”
Falei para o psiquiatra que estava bem, que a minha vida estava ótima. Perguntei-lhe se ele podia me ajudar.
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