Professora

Cerca de 511 frases e pensamentos: Professora

Pelo Dia do Professor, desejo consignar
esta homenagem para uma professora
que foi marco importante em minha vida.
Profª Rosina Pastore, receba este meu preito de gratidão.
Osculos e amplexos,
Marcial
Reprisando, pois esta homenagem faço questão
de prestá-la todos os anos no Dia do Professor.

MINHA PROFESSORA INESQUECÍVEL
Marcial Salaverry


Durante toda nossa existência sempre encontramos pessoas que de uma maneira ou de outra marcaram nossa vida.
Algumas por terem sido aquele alguém que julgávamos ser quem amaríamos até o fim, mas que foram apenas breves episódios, e mesmo assim, deixaram marcas realmente marcantes. Outras, que por nos terem prestado alguma ajuda decisiva em certos momentos de nossa vida, ficaram para sempre registradas em nossa memória naquela cantinho das boas recordações.
Certamente houve algumas que nos fizeram algum mal, prejudicando nossa vida de uma forma qualquer. Quanto a essas, melhor esquece-las, porque não vale a pena rememorar certas personagens desagradáveis. Más lembranças, com certeza melhor olvidá-las ...
Obviamente cruzei com todo tipo de pessoas em minha vida. De muitas, sequer recordo. Para que? Talvez para lembrar de algo a nunca ser repetido, ou sequer recordado...
Contudo, de muitas outras, guardo lembranças muito agradáveis. São o que se pode chamar de "Tipos Inesquecíveis". Dentre essas, quero destacar uma figura, que posso dizer sem ferir quaisquer suscetibilidades, ter sido a grande responsável por eu ser hoje quem sou, e desejo prestar-lhe esta homenagem. Peço que me entendam.
Seu nome é Rosina Pastore.
Foi minha professora no então "Quarto Ano Primário", e depois no "Curso de Admissão ao Ginásio". Anos de 1950 e 1951. Uma fase muito turbulenta de minha vida.
Por razões que não vale a pena lembrar, minha família estava desagregada. Cada qual estava por um lado. Morava com minha mãe e uma irmã 2 anos mais velha, num quarto de pensão na Rua Martim Francisco, em São Paulo, e estudava no Grupo Escolar Arthur Guimarães, na Rua Jaguaribe. Eu fazia parte de uma turminha "da pesada", com tudo encaminhado para cair na marginalidade. Como sempre fui grande e bom de briga, era o líder de uma turminha de micromarginais. Entre outras façanhas, costumávamos praticar pequenos roubos nas lojas do Largo do Arouche e adjacências.
Numa dessas incursões, Dna. Rosina nos viu e, usando de sua autoridade, convenceu-nos a devolver as coisas para o lojista, e resolveu iniciar um longo trabalho comigo, por ter acreditado que meu futuro poderia ser bem melhor do que aquele que se estava delineando.
Jamais poderei esquecer as conversas que ela fazia questão de manter comigo após as aulas...
Foi essa a condição para não me expulsar da escola pelo que eu vinha fazendo. Nessas conversas, ela me mostrava a diferença entre ser uma pessoa de bem, e ser um malandro otário.
Fez-me entender que as possibilidades que se abririam com minha mudança de atitude, poderiam me proporcionar um futuro melhor.
Teve, enfim, toda a paciência e discernimento para me explicar uma série de coisas, dando-me lições de vida que jamais esqueci, cumprindo com sabedoria enorme o que ela resolveu se propor, ou seja, transformar-me em alguém na vida.
Aproveitei todos os seus ensinamentos. Devo a ela ser o que sou, pois naquela época, não poderia contar com minha família. Praticamente vivia por minha conta. Já estava pensando em parar com os estudos para ficar apenas "com a turminha". Num ligeiro preâmbulo, apenas acrescento que nenhum daqueles rapazes escapou. Todos viraram bandidos. Possivelmente esse seria meu caminho, não fosse a paciência e pertinácia de Dna. Rosina Pastore.
Jamais esquecerei sua figura, seu rosto doce e severo ao mesmo tempo, e nem tampouco de seus ensinamentos, e aproveito esta oportunidade para aqui render meu preito de homenagem a ela, e através dela a todos os professores e professoras que sempre procuram suprir junto aos alunos em que percebem algum potencial, as carências familiares, que por uma razão ou outra quase todas as crianças sentem, e que a sensibilidade e o carinho com que forem orientadas poderá traçar novos rumos em sua vida.
E se, por acaso, algum descendente da mestra Rosina Pastore, ler este artigo, apenas digo que sinta muito orgulho dessa figura para mim INESQUECÍVEL. Obrigado, querida Professora Dna. Rosina Pastore.
Aos abnegados professores, meu desejo de UM LINDO DIA.

A vida é uma constante professora, que às vezes nos dá duras lições. Só não aprende com ela o ignorante, o tolo.

Queria Aprender a amar de verdade, e que você fosse minha professora

Se uma professora mulher não compreende as dificuldades contemporâneas de uma aluna mulher, que enfrenta seus próprios traumas e desafios pessoais, a educação deixa de ser libertadora. O discurso de “professora sábia” torna-se equivocado. Todo o conhecimento que o(a) professor(a) acumulou perde valor se sua atitude afasta os alunos da sala de aula, comprometendo o direito deles a um futuro digno. Assim, a promessa e a missão do(a) professor(a) em formar cidadãos participativos, críticos e cooperativos, capazes de atender às necessidades básicas de aprendizagem; não se concretizam. De nada adianta o discurso bonito e bem elaborado se as atitudes e palavras forem desmotivadoras para o(a) aluno(a).

⁠Uma sábia professora já me dizia:
“Olhe para a frente, a prova é individual”

⁠Eu na minha vida estudei muito e hoje tenho uma Professora e nessa caminhada trabalhei muito na área da saúde e hoje tenho uma enfermeira e diante dessa correria tive que desempenhar um papel para me sustentar e hoje tenho uma atriz e nessa maratona da vida pessoal hoje tenho também um atleta.

A vida te oferece aquilo que você planta e seus passos com certeza será seguido por alguém que admiro o que você fez.

A sua jornada é a história de alguém que está seguindo seus passos.

⁠O amor de um Professor ou de uma Professora por seus alunos e alunas só é capaz de ser entendido por uma sociedade que aprendeu, também, a valorizar a educação...

- Arco e flecha na mão e não tem a mínima noção ( resmungava a professora) ... quando o cupido vier para próxima aula , será reprovado. Enquanto ele não aprender a usar a razão, ensinar aos alvos a enxergarem com o coração, a apreciarem a essência , saberem que a aparência é um mero embrulho e ainda sair por aí disparando flechas de olhos fechados, o amor será sinônimo de dor. E tem que ser VALENTE e destemido, pra suportar tal erro, do descuidado cupido.

A dor é professora silenciosa: não ensina o que fazer, mas revela quem jamais ousou olhar para si mesmo. Cada passo em falso deixa impressões invisíveis no tecido do mundo, e cada lembrança esquecida é um grito contido que insiste em nos moldar.

AMO MINHA PROFISSÃO!
PROFESSOR E PROFESSORA
...Sejamos todos os dias regados de competências e habilidades para despertarmos em nossos educandos quão importante é nossa profissão...
E que possamos cotidianamente consolidar muito aprendizado enriquecendo nosso curriculum não só de conhecimentos, mas também de sentimentos que germinam amor e dedicação pelo que fazemos!


❣️ FELIZ DIA DOS PROFESSORES!!❣️

Você já se pegou sendo várias coisas ao mesmo tempo?
Astronauta, médica, psiquiatra, professora de educação física e piloto de avião...
Poxa, eu tenho que escrever esses pensamentos - ah, claro, porque também pensei em ser escritora!


Sabe aquelas menininhas que tinham um diário e escreviam tudo o que viviam quando eram crianças?
Pois é, eu era uma delas.
E lá estavam, nos meus dias, todas as coisas que tinham acontecido comigo, para eu ler depois, em paz.


Acho que já era o terceiro diário, e eu ainda não tinha conseguido ler nenhuma folha.
Quando lia, às vezes nem me recordava de muitas das coisas que tinha vivido.
Sempre achei que eu tinha memória ruim.


Quando casei, pensei:
“Nossa... o que fazer com meus diários da adolescência?”
Aí resolvi jogá-los fora.
Mas por quê?
Por que esconder todos os meus segredos?


Caraca, estou lembrando de coisas que há muito tempo não lembrava.
Porque agora, na minha cabeça, não é mais piloto de avião e sim escritora.


Eu já passei por médica, advogada... e com 30 anos, essa menina ainda não consegue saber o que quer da vida.
Também, ela teve 18 anos de influência do pai, e depois disso, de outros homens.
Ela nunca pôde ser ela por ela mesma.


E neste momento, ao se ver sozinha, perdida, sem ninguém para direcionar o caminho, percebe:
agora é hora de andar com as próprias pernas.


E isso assusta.
Dá medo.
Medo de fracassar, medo de não conseguir, medo de não ter ninguém pra apoiar.


Ela sempre sentiu e sentia demais.
Se importava demais.
Queria demais ajudar as pessoas.
E fazia isso com gosto, porque o coração também vinha junto.


E quando ela pensa em realizar um sonho, percebe que o que quer, de verdade, é fazer diferença na vida das pessoas.
Esse é o propósito dela.


Mas com qual profissão isso vai acontecer?
Qual delas vai fazê-la feliz e plena, com o coração doendo de tanta felicidade, por se importar de verdade, por querer fazer o bem?


Só que, pra conseguir tudo isso, ela sabe:
precisa se esforçar.
Ser a melhor versão de si mesma.


Tornar-se... um “f***-se”.
Sim, um “f***-se”.
Porque dessa maneira, com dinheiro, com conhecimento — seja lá como for, vai poder ajudar as pessoas.


“Deus, é medicina? Sim, eu estou com medo de ser medicina.
E de chegar lá e não gostar.
De fazer isso só por fazer.
Isso está me assustando, Deus.”








29/08/2018 — 00h47
Karina Megiato

Poesia Infantil – “História na Hora da Soneca”


A professora conta baixinho,
com voz de nuvem no ar.
O Bento fecha os olhinhos,
pronto pra imaginar.


No tapetinho macio,
o mundo inteiro aparece:
tem estrela, tem passarinho,
tem sonho que nunca esquece.


Cada palavra é um abraço,
cada rima, um afago no chão.
E o Bento, guardião de sonhos,
ouve tudo de coração.

Ser professora é acreditar no poder das pequenas sementes. É ensinar com o coração, mesmo quando o corpo pede descanso. Carregamos nos ombros a responsabilidade de formar vidas e, mesmo assim, seguimos com leveza, fé e esperança.Porque ensinar, pra mim, é o jeito mais bonito de rezar pelo futuro.

Licencianda em Ciências Biológicas e professora em formação, caminho com a mente aberta e o coração atento. Sou movida pela curiosidade intensa que me acompanha desde sempre: aprendo de tudo um pouco, porque todo conhecimento, por menor que pareça, tem o poder de mudar alguém.

Gotinhas de Amor que Acolhem
Professora Kah, a maestrina de corações e imaginações, estava ali. Seu vestido azul de princesa irradiava, não apenas pela cor, mas pela aura de quem sabe que a realeza reside na capacidade de encantar.
E então, surge a voz. É Kah e sua lembrança é um mosaico de alegria coletiva.
"Oi, eu sou a Kau. O que mais me marcou na Gota de Leite foi o dia na sala da Bianca. Sabe, eu consegui fazer uma brincadeira com as crianças... a dança das cadeiras! Foi muito legal mesmo. Não tenho uma marca com uma criança específica, e sim com todas elas, porque cada sala tem o seu momento incrível."
Ela sorri, a memória brilhando em seus olhos. A dança das cadeiras, um turbilhão de risos e expectativa, quebrou a rotina, transformando o chão da sala em um palco de pura euforia.
Mas a magia não parou na música. No calor daquele momento, a conversa fluiu para o universo que habita as mentes mais férteis: as histórias e os personagens. "Lá conversamos sobre as histórias que essas crianças gostavam e de quais personagens elas gostam", conta Kah. E, de repente, o palco virou cosplay.
A causa de tanta comoção? Um desenho. "Apesar de eu amar o Stitch e tê-lo desenhado na perna, as crianças viram e todas elas ficaram loucas! Ficamos conversando, tendo um momento bom sobre personagens no qual elas se identificam."
Naquele círculo de confidências lúdicas, o mundo se transformou:
Luan, com sua sabedoria miúda e olhos curiosos, não era mais apenas Luan; ele pensava que era o Bebê Yoda do Star Wars. Levi, impulsionado por uma energia incansável, via-se como o Homem-Aranha, pronto para saltar em sua teia de fantasia. E assim foi, cada criança vestindo o manto de seu herói ou criatura favorita.
Ka suspira, um contentamento profundo em sua voz. "Acho incrível como a imaginação dessas crianças sempre vai além desse mundo."
É essa a verdade final do conto: A Gota de Leite não é apenas um lugar de acolhimento, é um portal. Com a Professora Kah de vestido azul e a Kah de Stitch na perna, a realidade se dobra à fantasia. As crianças não apenas aprendem a viver neste mundo; elas aprendem a construir o seu, onde cada um é, de fato, o personagem mais incrível de sua própria história.
FIM

Você pode ser sua própria professora: aprenda errando, corrigindo-se, olhando para si com honestidade, todos nós falhamos, e é assim que crescemos, e avançamos para o próximo nível.

Entre a caneta e o silêncio


Como professora, caminho...
não sobre chão firme,
mas sobre cacos de expectativas
e pós de esperança.


Cobram de mim o impossível:
números que sorriam para relatórios,
metas que brilhem nos gráficos,
resultados que não cabem no peito,
mas são expostas em planilhas frias.


Na sala de aula,
ecoam não vozes curiosas,
nem sussurros
em busca de saber,
mas do peso do desinteresse.


Olhares vagos,
mãos cansadas antes mesmo de escrever,
corações distraídos pela promessa fácil
de um benefício que paga a presença,
mas não compra o desejo de aprender.


O apoio?
Palavra bonita nos discursos,
mas ausente no cotidiano.


As leis que um dia protegeram
vão se dissolvendo
como tinta velha sob a chuva.


E o que sobra?
Um palco de cobranças
e a plateia da indiferença.


As famílias,
cansadas, omissas ou descrentes,
entregam seus filhos e filhas
como se fossem um pacote:
"Está aqui. Ensine. Cuide. Resolva. Eduque."


Os governos, contadores de cifras,
olham para o professor e veem um custo,
não um pilar, muito menos investimento.
“Os professores ganham muito,
incham a folha,
têm muitos direitos,
férias duas vezes ao ano,
piso salarial,
gratificações, recompensas,
rateios...
ganham apenas por quatro horas de trabalho


E ninguém vê as horas
roubadas de nossas famílias,
de nosso lazer,
de nossa saúde.


Querem índices
querem estatísticas,
querem provas,
querem resultados sorridentes,
mesmo que as almas chorem.


A carreira…
longa estrada de títulos caros
para salários curtos,
onde a gratificação é um remendo
que nunca vira tecido inteiro.


Trabalhar muito, viver pouco.


E o docente,
esse resistente,
esse malabarista de sonhos,
continua ali,
mesmo quando o respeito já não chega,
mesmo quando a violência não é só física,
mas se infiltra como veneno lento
no corpo e na mente.


Um dia, perguntaremos:
O que fizemos da educação?
Transformamos o mestre em operário de metas,
a sala de aula em linha de produção,
o saber em moeda barata.


E, talvez tarde demais,
descobriremos que sem professor
não há futuro que se escreva.

Mesmo que um determinado professor ou professora tenha quatro diplomas, ou seja, embora possua pós-doutorado. É preciso humildade e paciência quando os estudantes pedirem orientação ou ajuda, pois todo professor de excelência já foi um "reles" estudante.

Professora Jacy,


Eu queria lhe explicar com calma uma coisa que, para muita gente, parece exagero quando a pessoa fala, mas é real: o sentimento de rejeição não nasce do nada. Ele pode começar muito cedo, antes mesmo da gente entender o mundo.


Na década de 60, o mundo girava de outra forma. Existia uma cultura muito dura com as mulheres e com as crianças. Muitas famílias viviam na pobreza extrema, sem apoio, sem orientação, sem saúde emocional, sem planejamento familiar. Muita gente tinha filhos em sequência, no automático, porque era assim que se vivia. E criança, naquela época, muitas vezes não era vista como sujeito, como pessoa com necessidade de cuidado e proteção. Era só “mais uma boca”, e pronto.


Quando uma criança nasce dentro de um ambiente de briga constante, abandono, desestrutura, medo e falta de afeto, ela cresce sentindo que não tem lugar. Às vezes nem precisa alguém dizer “eu não te quero”. A rejeição se forma pelo clima: silêncio, ausência, descuido, humilhação, falta de acolhimento, falta de segurança.


No meu caso, a história familiar começou com conflitos graves entre meus pais. Ainda no ventre, eu já estava dentro de uma casa sem paz, sem estrutura emocional. Depois disso, veio um período de abandono e separação. Eu cresci com marcas dessa desorganização familiar, e isso mexe com a cabeça e com o coração de qualquer criança.


E tem outro ponto importante: quando uma criança é criada por alguém que não tem preparo emocional, ou que vê a criança mais como obrigação, ou como alguém para “servir” dentro de casa, essa criança aprende cedo que o amor é condicionado. Ela aprende que precisa ser útil para merecer presença, comida, atenção, carinho. E isso é um tipo de rejeição também. Porque a criança entende que, se ela não for “boa” ou “útil”, ela não vale nada.


Então, professora, quando eu digo “me senti rejeitado”, eu não estou falando só de um momento específico. Eu estou falando de uma construção. É como uma ferida que vai sendo alimentada com o tempo: abandono, desatenção, falta de colo, falta de escuta, falta de segurança, falta de carinho. E depois, na vida adulta, a pessoa vira alguém que tenta compensar isso do jeito que dá: trabalhando demais, buscando aprovação, se doando, se cobrando, se sentindo sempre “a menos”, mesmo quando está fazendo o melhor.


Eu quis lhe explicar isso porque eu confio na senhora e eu respeito sua sensibilidade. Eu não estou pedindo pena, nem justificando nada. Eu só estou mostrando o contexto para a senhora entender como certas dores não começam na fase adulta. Elas vêm de muito antes, lá de trás.


Obrigado por me ouvir.
Fernando Kabral




7 de janeiro de 2026


9:35

A dor é uma professora que não aceita faltas, e suas lições, embora amargas, são as únicas que se fixam na alma, e o processo de cicatrização não é linear, nem bonito, mas uma batalha suada e invisível contra a memória do trauma, e é preciso honrar cada passo lento, cada recuo que precede um avanço maior e mais significativo. Não se cobre a perfeição na arte de se reerguer, a beleza reside na coragem de ser imperfeito, de abraçar o processo caótico da cura e de entender que o seu valor não está na ausência de feridas, mas na audácia de continuar lutando mesmo com a alma marcada pelas batalhas passadas.