Psicologia Gestalt
Nossos monstros internos nos prendem diante dos novos desafios por vários motivos: não ser aceito, passar vergonha, ser ridicularizado, ser deixado de lado ou passado para trás. Em paralelo a tudo isso está nosso desejo inconsciente de que precisa dar certo. Sem aceitar as consequências, muitas vezes investimos tanto no que desejamos que não queremos nos frustrar no caso de não dar certo, sendo assim, fugimos, deixamos o medo tomar conta e desistimos. Eis que a angústia, parceira do medo, nos consome. E nos mantemos no mesmo lugar, em nossa zona de conforto, onde o medo e a angústia não conseguem chegar. Ou melhor, chegam, mas não damos ouvidos.
Passarinho que fica preso na gaiola por muito tempo, não desaprende a voar, muito menos esquece como é cantar diante da liberdade. Passarinho que fica preso se fortalece, enquanto espera o momento certo de voar.
Aqueles que estão sem trabalho formal ainda, tenham fé e esperança de que logo as portas se abrirão para vocês, e entendam que não é a condição de hoje que os faz menos importantes que ninguém.
Pode crer que seja qual for sua função laboral, ela é tão importante quanto qualquer outra, pois faz parte da teia que tece a sociedade.
Nosso cérebro não tem a função de nos dar alegria e sim de poupar energia e de nos manter vivos. Confie em Deus.
Aceite a si mesmo, dispa-se de todas as máscaras que adotaste durante a vida para ser aceito, para não ser feio, para não pagar mico, para ser aceito pelo sistema. Venha como está. Aonde? Para Ele, para os braços do Pai.
Eu me amo.
Eu me respeito.
Eu me perdoo...
Eu sei que não preciso ser forte todos os dias.
Eu sei que minhas falhas não resumem quem eu sou.
Eu sou importante.
Eu sei o meu valor...
Nós nos encantamos tanto com a natureza, pois sabemos que não a podemos dominar, e adorá-la é uma forma de se render ao seu poder diante da consciência de nossa pequenez.
Prefiro que nem diga que gosta de mim, mesmo gostando, do que viver dizendo que me ama, não me amando.
Quando nos afastamos de algumas pessoas não é necessariamente por não gostarmos delas, mas porque resolvemos dar o devido valor a nós mesmos.
Quanto mais nos sentimos agradecidos, mais sentimos que temos muitos outros motivos para sermos gratos.
Algumas vezes, o desejo que acreditamos ser nosso, é do outro, por isso não nos sentimos realizados quando ele se realiza.
A luta mais difícil de enfrentarmos é aquela contra a hipocrisia, a alienação, o falso moralismo e o orgulho.
