Proibido
sei que nosso amor é proibido por isso vou te beijar como o último ato de amor antes de partir para me lembrar de você neste beijo
O diálogo ainda é a melhor solução. Mas quando se diz diálogo, é determinantimente proibido, cogitar a ínfima possibilidade da ausência da austeridade, do usufruto do grito, da passividade, ou da alusão a atos ditatoriais. Acredite na sensatez, haja com decência e desdenhe a desfaçatez!
061025
Pele, Risco e Liberdade
Eu gosto do risco…
ele desliza em mim como um segredo proibido.
Amar não é simples —
é desejo aceso em silêncio contido.
Dizem que não é nada…
mas meu corpo sabe quando é real,
carinho na minha pele vira chama,
um toque já diz muito mais.
Não me entrego por pouco,
nem me perco em qualquer intensidade,
eu provo devagar o perigo…
saboreando cada verdade.
Meu olhar não pede — convida,
minha presença não implora — conduz,
sou livre até no desejo…
e é isso que me traduz.
Se vier, venha inteiro,
sem medo do que pode acontecer,
porque eu não amo raso…
eu faço sentir… sem dizer.
Helaine machado
Seu corpo é fruto proibido
É a chave de todo pecado
E da libido, e pra um garoto introvertido
Como eu, é a pura perdição.
Allan
Filho de Jéssica e Darlan.
Não foi premeditado e sim planejado
Um fruto nada proibido
Crescendo com muito amor.
Allan,allanzinho
Bebê, tinenem
Que tudo te seja simples
Na grandeza deste mundo
Nem raso nem profundo
Na medida certa, seja o amor.
Tanto dado quanto o retribuído
₍ᐢ._.ᐢ₎♡ ༘𓊆ྀི❤︎𓊇ྀི
Prazer mitológico, com indescritível sabor de fruto proibido, oriundo do Éden. São as sensações provindas, em silêncio, do contato com a mulher comprometida e desejada.
São proibido sonhadores muito menos pensadores...
O mar torna se poluído o mundo se degrada...
O humanismo morre em suas próprias palavras.
O inenar na humanismo se transforma em bots humanos...
Deepfakes são o abstrato de ser composto por cordas e apelações...
No refúgio do desmatamento garimpeiros ficam ricos a custo da natureza sera seus filhos e netos terão um planeta.
Meus livros são proibido em vários paises.
Minha poesia sem carrega metáforas.
Alienação intelectual morre minhas críticas.
Não aceito a repressão e impunidade...
Sofro racismo pela cor da pele e por ser o que sou...
Meu eu sofre com a hipocrisia e a intolerância religiosa e social..
Ser por ser o que sou...
Recebo a indicação de conteudo de IA somente para maiores de 21 anos...
Porque penso logo existo diante indignação... repressão da censura ainda existe... tudo que pensa guarde para si .. pois a fogueira te espera..
Tudo medido para não se comprometer...
Ta errado... não ta errado... sei lá..
Só sei que é gostoso... é proibido...me da tesão...me deixa excitado... é um segredo bem guardado... e eu tô adorando praticar isso....
por que é proibido pisar na grama?.
Talvez essa seja uma das proibições mais estranhas que inventamos.
Uma placa fincada no chão, algumas letras vermelhas dizendo “PROIBIDO PISAR NA GRAMA”, e de repente um pedaço de terra deixa de ser apenas terra. Aquele lugar que poderia ser atravessado vira fronteira. O caminho mais curto passa a ser o caminho errado. E ninguém precisa mais construir um muro, porque basta ensinar as pessoas a terem medo de ultrapassar uma linha que, na verdade, só existe porque alguém decidiu que ela deveria existir.
Vezes me pergunto se não fizemos o mesmo com certas pessoas.
Talvez você seja a minha grama.
Não porque exista alguma placa dizendo que não podemos nos encontrar, mas porque existem tantas pequenas proibições invisíveis entre nós. O que vão pensar? O que aconteceu antes? E se voltarmos para um lugar que doeu? E se as nossas vidas já tiverem seguido por caminhos que não combinam mais? E se aquilo que um dia foi tão bonito não couber mais nas pessoas que nos tornamos?
E então ficamos parados na calçada.
Olhando.
Tão perto.
Com vontade de atravessar.
Mas esperando alguém nos dizer que pode.
É curioso como a gente aprende a obedecer antes mesmo de entender a regra. A gente cresce acreditando que algumas coisas simplesmente não podem ser feitas. Que certas portas não devem ser abertas novamente. Que alguns lugares pertencem ao passado. Que determinadas pessoas precisam permanecer onde as deixamos, mesmo quando alguma coisa dentro da gente ainda reconhece o caminho até elas de olhos fechados.
Mas quem decidiu isso?
Quem disse que a felicidade precisa pedir autorização?
Quem determinou onde eu posso pisar para viver aquilo que sinto?
E, principalmente, por que eu deveria ter medo de uma placa colocada por alguém que nunca sentiu o que eu senti?
Talvez seja esse o maior problema da vida confundimos limite com verdade.
Nem tudo que nos disseram que era proibido realmente era.
As vezes era apenas perigoso. As vezes era apenas difícil. As vezes alguém antes de nós se machucou naquele mesmo lugar e, por isso, decidiu que ninguém mais deveria pisar ali.
Mas a grama continuou crescendo.
Verde, silenciosa, bonita.
Como se não soubesse que alguém havia transformado aquele pedaço de mundo em território proibido.
E talvez seja isso que mais me incomode.
Porque a grama não tem culpa da história que aconteceu sobre ela.
Ela não sabe das nossas dores antigas. Não sabe dos erros, das despedidas, das coisas que não foram ditas. Não sabe quem éramos quando estivemos ali pela primeira vez. Ela só continua crescendo no mesmo lugar, esperando que algum dia alguém tenha coragem de atravessá-la novamente.
E talvez nós sejamos exatamente isso.
Duas pessoas olhando para o mesmo lugar onde um dia foram felizes, com medo de descobrir que ainda existe alguma coisa ali.
Com medo de pisar.
Com medo de lembrar.
Com medo de não sentir nada.
Com medo de sentir tudo.
Talvez exista uma vida inteira entre uma calçada e outra. Uma nova versão de mim. Uma nova versão de você. Outras pessoas, outras histórias, outras cicatrizes. Talvez nossas vidas já não se encaixem como antes. Talvez não exista mais espaço para aquilo que fomos.
Mas e se existir?
E se a gente estiver deixando uma possibilidade morrer apenas porque alguém nos ensinou que voltar é sempre um erro?
Eu não quero romantizar aquilo que machucou. Não quero fingir que o passado não existiu. Não quero apagar as consequências das coisas que fizemos ou das coisas que fizeram conosco.
Só não quero transformar o passado em uma sentença.
Porque existe uma diferença enorme entre voltar para o passado e reencontrar alguém que também conseguiu sair dele.
Talvez pisar na grama não seja esquecer a placa.
Talvez seja simplesmente entender que ela nunca teve autoridade sobre os nossos sentimentos.
E talvez seja por isso que eu ainda olhe para aquele lugar.
Porque a grama é bonita.
Porque foi ali que alguma parte da nossa história aconteceu.
Porque, entre tantos lugares possíveis no mundo, foi justamente aquele que nos encontrou.
E talvez ela seja sagrada não porque ninguém possa pisar nela, mas porque foi testemunha de algo que ninguém mais viu.
Então, por que é proibido pisar na grama?
Talvez porque alguém tenha medo de que ela seja destruída.
Talvez porque seja mais fácil proteger alguma coisa mantendo todos afastados do que permitir que alguém descubra como caminhar sobre ela sem machucá-la.
Mas eu não sei se quero viver assim.
Não quero passar a vida inteira olhando para lugares onde poderia estar.
Não quero deixar que o medo dos outros escolha o caminho dos meus pés.
Se eu sentir vontade de atravessar, talvez eu atravesse.
Não porque tenha certeza de que do outro lado existe felicidade.
Mas porque, pela primeira vez, quero que a escolha seja minha.
E se você estiver do outro lado da grama, talvez eu não precise prometer que tudo será como antes.
Talvez eu só precise perguntar:
você ainda quer caminhar comigo?
Porque talvez liberdade seja isso.
Não fazer tudo que queremos sem consequências.
Mas ter coragem de escolher aquilo que queremos, mesmo sabendo que algumas escolhas podem nos assustar.
E talvez amor seja ainda mais simples.
É olhar para uma placa dizendo “proibido pisar na grama”, olhar para a pessoa que você ama do outro lado e finalmente perceber que algumas regras foram feitas para manter desconhecidos separados.
Não pessoas que ainda se reconhecem.
E então, por um instante, antes de pensar no passado, no julgamento, no medo ou na vida que mudou, existe apenas a grama entre nós.
Verde.
Linda.
Intocada.
Esperando.
E talvez tudo o que sempre quiséssemos fosse descobrir se ainda existe um caminho entre duas pessoas quando ninguém mais está dizendo onde elas podem pisar.
Amor Proibido
Meus olhos te veem
na penumbra do sol.
As borboletas em meu estômago se agitam,
tornam-se incontroláveis e ardentes.
Minhas emoções tomam conta,
o silêncio torna a dor dilacerante,
queimando meu coração por dentro
até atravessar meu peito.
A proximidade é nosso maior problema e inimiga.
Seguimos caminhos diferentes, mas ao mesmo tempo iguais,
junto com o infernal desejo de ter um ao outro,
mas sem esperança de, um dia,
viver esse amor proibido...
Fruto proibido, uma mulher atraente, maravilhosa, que instiga a vontade e aguça instintos, principalmente, em ocasiões que não devem ser expostas, movimentos suaves, precisos, charmosos, olhar seguro, reflexo de um fogo impetuoso de um desejo gradativo, um ar misterioso, quando nada carece ser dito, pois os sentimentos audaciosos já dizem muito por serem fortes e recíprocos.
Na sua companhia, em uma determinada ocasião, uma euforia incomparável, capaz de transformar um quarto em um paraíso particular, dois corpos suados, unidos num diálogo sem falas, corações com batimentos acelerados, emoções acaloradas, o tempo seria provavelmente pausado ou até mesmo, esquecido, a pressa seria incoerente, desagradável com algo tão poderoso e significativo.
Grandiosa é a sua imponência, um fascínio inegável, reluzente, que transcende o seu belo físico, fascinante como um céu estrelado, uma chama ardente, a veemência de um lindo quadro, pigmentos e traços provocantes, sonho e realismo, uma mistura emocionante que exalta os caminhos das suas curvas e a liberdade impactante do seu espírito, atrevido com vestígios de ternura.
O QUE NINGUÉM PRECISA SABER
Talvez chamem de proibido,
talvez digam que não devia acontecer, mas eu não gosto de você pelo perigo, nem pelo medo de alguém descobrir você.
Gosto porque é bom.
Porque, quando você chega,
até o silêncio muda de tom,
e alguma coisa em mim se aconchega.
Não é o segredo que me prende, é o que sinto quando estou com você.
É essa paz que ninguém entende, esse jeito bonito de acontecer.
Há amores que pedem plateia,
que precisam de nome, promessa e explicação.
O nosso talvez prefira a lua cheia, um olhar demorado e nenhuma declaração.
E tudo bem se ninguém souber. Nem todo sentimento nasceu para ser contado.
Alguns foram feitos para simplesmente acontecer,
bem longe dos olhos do mundo apressado.
Eu não quero esconder por vergonha, nem por medo do que vão pensar.
Quero guardar porque é nossa história, e certas coisas ficam mais bonitas quando ninguém pode tocar.
Que ninguém saiba dos nossos sinais, das entrelinhas, dos pequenos detalhes.
Que o mundo imagine coisas banais, enquanto a gente conhece os nossos próprios atalhos.
Porque existe uma liberdade estranha em saber que ninguém precisa entender.
Você é meu segredo — não porque eu tenha vergonha,
mas porque há coisas que só precisam ser vividas para valer.
E se um dia perguntarem o que aconteceu,
talvez eu apenas sorria, sem explicar. Porque o que existe entre você e eu não precisa de testemunhas para ser real.
Se é proibido, pouco importa.
Se é escondido, menos ainda.
O que importa é que, quando a porta se fecha, o meu coração encontra o lugar onde queria estar.
E talvez esse seja o nosso segredo mais bonito:
ninguém precisa descobrir
aquilo que já faz tão bem
para nós duas.
TALVEZ SEJA VOCÊ
Deveria ser proibido um beijo que sabe se encaixar,
um olhar que demora demais antes de se desviar.
Um sorriso de canto, quase sem intenção,
e uma vontade perigosa de seguir aquela direção.
Perigoso é o beijo perdido no canto do lábio,
tão pequeno no gesto, tão imenso no cenário.
Um carinho tão íntimo, tão fácil de reconhecer,
que parece antigo mesmo antes de acontecer.
E então seu nariz encontrou o meu,
num segundo tão breve que o mundo desapareceu.
Foi um gesto tão simples, quase sem perceber,
mas fez meu coração desacelerar e o tempo esquecer.
Lá fora, a vida continuava a acontecer,
mas, perto de você, eu só queria permanecer.
Como se o mundo pudesse esperar lá fora,
enquanto alguma coisa em nós pedia demora.
Não sei se você sentiu o mesmo arrepio,
se também percebeu o silêncio ficando macio.
Não sei se o seu coração quis perguntar
por que certos encontros parecem feitos para ficar.
Talvez seja coincidência… talvez seja imaginação,
talvez sejam apenas duas pessoas confundindo o coração.
Mas, se foi só acaso, me diga então:
por que até o silêncio entre nós parece ter intenção?
E talvez o mais perigoso nem tenha sido o beijo,
mas aquilo que ficou depois, escondido no desejo.
Porque há coisas que a boca não consegue confessar,
mas que um simples olhar insiste em revelar.
Talvez você também tenha guardado aquele instante,
aquele pequeno segundo, tão breve e tão marcante.
Talvez tenha sentido o que eu senti,
ou talvez eu esteja inventando aquilo que não vi.
Mas se não significou nada, por que ainda está presente?
Por que aquela lembrança retorna tão silenciosamente?
Por que um momento tão pequeno, quase sem razão,
continua fazendo morada dentro do meu coração?
E talvez seja isso que me assuste em você:
não o que já aconteceu, mas o que pode acontecer.
Porque existem pessoas que chegam sem avisar
e, quando percebemos, já mudaram o nosso jeito de olhar.
Não sei se você é destino, acaso ou travessia,
se veio para ficar ou ser apenas poesia.
Só sei que, entre tantos caminhos que eu poderia escolher,
há alguma coisa em você que me faz querer permanecer.
Talvez você não seja perfeita — e talvez nem precise ser.
Talvez seja justamente o seu jeito que me faça querer te conhecer.
Talvez não exista resposta, promessa ou explicação,
apenas essa estranha certeza escondida na contramão.
E se existir, em algum lugar, uma pessoa certa para mim,
talvez ela não chegue com certezas, nem anuncie o fim.
Talvez venha assim: num olhar demorado, num sorriso qualquer,
num carinho inesperado que faz o coração dizer o que a boca não quer.
Então não me responda agora.
Deixe o mistério permanecer onde está.
Porque algumas perguntas ficam mais bonitas
quando ninguém tem coragem de respondê-las.
Só me diga uma coisa, antes de partir:
quando nossos olhos se encontraram daquele jeito,
você também sentiu o mundo diminuir por um instante?
Ou foi apenas o meu coração, em segredo,
que encontrou em você um lugar onde talvez pudesse descansar?
Porque, no fim, talvez o perigo nunca tenha sido gostar…
talvez o verdadeiro perigo
seja descobrir que, entre todas as pessoas que eu poderia encontrar,
talvez tenha sido você
a pessoa que eu estava procurando sem saber.
Está decidido
À partir de hoje
É proibido odiar
falar mal e reclamar
À partir de hoje
É proibido ser infeliz
proibido fazer fofoca
proibido o diz que me diz
é proibido ficar doente
é proibido não entender
é proibido ser carente
Fica também decretado
Que todos serão obrigados
a gostarem uns dos outros
e também se olharem
como irmãos
Se você não tem religião
Esta lei é fundamentada
Na Eva Mitocondrial
Mãe dos seus pais
e dos meus
Se você tem religião
esta Lei se baseia
Nos Mandamentos de Deus
Ciência ou Religião
tanto faz
À partir de agora
É obrigatório
Viver em paz.
A serpente conhecendo a natureza curiosa do ser humano e sua especial atração pelo proibido disse: "coma não morrerás"
