Psicologia da Educação
QUAL É O PROBLEMA?
(Poema baseado em Curso – Seminário do Colégio...)
(Autoria: Otávio Bernardes)
Qual é o problema?!
... Existe, realmente, uma crise
na Educação Brasileira!
Eu não sei, você não sabe,
a Escola não sabe, ninguém sabe...!
O que é preciso mudar na Escola?
O que é preciso mudar na sala de aula?
... Eu não acho nada?!
Não existe mágica na Educação!
Todos nós estamos no mesmo barco...
A Escola está bem organizada?
Quem são os meus alunos?
Você já parou para pensar nisso?
Aliás, o incêndio é grande... inquietante...
Desnorteante... desenfreado..
... Qual é o problema?
A repetência começa no primeiro dia de aula!
A Escola se envolve com tudo,
até mesmo com a “educação”...!
Professor (educador) tem que ter metas!
Professor tem que dar testemunho...
Todo dia é dia de escrever...
Quem não escreve não aprende a pensar!
O aluno precisa aprender a pensar,
a construir conhecimentos...
Veja, as melhores experiências didáticas
não estão em livros!
A minha, a sua ideia têm que se transformar
em projetos..!
E olhe que nós somos o país...
que mais expede diplomas!...
Lembre-se de que a vida não é binária...
ela tem nuances! Muitas nuances!
A vida, pobre vida de inversão de valores...
E eu pergunto: - Afinal, qual é o problema?!
Primeiro adquirir conhecimento para depois repassar.
Primeiro aprender para depois ensinar.
Porque aquele que ensina o que não sabe, só atrapalha o processo de quem quer aprender.
Não sei se o caminho é o certo para todas, mas deu certo para mim.
Eu tive a oportunidade de conhecer a ter acesso a pedagogia, escolhi ela para ser meu amor para a vida inteira, ela em troca me deu uma vida sem algemas de um sistema.
A educação me deu valores, lutas, batalhas e algumas guerras, nenhum dos desafios eu deixei de lado e o tempo passou então ela também me escolheu.
Me deu tudo que precisava para ser uma pessoa melhor.
Me deu propósito, me fez acreditar, me deu família, amigos , saúde, conhecimento e um amor para amar.
Que toda pedagoga se encontre dentro de si mesmo, assim que vou ensinado a quem do meu lado sempre está.
Ser Pedagoga não é caminhar pelo discípulo, ser Pedagoga é ensinar o caminho e vê o discípulo caminhar.
Quando o silêncio dominar os corredores de uma escola, o último sino soar e os passos das crianças cessarem, será ali que a esperança terá recolhido seus sonhos e partido sem dizer adeus.
No dia em que os corredores da escola estiverem vazios, será o mesmo dia em que a esperança terá desistido de caminhar entre nós.
A arte e a cultura não pactuam com os partidos políticos quaisquer. São sempre parte e ferramentas do estado para promoção e edificação da crítica e do pensamento da construção educacional de um governo livre e de uma atenta justa sociedade.
A corrida tecnológica acelerada cada vez mais oprime, distancia e desusa todos os tradicionais métodos de educação, evangelização e fortalecimento do ser responsável e cidadão participativo em qualquer cultura.
Não está escrito em lugar algum do mundo humano e civilizado que o velho tem que morrer para dar lugar para ao novo.Pelo contrário, esta transição só é justa e perfeita quando o mais antigos, mais experientes interagem com os mais novos, menos experientes em cada movimento desta natural passagem. Longe disto não podemos dizer que foi naturalmente feita.
Que Deus me perdoe e as criancinhas mas comparativamente os bichinhos de hoje, mesmo sem adestramento estão muito mais educados.
Vivemos em um tempo de uma grave crise ética, educacional e moral mundial onde é bem mais importante ter do que ser para conquistar consequentemente o que gostaríamos de possuir um dia.
A falta das politicas publicas educacionais e culturais efetivas geradoras de bons sonhos existenciais a médio prazo e a crescente escassez de oportunidades profissionais, incentiva de forma injusta e equivocada a falsa felicidade e realização pessoal de vida, para as meninas pela maternidade precoce. São elas esquecidas órfãs sociais em um papel despreparado de irmãs-mães, cada vez mais cedo que dificilmente conseguem dar prosseguimento de vida. O agravamento desta situação, não para por aqui pois em poucos anos e muito mais desesperador, pela invisibilidade de uma crescente população geração abandonada de meninas mães e filhos sem pai, via o fomento culposo institucional de ausência politicas preventivas e de programas educacionais da maquina publica, contraporá uma mão de obra cada vez mais barata, farta e fácil, desqualificando a virtude da vida para toda uma sedenta marginalidade crescente e cada vez mais dominante, aliciadora e impositora de uma falsa felicidade efêmera e imediatista de consumo fácil, tão presente nos grandes bolsões de miséria urbana nas periferias sombrias das grandes cidades deste nosso tempo.
O trabalho infantil é crime, mas a ociosidade sem as políticas públicas ocupacionais efetivas para a educação é a mais dura perversidade cometida pela sociedade amoral diante do falso argumento e justificativas do social e da legalidade.
Na contemporaneidade educacional de todos estados soberanos creio no avanço mundial de uma pedagogia integral para a formação de seres livres, cívico-cidadãos, sociais participativos, comprometidos com seus diferentes arbítrios e galgando em plenitude diferentemente o melhor em suas originais vocações existenciais.
Quem é de Marte é de Marte mas quem é de Arte vive generosamente fazendo arte sem parar em todo o lugar.
A fácil e incorreta ideia de que o dinheiro vale muito mais que o trabalho e o trabalhador em um lugar sem a ideologia na educação, cultura e da tradição chega bem mais rápido e eficaz. Logo após, a destruição das pequenas antigas industrias familiares em pouco tempo as regras de mercado e de valores serão impostas pelos produtos oferecidos só pelos monopólios internacionais.
Todo o lugar sem uma grande e forte cultura tradicional, uma educativa historia e com uma grande população de miseráveis nos mais baixos índices de riqueza são locais próprios e prósperos marginais que mais usam a telefonia móvel, que mais vendem celulares e por conseguinte mais usam a internet, ações que aniquilará qualquer principio independente de personalidade, princípios éticos de legalidade e moralidades existenciais.
Todo governo autoritário tende a diminuir a expressão opositora da comunicação, das artes, da educação e da cultura.
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