Promessas

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Amor que não se mede…
porque não cabe em números,
nem em promessas, nem em tempo.
Só existe


DeBrunoParaCarla

Deus é um Deus de descendência, pois cumpre Suas promessas de geração em geração, abençoando tanto a descendência física quanto espiritual daqueles que crêem e vivem em aliança com Ele.

⁠“As promessas de Deus para você; são bem maiores do que as suas circunstâncias atuais.”

Casa comigo!
Sem anel, sem religião.
Sem juras, nem promessas.
Casa comigo,
como as árvores que
casam seguras e livres.
Casa comigo
até aos ossos,
até despirmos os corpos
e ficarmos alma com alma.
E no fim, não haverá fim
porque não morreremos
seremos músicas,
brisas outonais,
beijos de inverno,
biodiversidade primaveril,
estiva dos poentes
e imortais poemas
nos corações
do mundo.

Grandes expectativas são consequências de fortes promessas

“Seguimos com sonhos herdados, com promessas nao cumpridas, carregando expectativas de quem nunca viveu nossas vidas.”

O mar é abrigo


O mar não pergunta nada.
Não exige explicações,
não pede promessas.
Eu chego cansada
e ele continua ali,
aberto, imenso,
sem se negar.
O mar acolhe até
quem chega quebrada,
com os pés feridos
e o peito cheio de nomes.
Não me diz para ficar,
não me diz para ir.
Ele apenas existe.
E às vezes isso basta:
um lugar que não foge,
que não se fecha,
que não me pede para ser outra.

Acontece.
As pessoas mudam.
Os afetos se transformam.
Algumas promessas não sobrevivem ao tempo.
E mesmo assim, certas histórias não se apagam.
Só aprendem a existir de outro jeito.

As pessoas passam quando veem flores.
Param quando há festa, riso fácil, promessas leves.
Mas desviam o olhar diante da cadeira, do silêncio,
do corpo que pede cuidado e não encanto.
Fico.
Não por vocação ao sacrifício,
mas porque amor não negocia presença.
Ser só eu e ela pesa,
não pelo caminho em si,
mas pela constatação de que poucos sabem caminhar
quando o chão exige firmeza.
Aprendi a ser suave sem ser frágil,
a seguir sem plateia,
a entender que quem vai embora
não falhou comigo,
apenas revelou seus limites.
E sigo.
Com menos mãos ao redor,
mas com a consciência limpa
de quem não trocou amor por facilidade.

A vida não ensina.
Ela rasga.
Arranca certezas pela raiz,
quebra promessas no joelho
e chama isso de caminho.
Os aprendizados vêm sujos,
sem legenda,
com gosto de perda na boca
e silêncio onde antes tinha nome.
A gente aprende sangrando,
aprende ficando,
aprende indo embora sem querer ir.
E mesmo assim, olha o absurdo,
continuamos vivos.
Não por força.
Por teimosia poética.

Eu me procurei nos lugares errados.
Nas pessoas.
Nos olhares que não ficaram.
Nas promessas que não sobreviveram.
E no fim…
eu estava no único lugar onde nunca pensei em olhar:
Dentro de mim.
Me reencontrar não foi bonito.
Não teve trilha sonora.
Teve silêncio.
Teve vergonha do que aceitei.
Teve culpa pelo que calei.
Mas também teve uma verdade crua:
eu nunca estive perdida.
Eu só estava longe de mim.
Fazer as pazes comigo não foi me perdoar por tudo.
Foi entender por que eu fiz.
Foi abraçar a mulher que aguentou o que eu hoje não aceito mais.


Reencontro não é voltar a ser quem eu era.
É finalmente ser quem eu sou.

As promessas que faço são pactos de ação, cumpro, ajusto e sigo, a fidelidade ao plano me honra.

Minhas promessas têm pé e braço, faço o que digo e digo o que penso, a palavra voltou a ter peso comigo.

As promessas se tornam pedras que eu carrego até afogar-me.

O futuro me deve respostas, não pago juros por promessas.

As promessas alheias têm pouco valor, as próprias valem por instinto. Prometer para si é firmar um tratado íntimo. Nem sempre cumpro, mas a tentativa já é território conquistado. Renegociar com gentileza é parte do acordo. E assim construo um caminho que me pertence, aos poucos.

Se a esperança é semente, regue-a com atos suados e chão firme, nunca com promessas vazias.

Viver é uma apostilha contínua de recomeços e contratos rasgados. Assinamos promessas com tinta que escorre, juramos lealdade a dias que fogem. Ainda assim e talvez por isso, a vida nos dá segundos para reescrever, e é nesse segundo, pequeno e empedernido, que volto a acreditar.

O amor nasce simples como estrada de chão, cresce entre olhares contidos e promessas impossíveis, e sofre calado porque nem todo sentimento pode atravessar a cerca que separa o coração do destino.

As promessas antigas voltam como roupas apertadas. Tentam servir um corpo que não é mais o mesmo. Algumas chegam a machucar, outras, aquecem ainda. Aprendi a escolher quais vestir e quando renunciar. Despir-se também é forma de honestidade.