Poemas e textos sobre psicologia que abordam a profissão da mente
O Silêncio É Uma Forma Dolorosa De Dizer, Eu Desisti De Você!!!
Desistir Também É Uma Opção. Às Vezes, Nos Encontramos Em Situações Em Que Persistir Parece Impossível. Sentimos Que Estamos Lutando Contra Uma Correnteza Forte, Que Nos Puxa Cada Vez Mais Pra Baixo. Nessas Horas, É Importante Lembrar Que Desistir Também É Uma Escolha Válida, Desistir Não Significa Fraqueza, Mas Sim Reconhecer Nossos Limites E Prioridades. Às Vezes, Precisamos Abrir Mão De Algo Pra Preservar Nossa Saúde Mental, Física Ou Emocional. É Preciso Coragem Pra Admitir Que Não Podemos Fazer Tudo E Que É Melhor Seguir Por Um Caminho Diferente, Desistir Também Pode Ser Uma Oportunidade De Se Reencontrar!!
Se você deixar que seus pais sejam cruéis com você usando a desculpa de que eles te amam, você provavelmente passará a vida acreditando que amor é sinônimo de crueldade. Então filhos crescem acreditando que amar significa controlar, censurar e oprimir as pessoas que amam. E filhas crescem sentindo que ser amada é aceitar tudo isso que fizeram com elas com a justificativa de que foi por amor
Nosso cérebro não tem a função de nos dar alegria e sim de poupar energia e de nos manter vivos. Confie em Deus.
Aceite a si mesmo, dispa-se de todas as máscaras que adotaste durante a vida para ser aceito, para não ser feio, para não pagar mico, para ser aceito pelo sistema. Venha como está. Aonde? Para Ele, para os braços do Pai.
O SILÊNCIO DO NOSSO ADEUS
Há despedidas que não se pronunciam. Elas não se fazem em voz alta, nem se escrevem com gestos dramáticos. Instalam-se na alma como um inverno interior, lento e definitivo.
O silêncio do nosso adeus não foi ausência de palavras. Foi excesso de consciência. Quando dois espíritos compreendem que o caminho já não é o mesmo, o ruído torna-se indigno. Falar seria profanar aquilo que já estava consumado no íntimo.
Há algo de antigo e solene em certas separações. Como nos ritos arcaicos em que o fogo se apaga sem espetáculo, apenas com a dignidade de quem cumpriu sua função. O amor, quando verdadeiro, não se degrada em escândalo. Ele recolhe-se.
O mais doloroso não é partir. É permanecer por instantes no limiar, sentindo que o que foi intenso agora se converte em memória. E a memória não abraça. Ela apenas ecoa.
Nosso adeus foi assim. Um entendimento tácito. Um acordo silencioso entre duas consciências que se respeitam. Não houve acusações, nem dramatizações, apenas a gravidade de quem reconhece o fim de um ciclo.
O silêncio, nesses casos, não é fraqueza. É maturidade. É a forma mais elevada de respeito. Porque quando se ama de modo honrado, até a despedida preserva a dignidade do que existiu.
E assim seguimos. Não como estranhos, mas como capítulos encerrados com sobriedade. Pois há histórias que não terminam em ruínas, terminam em silêncio. E esse silêncio, embora doa, é a prova de que um dia houve verdade.
Podemos não ficar milionários sendo honestos mas com certeza teremos conquistado uma liberdade que não existe dinheiro suficiente que possa comprá-la.
Em apenas um milímetro cúbico de nosso córtex existem mais conexões que o número de estrelas de toda Via Láctea. Conhecer e saber usar o poder de nossa mente nos torna definitivamente deuses.
Com o tempo começamos a perder a inocência e adquirimos a consciência de que as pessoas são perversas, aprendemos que boas maneiras não passam de convenção social, que algumas pessoas fingem ser amorosas até que surja circunstâncias que as fazem tirarem as máscaras. Descobrimos que felicidade é um vírgula entre o presente e o futuro, que pessoas vão, e o máximo que podemos fazer é aproveitar cada momento com aqueles que amamos. Descobrimos também que somos frutos dos nossos pensamentos e da forma que nos posicionamos ante a realidade. Que verdades e valores são meras construções sociais (são importantes), mas não podem tirar nossas vidas e liberdade.
E se mesmo ante seus descobrimentos ainda não encontrar uma saída, procure ajuda profissional... Vá a um(a) psicólogo(a).
