Próprio
"A gentileza não transforma apenas o mundo ao redor, ela reorganiza o próprio íntimo de quem a cultiva."
" Não te measures pela vitrine do mundo, mas pela retidão silenciosa do teu próprio caminho.
Quem vive para parecer, nunca chega. Quem vive para ser,já está. "
“Quem aprende a escutar o sofrimento alheio eleva o próprio espírito a um patamar de maturidade ética.”
“O amanhecer não é apenas luz no horizonte, é também a oportunidade de reordenar o próprio destino.”
" Quando o sofrimento nasce dentro do próprio lar, quando a frieza brota daqueles que receberam colo, alimento, renúncia e amor, a alma experimenta uma das mais profundas provas morais da existência terrestre. "
O ESPÍRITO DIANTE DO PRÓPRIO SEPULTAMENTO.
Marcelo Caetano Monteiro.
Quando o corpo desce ao silêncio do túmulo, a consciência não mergulha no nada. A morte não extingue o Espírito. Apenas rompe os vínculos materiais que o prendiam provisoriamente à veste carnal. O homem continua vivendo além da sepultura, levando consigo a memória, os afetos, as virtudes e as imperfeições que cultivou na Terra.
Em “O Livro dos Espíritos”, capítulo VII, questão 327, a Doutrina Espírita ergue um dos mais profundos esclarecimentos acerca da sobrevivência da alma. Allan Kardec pergunta aos Espíritos Superiores se o Espírito assiste ao próprio enterro. A resposta possui extraordinária gravidade filosófica.
“Frequentemente assiste, mas, algumas vezes, se ainda está perturbado, não percebe o que se passa.”
A revelação dissolve séculos de materialismo e superstição. O Espírito não perde instantaneamente a consciência ao desprender-se do corpo. Muitos acompanham o velório, observam os familiares, percebem as homenagens, as lágrimas e até mesmo os pensamentos daqueles que se aproximam de seus despojos mortais. Outros, entretanto, permanecem em estado de perturbação espiritual transitória, semelhante ao despertar confuso de alguém arrancado abruptamente de profundo sono.
A perturbação após a morte constitui fenômeno natural do desligamento perispiritual. Em “O Livro dos Espíritos”, itens 164 e 165, os Benfeitores ensinam que a alma experimenta inicialmente um estado de torpor. As ideias tornam-se nebulosas. A memória parece vacilar. A consciência necessita readaptar-se à nova esfera de existência.
Essa perturbação varia conforme o adiantamento moral do Espírito. Para alguns, dura breves horas. Para outros, meses ou anos. Não existem duas desencarnações rigorosamente idênticas, porque cada criatura parte segundo o peso de sua própria consciência.
O homem virtuoso, que cultivou o bem, a oração, a caridade e a reflexão espiritual durante a existência terrena, desprende-se com maior serenidade. Já o Espírito excessivamente apegado à matéria, dominado pelo orgulho, pela revolta ou pelas ilusões materialistas, experimenta sombras íntimas mais profundas.
Muitos, acreditando na destruição absoluta da vida, despertam em estado doloroso ao perceberem que continuam vivos além da sepultura. Outros acompanham, estarrecidos, a decomposição do próprio corpo, tentando inutilmente reanimá-lo, presos mentalmente à matéria que já não lhes pertence.
Também os adeptos das religiões superficiais, que prometem o Céu sem renovação moral, surpreendem-se diante da realidade espiritual. A lei divina não consagra privilégios. O destino da alma não se decide por fórmulas exteriores, mas pela transformação íntima, pelas obras e pela elevação do sentimento.
Na questão subsequente, Kardec indaga aos Espíritos.
“A concorrência de muitas pessoas ao enterramento o lisonjeia?”
A resposta possui sublime profundidade moral.
“Mais ou menos, conforme o sentimento que as anima.”
Não é a multidão que consola o desencarnado. É o amor verdadeiro. Uma prece sincera possui maior luminosidade espiritual que homenagens vazias. O Espírito percebe os sentimentos ocultos sob as aparências humanas. Reconhece a autenticidade da dor, da gratidão e da fraternidade.
Sob a ótica espírita, o funeral não representa um fim definitivo. É apenas uma passagem entre dois estados da vida. A alma permanece consciente e sensível às vibrações que a cercam. Por isso, o desespero excessivo, a revolta e o apego desesperador podem dificultar-lhe o refazimento. A oração serena, ao contrário, converte-se em bálsamo invisível para aquele que retorna à pátria espiritual.
Em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, capítulo X, item 18, encontra-se a exortação consoladora.
“Espiritismo. Doutrina consoladora e bendita. Felizes os que te conhecem e tiram proveito dos salutares ensinamentos dos Espíritos do Senhor.”
O Espiritismo não glorifica os túmulos. Não cultua a morte. Ilumina a continuidade da vida. Revela que a consciência sobrevive à destruição do corpo e prossegue submetida às soberanas leis de Deus, da justiça e da caridade ensinada por Jesus Cristo.
A sepultura encerra apenas a matéria fatigada. O Espírito prossegue sua jornada eterna, recolhendo, além do túmulo, a luz ou a sombra que edificou dentro de si mesmo.
Fontes.
“O Livro dos Espíritos”. Allan Kardec. Capítulo VII. Questão 327. Itens 164 e 165.
“O Céu e o Inferno”. Allan Kardec. Parte I. Itens 6, 7, 12 e 13.
“O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Allan Kardec. Capítulo X. Item 18.
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"A maior prova de amor-próprio é retirar a sua presença da vida de quem não soube valorizar a sua dedicação."
"Insistir em quem machuca todos os dias não é persistência, é esquecer o próprio valor por medo da solidão."
Sem amor-próprio, não se ama o outro com plenitude, tampouco se está aberto para receber amor.
(Waldemar Magaldi Filho)
“Devemos trabalhar continuamente o nosso próprio interior, refinando pensamentos e atitudes, para que, ao reconhecer a pureza no outro, possamos nos enxergar com mais clareza e evoluir espiritualmente.”
"O hipócrita é, em essência, o próprio erro alheio ao qual condena. Sua indignação com o deslize do outro nada mais é do que o reflexo incômodo daquilo que ele esconde em seu próprio espelho.
No tribunal do hipócrita, a sentença que ele profere contra o próximo é a confissão disfarçada de suas próprias falhas.
Quem muito aponta o dedo, geralmente está apenas tentando desviar a atenção de suas próprias sombras."
Contemple a solidão a observar o próprio pensamento racional. Todo conhecimento paira sobre a ignorância, no limiar exato da insanidade. Interrogamo-nos sobre a dimensão ética e moral que separa a sanidade da loucura — e, na guerra interna que nos habita, atribuímos valor científico ao transhumanismo.
Brotam as asas da metafísica no ser neófito: o impulso de arremeter contra a superfície árdua das dualidades, em busca das ações que mensuram a essência da alma.
"Aprender a gerenciar o próprio dinheiro na infância e na adolescência previne o endividamento precoce e constrói uma vida adulta mais estável."
O currículo que não ensina a gerir o próprio dinheiro falha na preparação básica para o mercado de trabalho.
Aprender a gerenciar o próprio dinheiro na juventude é o primeiro passo para a liberdade de escolhas na vida adulta.
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