Próprio
O homem contemporâneo
vive uma realidade de hipocrisia
onde ele próprio cria e recria
a sua maneira hipócrita de viver.
Você também tem a responsabilidade de transformar o mundo do precisa começar por você próprio;Você também tem a responsabilidade de transformar o mundo
Então precisa começar por você próprio;
“Se puder vencer meu próprio corpo ultrapassando meus limites, posso vencer qualquer coisa. Derrubo qualquer muralha.”
Quem mais desilude um indivíduo é ele próprio quando este se recusa a enxergar a verdade, sem investir desculpas para justificar a sua negação, quando não se permite caminhar firme com os pés no chão e com a racionalidade em atividade, quando acredita, demasiadamente, em possibilidades que se sustentam na insegurança que produzem, bem como sob exigências fora do âmbito do direito e quando evita fazer a leitura do caráter, das verdadeiras intenções e das jogadas de manipulação das pessoas as quais ele desposita algum nível de credibilidade, apesar delas estarem sempre deixando rastros suspeitos.
Ah, e o coração costuma ser cúmplice desta derrota
Somos todos seres de pressupostos.
Dizemos, derramamos oque chamamos de conteúdo próprio e indolor, e afirmamos ser donos de uma verdade, e ter vida e opinião própria.
Na verdade, tudo oque pensamos ou dizemos ou fazemos nada mais é que a escolha do meio e dos que escolheram fazer de nós mesmos. Mas passamos recibo de que somos senhores de nossos atos e pensamentos.
Quando na verdade somos apenas cópias uns dos outros.
E oque decidimos foi na realidade a escolha dos que escolheram , para que as escolhecemos.
Não somos perfeitos.
Amor próprio TATENO
Respeito TATENO
Reciprocidade TATENO
TATENO evolução conjunta
TATENO riso frouxo, cumplicidade, papo cabeça e devaneios sobre outras vidas e galáxias
TATENO felicidade plena e vida leve
"Se Jesus não se agradou de quem enterrou o próprio talento ;imagina de quem tenta enterrar o talento dos outros."
Eis o corpo - adoecendo de seu proprio Eu
Escuridão, relogio parando; tudo o que sofreu
É digerido pelo verme [quando morreu]
Vomita toda a podridao, mágoa e todo o ser que há pouco comeu
Resta o que, entao?
A nao ser as efemeras lagrimas ali derramadas
As lembranças jamais lembradas
Somente a auto-decepçao
Por nao ter cuidado, amado ou falado
Por ter afugentado-se de qualquer emoção
E o verme segue seu belo rumo
Em busca da nova morte, em busca do novo túmulo
Do novo sofredor que passou para o meu mundo
Outra especie amargurada de tudo
