Professor Mestre

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“Na época do Natal, há fortes vibrações da Consciência Crística no ar, disse o Mestre. Aqueles que estiverem sintonizados, por meio de sua devoção e da meditação científica praticada profundamente, receberão as vibrações divinas.

É da máxima importância espiritual para todo homem, qualquer que seja sua religião, que ele experimente em seu interior, esse nascimento do Cristo universal.

O cosmos é o corpo do Cristo. Presente n’Ele, em toda parte, está a Consciência Crística. Quando puder fechar os olhos e, pela meditação, expandir sua percepção até que sinta o universo inteiro como seu próprio corpo, Cristo terá nascido dentro de você. Todas as nuvens da ignorância serão dispersadas, quando você contemplar, por trás da escuridão dos olhos fechados, a divina luz cósmica.

Cristo deve ser adorado em verdade: primeiro em espírito, por meio da meditação, e, em seguida, na forma, percebendo sua presença até mesmo no mundo material.

Você deve meditar no verdadeiro significado da vinda de Cristo e sentir a consciência dele atraída ao seu interior pelo ímã da devoção. Esse é o verdadeiro propósito do Natal.”

Não deixe escapar por entre os dedos da falta de tempo esta bela oportunidade de se beneficiar das vibrações sutis que envolvem o planeta nesta época.

Comece desde já, e não deixe para o próximo Natal: não espere mais um ano para receber a Paz e a Luz em sua vida.

Inserida por RivaAlmeida

UM CONTO ZEN - OS DOIS MENINOS
Osho

Havia dois mosteiros vizinhos cujos mestres tinham meninos de recados.
Os dois meninos costumavam ir ao mercado, buscar legumes ou outras coisas para os mestres.

Esses mosteiros eram antagônicos entre si, mas meninos são meninos.
Esqueciam-se de suas doutrinas e encontravam-se no caminho para conversar e se divertir juntos.
Estavam proibidos de conversar, pois os mosteiros eram inimigos.

Um dia, o menino do primeiro mosteiro disse a seu mestre:

"Estou confuso; estava indo ao mercado quando vi o menino do outro mosteiro e lhe perguntei: Aonde você está indo? Ele me respondeu: Para onde o vento soprar. Fiquei sem saber o que dizer; ele me confundiu."

O mestre então disse:

"Ninguém do nosso mosteiro foi alguma vez derrotado por alguém do outro, nem mesmo um empregado; portanto você tem de acertar as contas com esse menino. Amanhã pergunte novamente aonde ele está indo. Quando ele disser: Para onde o vento soprar, você dirá: E se não tiver vento?"

O menino não conseguiu dormir a noite toda, pensando no que aconteceria no dia seguinte.
Ficou ensaiando muitas vezes como falaria com o outro garoto.

No dia seguinte esperou à beira da estrada e quando o outro menino chegou, ele logo lhe perguntou:

"Aonde você está indo?"

O garoto respondeu: "Aonde meus pés me levarem."

O primeiro menino ficou novamente sem saber o que dizer. Sua resposta estava preparada.
Mas a realidade é imprevisível. Ele voltou muito triste e disse ao mestre:

"Aquele menino não é digno de confiança. Ele mudou e eu fiquei sem saber o que fazer."

Então o mestre disse: "Da próxima vez quando ele responder : Aonde meus pés me levarem você dirá: E se você ficar aleijado, ou se suas pernas forem cortadas?"

Novamente o menino não pôde dormir.
De manhã cedo, foi esperar o outro na estrada.
Quando ele chegou, o primeiro perguntou:

"Aonde você está indo?"

E o menino respondeu: "Buscar legumes no mercado."

O primeiro menino ficou atrapalhado e foi dizer ao mestre:

"Esse menino é impossível! Está sempre mudando!"

A vida é aquele menino.
A realidade não é um fenômeno fixo.
Você tem de estar presente nela espontaneamente, só então a resposta será real.
Se sua resposta é preparada de antemão, você já está morto.

Então virá o amanhã, mas você não existirá mais.
Estará preso no ontem, no que passou.

Todas as mente muito verbais são fixas. (...)

Essa é a diferença entre um homem de sabedoria e um homem de conhecimento.

O homem de conhecimento tem respostas prontas - você pergunta a resposta já está lá. (...)

Se você vai a um homem de sabedoria ele não tem respostas para você.

Não tem nada pronto.
Ele está aberto; é silencioso.

Ele responderá mas primeiro sua pergunta irá ressonar no seu Ser e não na sua memória.
Ninguém pode predizer qual será sua resposta.

OSHO em Raízes e Asas

Inserida por RivaAlmeida

Amado Mestre, O que é o amor?
Por que tenho tanto medo do amor?
Porque o amor se parece com uma dor insuportável?
Você pergunta: “O que é o amor?” É o profundo desejo de ser uno com o todo, o profundo desejo de dissolver o Eu, o Você, em uma unidade. O amor é isso, porque estamos separados da nossa própria origem, por isso, sente-se a necessidade de se voltar para um todo.

Se você arrancar uma árvore, ela sentirá o grande desejo de enraizar no solo, porque esta é sua verdadeira vida. Agora ela está morrendo. Separada a árvore não pode existir. Ela tem que existir na terra. Isso é amor.

Seu ego se tornou uma barreira entre você e a sua terra, o todo. O homem está sufocado, ele não consegue respirar, perdeu suas raízes.

O amor é um desejo de nutrição; o amor é enraizar-se na existência. E o fenômeno se torna mais fácil de se você cair no polo oposto – é por isso que o homem é atraído pela mulher, e a mulher pelo homem. O homem pode encontrar sua terra através da mulher, ele pode voltar a ficar com seus pés no chão, através da mulher, e a mulher pode por os pés no chão através do homem. Eles são complementares. O homem sozinho é metade. Quando essas duas metades se encontram e se misturam e se fundem, pela primeira vez nos sentimos enraizados, com os pés no chão.

Não é somente na mulher que você se enraíza; é através da mulher que você se enraíza em Deus. A mulher é simplesmente uma porta, o homem é simplesmente uma porta. O homem e a mulher são apenas portas para Deus. O desejo de amor é o desejo de Deus. Você pode entender isso, ou não pode entender, mas o desejo de amor realmente prova a existência de Deus. Não existe nenhuma outra porta.

Porque o homem ama Deus é. Porque o homem não pode viver sem amor, Deus é. A ânsia de amar simplesmente diz que sozinhos nós sofremos e morremos, juntos, nós crescemos, somos nutridos, realizados, preenchidos.

Você pergunta: “O que é o amor? Por que tenho tanto medo do amor?” É por essa razão que a pessoa tem medo do amor – porque no momento que você entra na mulher, você perde seu ego, e a mulher quando entra no homem, perde seu ego.

Agora isto precisa ser entendido: você pode estar enraizando no todo, somente se perder você mesmo; não há outra maneira. Você é atraído em direção ao todo por estar se sentindo desnutrido, e então, quando chega o momento de desaparecer no todo, você começa a sentir muito medo. Um grande medo surge porque você está perdendo a si mesmo. Você recua. Este é o dilema. Todo o ser humano tem que encarar isso, passar por isso, entender e transcender isso.

Você precisa entender que ambas as coisas estão surgindo da mesma coisa. Você sente que seria lindo desaparecer – nenhuma preocupação, nenhuma ansiedade, nenhuma responsabilidade. Você se tornará parte do todo, como as árvores e as estrelas. A simples ideia é fantástica! Ela abre portas, portas misteriosas para dentro de seu ser, ela da nascimento à poesia. Ela é romântica. Mas quando você realmente mergulha nisso, surge o medo de que: “Eu vou desaparecer, e quem sabe o que vai acontecer depois.”

É como um rio alcançando o deserto, ouvindo o sussurrar do deserto. O rio hesita, quer ir além do deserto, quer ir em busca do oceano; sente que existe um desejo, um sentimento sutil, uma certeza e uma convicção de que “meu destino é ir além!” nenhuma razão possível pode ser apontada, mas existe uma convicção interior de que “eu não terminarei aqui. Tenho que continuar procurando algo maior.”

Alguma coisa lá no fundo diz: “Tente energicamente! E transcenda esse deserto”.

E então o deserto diz: “Ouça-me: o único jeito é evaporar-se, entregando-se aos ventos. Eles o levarão além do deserto”. O rio quer ir além do deserto, mas a duvida é muito natural: “Qual é a prova, a garantia que depois os ventos permitirão que eu volte a ser um rio? Uma vez que eu tenha desaparecido, não estarei absolutamente controlando a situação. Então qual é a garantia que eu me tornarei novamente o mesmo rio, com a mesma forma, com o mesmo nome, o mesmo corpo? E quem sabe? E como poderia confiar que, uma vez que eu tenha me rendido aos ventos, eles permitirão que eu volte a me juntar?” este é o medo do amor.

Você sabe, está convencido de que sem amor não há vida, sem amor você permanece faminto por algo desconhecido, permanece insatisfeito, vazio.

Você é oco; você apenas um recipiente sem conteúdo. Você sente o vácuo, o vazio e o tormento disso. E você está convencido de que existem meios capazes de preenche-lo.

Mas quando você se aproxima do amor surge um grande medo, surge a dúvida: se você relaxar, se realmente mergulhar nele, será capaz de voltar novamente? Será capaz de proteger sua identidade? Vale a pena correr esse risco? E a mente decide não correr esse risco, porque pelo menos você é subnutrido, mal alimentado, faminto, miserável – mas pelo menos você é. Desaparecendo em algum amor, quem sabe? Você iria desaparecer, e qual é a garantia de que haverá felicidade, haverá beatitude, haverá Deus?

É o mesmo medo que uma semente experimenta quando começa a morrer no solo. Isso é morte, e a semente é incapaz de conceber que haverá vida surgindo desta morte.

Inserida por RivaAlmeida

⁠Todos somos professores e todos somos alunos na escola da vida.
O dia de hoje é dedicado especificamente aqueles que tem a missão de nos instruir, e não de nos educar. Mas eles fazem ambas as partes, se desdobrando desde cedo por nós. Somos gratos à eles....

Inserida por RivaAlmeida

Ser Professor é ter a sensibilidade de mudar o rumo e o destino de cada um.

Inserida por Rita1602

Ser Professor é ter nas mãos o poder e a arte de formar cidadãos comuns em desenvolvidos e responsáveis para agir dentro de uma sociedade.

Inserida por Rita1602

Temos um tempo reservado para pensarmos e refletirmos. Que este tempo seja o nosso mestre e nos ensine o caminho da sabedoria.

Inserida por Rita1602

"A classe professoral possui real homogeneidade quando analisamos nos seus comportamentos globais. Contudo, isso não significa não haver no corpo docente, ao sabor das circunstâncias, certo agrupamento momentâneo de indivíduos, que desempenham o papel de "esquerda" em determinado problema ou em dada reunião da congregação ou dos conselhos técnicos e universitários. Ao lado desta "esquerda" eventual, relativa e variável, devemos contar um número extremamente reduzido de verdadeiros homens de esquerda, por convicções ideológicas, mas estes são tão poucos, que praticamente só há que contrar com a esquerda ocasional, formada por elementos que, por esta ou aquela razão, tomam, no momento, atitudes contrárias às direções das faculdades e das reitorias, e desempenham, na maior parte dos casos, papel progressista com essa simples resistência ou reclamação. Não se confunde este efêmero comportamento com a nítida atitude progressista, contudo seu valor não é nulo..." Álvaro Vieira Pinto - A questão da universidade.

Inserida por alvarovieirapinto

"O processo de escolha do professor não se destina a escolher um novo professor, mas justamente a escolher o mesmo professor, na pessoa de outro indivíduo. O novo professor não é um sucessor, mas uma duplicata"

Inserida por alvarovieirapinto

"Diríamos que a ESQUERDA professoral se compõem das seguintes espécies numa escala de infinitos matizes: o frustrado; o ressentido; o brigado com o diretor; o tipo vulgarmente conhecido como ESPÍRITO DE PORCO; o indeciso, que no momento e sem motivo definido vota com um colega de ESQUERDA; o que se declara homem de ESQUERDA da boca para fora; o bajulador do aluno; o populista; o REVOLTADO COM O ATUAL ESTADO DE COISAS"; o preguiçoso; o retardatário; o faltoso, que racionaliza a sua posição pela crítica à universidade; e finalmente, o homem de esquerda ideologicamente autêntico".
Álvaro Vieira Pinto - A questão da universidade, pág. 65 -

Inserida por alvarovieirapinto

Aula de Contabilidade: Certa vez um professor nosso de contabilidade pediu para que eu explicasse o que era ATIVO E PASSIVO, mas disse que eu fosse contundente na minha resposta; Dei uma pensada e respondi sem titubear. ATIVO É DEDO NO ANEL E PASSIVO É ANEL NO DEDO, nem precisa responder o que aconteceu, foi uma gargalhada geral...mas tenho certeza que todos entenderam...(Patife)

Inserida por SaulBelezza

Contradições... O professor de filosofia não é filósofo. Médico formado, graduado e sem experiência alguma...
𝓙𝓾𝓻𝓾𝓷𝓪j.

Inserida por leigolima_1130750

"Nesta vida todos são professores."

☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

。♡ 。 
☆ - Jesus meu mestre e irmão,
/ peço-te; seja meu mentor espiritual.
/ llumina-me neste caminho de aprendiz.
( Preciso que sejas meu parceiro nesta
\jornada para que eu viva bem,  
。 \fazendo o bem...
。。) Contigo que és o Mestre do Bem!
。♡。Que assim seja!
\●/
 ■☆Haredita Angel💋

Inserida por HareditaAngel


"Ainda não conheci professora
melhor que a vida.
Tão linda e maravilhosa...
mas sempre de palmatória na mão."
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

⁠
"A dor não é tia,
a dor é professora!"
Haredita Angel
28.07.2012

Inserida por HareditaAngel

⁠No colégio eu era sempre aquela que sentava lá no fundão.
E também eu era aquela que o professor sempre trazia pra frente.
Porquê?
Sei lá...ele dizia que eu era a autora dos
aviõezinhos que voavam pela sala.
- E era?
- Era!
Haredita Angel
13.01.14

Inserida por HareditaAngel

⁠⁠"O melhor professor é o tempo,
ea melhor sala de aula é a
pessoa mais velha"
12.01.23

Inserida por HareditaAngel

Seja mestre do espírito antes de ser controlado pela mente.

(Provérbio Zen

O professor não pode falar sobre sexo em sala de aula, mesmo que aja extrema necessidade, pois é tachado de sexualizador. Talvez a educação sexual desejada esteja nas novelas. Todo mundo assiste às mídias com contentamento, o problema é que os Alunos tolos de formação evangélica que se acham sabidos demais usam o tema para impor sua fé, pais que devem à sociedade escondem-se atrás do puritanismo fingido, sacrificando a transversalidade da educação. A direção da escola não se impõe, aí sofre as consequências. Morre de medo de perder o cliente sem qualidade. Pois, Para o medo não tem regras.