Proverbios sobre a Mulher
Sobre o luto para os ateus: eles ficam apenas com as memórias. Já para os espíritas, vão além delas — sentem também a presença espiritual do ente querido.
Sexta-feira da Paixão de Cristo, que esta data nos faça refletir sobre o amor de Deus, pois Ele deu seu Único filho para morrer por nós! Não há AMOR maior que o de Deus por nós.
“Você tem poder sobre a sua mente, não sobre eventos externos. Perceba isso e você encontrará força.”
PLENITUDE
Se sentir pleno, é sobre aceitação de seu ser, de sua vida, estar bem consigo mesmo, considerando você por inteiro, seus defeitos e qualidades. Somos únicos no universo, precisamos estar conscientes de quem a gente é, do que nos faz bem, do que não nos faz bem, impor limites, não precisamos aceitar tudo o que a vida nos apresenta, devemos ser seres conscientes que podem fazer escolhas e temos o livre arbítrio para isso. Quem a gente é, só a gente sabe, não somos perfeitos, mas somos seres incomparáveis, o mundo apresenta tanta coisa, o corpo perfeito, as roupas do momento, o padrão de beleza, o status financeiro ideal para se ter uma boa vida e, tudo isso faz com que a gente se distancie cada vez mais de nossa autenticidade, do nosso ser, dificultando também essa busca pela plenitude, por isso é necessário cada vez mais, termos momentos de solitude, de percepção de si mesmo, de reflexão, para que possamos desenvolver mais o autoconhecimento, pois se cada dia, pararmos e nos enxergarmos, vamos descobrir coisas novas todos os dias, vamos nos deparar que estar vivo, é sofrer a mudança de nosso ser diariamente, somos um universo de possibilidades, estamos em constante evolução e, para enxergar este processo de crescimento é necessário apenas observar, observar a vida que está acontecendo ao nosso redor e também no nosso interior. Quando buscamos uma compreensão melhor de nós mesmos, começamos uma caminhada consciente de nossa transformação, aprendendo a nos valorizar, aprendendo a nos respeitar, exercendo mais o desapego e aceitando mais a nossa individualidade. Logo, alcançamos pelo menos um pouquinho de plenitude, desta tão desejada mas não inalcançável, plenitude. Me pergunto, porque o ignorante existe? Porque o mal existe? Não podemos nos indignar com o que para nós é desnecessário, pois se está na natureza, é porque a natureza precisa dela. É a mesma coisa que pedir para o cachorro não latir, para a criança não chorar ou para o passarinho não voar. Estamos nessa vida, cada um, para cumprir uma missão, para também aprender uns com os outros. Portanto, precisamos aprender com o ignorante, a não agir com ignorância, precisamos saber que o mal existe e que ele também está dentro de nós, cabe a gente escolher como agir. Precisamos fazer o bem sem esperar nada em troca, assim como o olho olha e os pés caminham, eles não recebem nenhuma recompensa para agir de acordo com sua natureza. Nós, como seres humanos racionais, devemos agir sem esperar alguma recompensa. E nós como seres humanos, só alcançaremos a plenitude, quando deixarmos de lado, o que nos prende e, cada um sabe pelo que é dominado. Logo, compreender isso, é dar um passinho para essa constante metamorfose que existe dentro de nós e que acontece sem fazer o tempo parar.
2023
A elegância nem sempre é sobre vestir,
Sobre roupas, visual ou aparência...
Está no comportamento de saber chegar, saber partir,
Com educação, respeito e transparência...
"O pensamento sem ação é semente esquecida na seca; a ação sem rumo é chuva sobre o deserto — passa, mas nada deixa."
A Cruz e o Silêncio
Na tarde que se deita sobre o mundo,
o silêncio pesa mais que a pedra do sepulcro.
Há um homem suspenso entre o céu e a terra,
e o seu corpo é a ponte entre o abismo e o eterno.
Sexta-feira, dia sem cor,
em que o sangue se torna verbo
e o madeiro, altar de um sacrifício antigo
como o tempo que nos escapa dos dedos.
Não é a dor que nos salva —
é o amor que aceita a dor
sem exigir resposta,
sem exigir justiça.
Cristo não grita contra os pregos,
não amaldiçoa os que o erguem ao vento:
olha-os como quem compreende
que só o amor cego pode ver o mundo claro.
E morre, não como quem perde,
mas como quem entrega.
Entrega-se ao Pai,
entrega-se ao silêncio,
entrega-se a nós.
A cruz, então, já não é castigo,
mas espelho:
e nele vemos o que somos
quando deixamos de fingir.
Na Sexta-feira Santa,
não se celebra a morte,
mas a entrega.
Não se chora o fim,
mas o princípio escondido na última palavra:
“Está consumado.”
E o mundo, suspenso com Ele,
aguarda o terceiro dia
em que a pedra será rolada
e o silêncio se fará luz.
Finitude: a arte de viver o agora
A lucidez sobre a fragilidade da existência, pode ser interpretada não apenas como fonte de tristeza, mas também como um convite a uma libertação paradoxal. Ao reconhecer que a vida não se sustenta em grandiosidades épicas ou em felicidade perene, descobrimos que sua beleza reside justamente na efemeridade e na imperfeição. A consciência da finitude não precisa ser apenas um peso, mas pode ser o que nos ensina a valorizar os "pequenos momentos insignificantes" como únicos e insubstituíveis.
Se o amor não é um conto de fadas, sua fragilidade o torna mais precioso — não porque dura para sempre, mas porque, justamente por ser passageiro, exige presença e cuidado. Se a felicidade é fugaz, sua raridade a torna mais intensa quando surge, como um raio de luz em meio à escuridão. A solidão do entendimento, por sua vez, pode ser o preço da autenticidade: ao nos afastarmos das ilusões coletivas, ganhamos a chance de viver com maior profundidade, mesmo que isso nos separe superficialmente dos outros.
Nesse sentido, a tristeza de saber demais não é o fim da experiência, mas seu verdadeiro começo. Ela nos tira do automatismo e nos coloca diante da vida como ela é — frágil, transitória e, por isso mesmo, digna de ser vivida com atenção e coragem. A melancolia não é um beco sem saída, mas um portal para uma existência mais consciente, onde cada instante, por mais breve que seja, ganha um significado precioso porque não durará. A verdade pode doer, mas também nos liberta para encontrar beleza no efêmero e significado no que, de outra forma, pareceria insignificante.
Outono. Em frente ao mar. Escancaro as janelas
Sobre o jardim calado, e as águas miro, absorto.
Outono... Rodopiando, as folhas amarelas
Rolam, caem. Viuvez, velhice, desconforto...
Resumo sobre a problemática do abandono Estatal nas Comunidades
E tomemos como exemplo, as comunidades do Rio de Janeiro. Analisemos de modo sucinto, o porquê os Agentes de Segurança Pública são vistos como "vilões" e os "soldados" do tráfico, como os "heróis": O abandono e o descaso do Estado para com as chamadas "Comunidades Carentes", evidentemente por causa da corrupção, faz com que sejam emergidos das profundezas do lamaçal, figuras referenciais como os traficantes de entorpecentes! Lá, naqueles ambientes abandonados, ou com a presença de pequenos projetos sociais de faixada, "governamentais", os marginais, ocupando o lugar que deveria ser do Estado, passam a configurar, uma espécie de pequeno "estado" ( paralelo), com suas leis, suas ditaduras, suas imposições etc... E o pior de tudo, vistos como a única solução e exemplo de "heroísmo"! E é por isso mesmo que quando a Polícia invade as Favelas, matando esses elementos em confronto, parte da população "carente", invertendo os valores, vê, nos Agentes, como que uma espécie de vilões ( ou os "malvadões") ao passo que os verdadeiros vilões ( que são os traficantes ou os malvados; inimigos da Sociedade) são vistos como os "heróis"! E daí a decorrência da inversão de valores. Lamentavelmente, o Estado criou essa percepção e inversão. E o mais pavoroso, é isto: É sabermos que o Estado, tornou-se o pior inimigo de seus próprios Agentes da Segurança Pública também! Como se não bastasse a repulsa que boa parcela da População Carente passou a ter pelos Agentes de Segurança Pública, por causa da ausência do Estado, o Estado, oprime ainda mais seus próprios Agentes. Não fornecendo todas as condições necessárias para o combate ao crime organizado! CV, TC, ADA, TCP, viraram uma espécie de mini-estados dentro do próprio Estado. E os criminosos, os "agentes" da "segurança" das Comunidades, enquanto os Policiais é quem viraram os "criminosos". Os "vilões" que tiram a paz de uma população de "bem". É uma falsa percepção causada pela omissão do próprio Estado.
Às 08:11 in 18.04.2025
A Sexta-feira da Paixão nos convida à reflexão sobre o amor incondicional, o sacrifício e a esperança que renasce.
Que possamos lembrar o verdadeiro significado deste dia e encontrar paz no coração, mesmo em meio às dores da vida.
Que o exemplo de Jesus nos inspire a amar mais, perdoar mais e viver com mais propósito.
Podemos falar em julgamento ou preconceito quando criamos ou imaginamos um conceito sobre algo ou alguém sem saber a verdade ou conhecendo apenas parte dela.
Prefiro usar o MeuConceito: pesquisar, entender, perguntar à pessoa, se necessário, e só então formar uma opinião ou conceito sobre alguém ou algo.
Precisamos refletir sobre as sementes que estamos semeando, pois tudo o que plantamos, mais cedo ou mais tarde, retornará a nós de forma abundante.
Ninguém sabe tudo o que as pessoas vão pensar sobre algo: cada uma tem um juízo na cabeça.
...ou já ensinaram telepatia na escola?
Senhor,
lança Tua luz sobre as sombras do mundo.
Que todo plano de maldade se desfaça diante da Tua presença.
Purifica os corações endurecidos,
derrama compaixão onde há frieza,
e amor onde há indiferença.
Faz de nós portadores da Tua paz.
Amém.
"Sabadou, e o silêncio de Cristo não é o fim, mas o prenúncio da vitória sobre a morte que está por vir."
Dizem que o trabalho nos deixa calvos, distantes de nós, sem vida.
Sobre isso, eu me pergunto:
quem esteve no futuro e voltou para afirmar que o presente seria diferente, se nossas ações fossem outras?
Enfim, no meio de tantas possibilidades,
encontrar uma desculpa é sempre mais fácil do que encarar a própria realidade.
A única certeza é que o nosso tempo é o presente.
E como é difícil — e raro — encontrar pessoas realmente presentes...
Este livro não é sobre política no sentido tradicional; trata-se de um livro sobre poder – sobre como ele é conquistado, exercido e mantido por aqueles que compreendem as regras invisíveis que governam a mente coletiva.
Mortaza, J. (2025). O Algoritmo das Massas: Decifrando os movimentos políticos. Porto Alegre: UICLAP.
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