Provoca
A angústia é a vertigem que a liberdade provoca quando o ser humano percebe que, diante do abismo das possibilidades, ninguém pode escolher em seu lugar.
A verdade costuma atravessar a história como um estrangeiro indesejado: primeiro provoca riso, depois resistência e, quando finalmente se torna familiar, passa a parecer tão óbvia que ninguém mais se recorda de quando foi contestada.
O universo provoca uma pergunta que a razão pode formular sem necessariamente conseguir encerrá-la: se há ordem, de onde vem a ordem, e até onde podemos legitimamente inferir uma causa?
O Diabo é um Gênio: provoca o incêndio e se fantasia de bombeiro só para manter o aluguel dos Asseclas Apaixonados.
Talvez uma das mais antigas e descaradas estratégias de manipulação seja criar problema para vender solução.
O artifício é simples, mas extremamente eficaz: primeiro semeia-se o medo, a divisão, a insegurança ou o caos; depois, apresenta-se como alguém disposto a “resolver” tudo.
E, nesse ínterim, muitos já não conseguem distinguir quem acendeu o fósforo de quem finge carregar o extintor.
O mais curioso é que essa dinâmica muito raramente se sustenta pela força.
Ela depende de algo muito mais valioso e silencioso: a renúncia voluntária ao pensamento crítico.
Quando uma pessoa entrega suas convicções, sua capacidade de questionar e seu discernimento a terceiros, passa a habitar uma realidade construída só por narrativas alheias.
É como se — literalmente — alugasse a própria cabeça.
Nessa condição, os fatos tornam-se secundários.
O importante deixa de ser a verdade e passa a ser a fidelidade ao personagem que vende o papel de herói.
Se ele criar a crise, a culpa será atribuída a outro.
Se ele falhar, a responsabilidade será transferida.
E se ele se contradiz, a contradição será reinterpretada como virtude.
Afinal, quem depende emocionalmente de um salvador dificilmente consegue admitir que ele possa ser o vilão.
A história está repleta de exemplos dessa lógica.
Líderes, grupos e instituições descobriram, ao longo dos séculos, que controlar percepções é frequente e absurdamente mais poderoso do que controlar territórios.
Quem domina a narrativa consegue transformar vítimas em culpados, culpados em vítimas e oportunistas em benfeitores.
Por isso, a liberdade não se resume à ausência de correntes visíveis.
Ela exige vigilância permanente sobre aquilo que aceitamos como verdade.
Exige a coragem de fazer perguntas incômodas, especialmente quando todos ao redor parecem satisfeitos com as respostas à pronta entrega.
Talvez o maior triunfo dos que provocam incêndios não seja o fogo que espalham, mas a capacidade de convencer multidões de que as chamas vieram de outro lugar.
E talvez o primeiro passo para romper esse ciclo vicioso seja recuperar aquilo que jamais poderia ou deveria ser alugado: a Própria Consciência.
Não há
jeitinho meio certo
nem meio errado
de fazer nada
certo.
Isso provoca porque confronta uma das principais tentações humanas: a de acreditar que pequenos desvios são aceitáveis quando o objetivo parece nobre.
Mas nada é tão nobre ao ponto de flertar com pequenas concessões.
No entanto, o caminho escolhido para alcançar um resultado diz tanto sobre quem somos quanto o próprio resultado.
Integridade não se mede apenas pelas grandes decisões, mas, sobretudo, pelas escolhas silenciosas que fazemos quando ninguém está vendo.
O chamado “jeitinho” costuma se apresentar como uma solução prática, inofensiva ou até necessária.
Mas, quando normalizamos atalhos que ferem princípios, corremos o risco de transformar exceções em hábitos e conveniências em valores.
O que hoje parece um detalhe pode, amanhã, comprometer a confiança, a credibilidade e o caráter.
Fazer o certo exige coragem, paciência e, muitas vezes, renúncia.
Nem sempre é o caminho mais rápido, mais fácil ou mais vantajoso.
Ainda assim, é o único que permite dormir com a consciência tranquila e construir relações baseadas na confiança.
No fim, a ética não admite meias medidas.
O certo não precisa de maquiagem, justificativas ou adaptações oportunistas.
Quando escolhemos agir corretamente, escolhemos também honrar nossos valores.
Porque não existe um jeito “quase certo” de fazer o que é certo: ou se faz com integridade, ou se abre mão dela.
... o que,
por vezes, te provoca
é o que,em verdade, te desperta
e aclara —e,mesmo que repudies tão indigestaintromissão, ela surge para te
lembrar de que, nãoobstante os haveres
que te propiciao mundo, estás fadado
aosvoos mais altos e
expansivos!
"La forma del cuerpo
no importa mucho
si transmite calor y
sensación de ardor
al provocarme."
Mário Sérgio
"Adoro o contato via Internet porque não tem cheiro nem provoca ação física imediata. E mais: evita certas intimidades que podem levar a outras intimidades."
Frase Minha 0031, Criada no Ano 2006
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
3152 📜 Inacreditável, mas verdade, apesar da repulsa que provoca: Alguém quis saber Minha Opinião sobre o que acho de os americanos 'invadirem' o Brasil para prenderem não quem sugere isso, mas prender Autoridades! Minha resposta: 'Claro que não apoio, pois isso é Subserviência, Covardia e Traição à Pátria. Mas Eu sequer preciso desse Absurdo de Apoiar o que desejam, pois já tem Direitinhos (de sobra e em excesso) que, lamentavelmente apóiam essa Bazófia. Então... 😮
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Estava ou ainda está em:
http://youtube.com/post/Ugkxxr6ITPqNmMgXt-lMj6ExekllsLM_jEr5?si=EjWPtj7SgfWfnhNx
Um anjo que brinca entre as nuvens,
Seduz, envolve,provoca e reluz,
É como um demônio que seduz,
Um anjo brincando entre as nuvens...
Sim, é nesse esconde-esconde o anjo
Segue furtivamente te surpreendendo
Entre poemas e beijos alados...
Batendo as asas e dando cambalhotas,
E escrevendo os desejos mais safados...
Destemidamente levando os teus beijos
Com as mãos, elevando aos recantos
Mais recônditos e cônscios...
Provocando mil miragens entre as nuvens...
Um anjo meio demônio, um demônio que é
Um anjo: sou eu ocupando os teus sonhos,
Ainda incógnito e suspenso nos jardins
Dos teus mais altos desejos
- sou o teu anjo -
O mais lindo e supremo encanto.
Decidi sacudir e tirar-te do teu canto,
Soprar no teu ouvido o desafio mais vadio...
Agora, o teu coração não será mais erradio;
O amor com destino certo, eu sou o teu caminho.
A tua plenitude existencial
provoca, infrene, a cobiça;
Ver toda a tua beleza física
plena, a minha fantasia atiça.
A reverência e a exaltação
tão queridas serão prestadas
quando nas nossas mãos forem entregues
as rédeas da inequívoca cumplicidade
com intensidade e verdade.
Não é porque é Lua de Morango
que ilumina o Alecrim-do-campo,
Que estou de peito aberto revelando:
é porque sinto que estou me apaixonando.
Se a vida nos provoca, o tempo nos imprensa, as pessoas nos criticam e a velhice nos condena, vem a morte nos liberta.
Mal consigo respirar perto de você, me rouba todos os sorrisos, encosta na minha pele e provoca todos os meus sentidos.
Tenho passado os dias ofegante, com o coração batendo em todos os compassos e dentro de mim parece que habitam mil corpos devassos, todos te querendo e me torturando e implorando desesperados pelo teu cheiro.
Sou devorada todos os dias pela saudade, pelo meu querer, pelo relógio que arranca a minha sanidade até doer no meu corpo enquanto espero você chegar.
Acordei com o teu abraço e me estampei de uma felicidade linda como as borboletas, que duram só 24 horas, e logo precisarei de mais e mais das cores que você pinta em mim.
Durmo e acordo na contagem das horas pra te ter; beijo, na ânsia do próximo beijo; fecho os olhos sem medir a altura do abismo e desejo como se não houvesse a manhã seguinte.
Adoro o contato via Internet porque ele não tem cheiro nem provoca reação imediata. E mais: evita certas intimidades que podem levar a outras intimidades, percebe?
O difícil, me desafia,
O novo, me instiga,
O crítico, me provoca,
O belo, me encanta,
O divertido, me alegra,
O verdadeiro, me cativa,
O humilde e simples,
me emociona,
O humano, sua mescla,
me apaixona...
O silêncio em certos momentos e ocasiões se faz necessário,
e além do mais o mesmo provoca
uma enorme interrogação em quem esperava que você fosse falar
e ao perceber que você silenciou, essa sua atitude faz mexer com a imaginação de quem não sabe o que você deixou de falar e no que você possa estar pensando.
O silêncio que colocamos para não revelarmos os nossos pensamentos através de palavras, provoca nas pessoas uma grande interrogação. Essa interrogação acompanhada de uma aguçada curiosidade, tornará você uma pessoa misteriosa e uma fortaleza que deseja-se transpor.
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