Professor Carlos Drumond de Andrade

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⁠O analista da qualidade, precisa atuar assertivamente e eficazmente, para ajudar sua empresa a reduzir, ou até mesmo, eliminar este, que é o maior desperdício: o retrabalho.

Inserida por Professor_Alex

⁠É fundamental que o analista desenvolva a expertise na criação e inovação dos principais KPIs de sua empresa. É preciso medir, mais, medir assertivamente.

Inserida por Professor_Alex

⁠A pessoa que conversa com Deus pela manhã, tem um dia inteiro de paz.

Inserida por Professor_Alex

⁠Administrar é tomar decisões inteligentes para aplicar os recursos de forma que maximizem os resultados e minimizem desperdícios.

Inserida por Professor_Alex

Não ore das entranhas do peixe, seja inteligente, faça a vontade de Deus, e jamais irá para lá.

Inserida por Professor_Alex

⁠Quem começa o dia conversando com Deus, tem um dia inteiro de paz.

Inserida por Professor_Alex

⁠⁠Deus responde: você tem falado com Ele?

Inserida por Professor_Alex

⁠Pode parecer exagero, mas deixar de conversar com Deus é no mínimo desastroso.

Inserida por Professor_Alex

Sou apenas um professor que ora. ⁠

Inserida por Professor_Alex

⁠Olhou para a tela do céu hoje?

Inserida por Professor_Alex

⁠O profissional de verdade, quando falta, faz falta.

Inserida por Professor_Alex

⁠O mercado esta carente de analistas de logística que tem cliente na mente.

Inserida por Professor_Alex

⁠Diante de um problema, o analista de logística, precisa primeiramente, analisar criteriosamente para entender o problema e, somente depois, propor possíveis soluções ou uma solução imediata.

Inserida por Professor_Alex

A paz começa quando o coração consegue dizer com sinceridade: Obrigado por tudo, me perdoe e fale comigo, Senhor.

Inserida por Professor_Alex

⁠Você terá a minha confiança quando as suas ações forem condizentes com suas palavras.

Inserida por joao_augusto_coura

PROFESSOR EDUCADOR

É comum, no período que antecede o início das aulas, terem as crianças uma certa expectativa, um certo desejo, antecipando o que será a escola. Têm, as crianças, a tendência de gostar do professor. É o gosto da novidade, do que não conhecem – é a aventura do aprendizado. Começam as aulas e algumas expectativas são superadas, outras frustradas. Alguns encontros se revelam marcantes, outros nem tanto. Há alunos que voltam para casa, dos primeiros dias de aula, desejosos de narrar aos pais cada detalhe de seus professores.
Em uma leve viagem ao passado, todos rapidamente nos lembramos de alguns professores. Por que desses e não de outros? Porque alguns marcam mais. E é desses professores que a pessoa se lembrará ao longo da vida.
Infelizmente, muitos professores se convertem em burocratas da escola. Estão ali exercendo a profissão de estar ali. E nada mais. Sem perfume nem sabor. Sem encontro nem encanto. Apenas ali, munidos de um programa determinado, e sequiosos do fim, já no começo. Tristes mulheres e homens que embarcam na profissão errada e lá permanecem aguardando a miúda aposentadoria. Não são maus. Apenas não são educadores.
Há aqueles que educam desde os primeiros raios da aprendizagem. Preparam-se para a celebração do saber e do sabor – palavras com a mesma origem. Lançam redes em busca de curiosidades, surpreendem e permitem surpreender; ensinam e aprendem com a mesma tenacidade. Estão ali, em uma sala de aula, desnudos de arrogância e ávidos de vida. Não temem a inquietação das crianças e dos jovens. Não negligenciam o conteúdo, mas valorizam os gestos. Gestos – é disso que mais nos lembramos dos nossos mestres que passaram. E que permaneceram.
Lembro-me de alguns, como a Ana Maria, professora de história, que nos instigava a estudar antes da aula o tema que seria trabalhado. Quando chegava a aula, ela propositadamente errava, e nós a corrigíamos. Era um jogo, uma didática simples que empregava. Eu chegava a sonhar com aquelas aulas. Ela despertava o gosto pela pesquisa e destravava os mais tímidos. Todo mundo queria corrigir a professora.
Talvez um exercício interessante para o professor seja o das lembranças. Lembrar-se, de quando era aluno, daqueles professores que eram educadores, e de repente ter a humildade de imitá-los ou até reinventá-los.
E não há tempo nem idade para fazer diferente. É só ter uma característica que Paulo Freire considerava importante para toda a gente mas essencial para quem educava: gostar de viver.
Quem gosta de viver não tem preguiça de reinventar, nem medo de ousar. Quem gosta de viver não tem medo de ternura, da gentileza, do amor.
Quem gosta de viver, educa!

Feliz Dia do Professor!

Professor é a maior autoridade que já vi na Terra, pois é através dela que se forma as outras.

Nunca morra como aluno, morra como professor.

Cabe ao professor lapidar o conhecimento do aluno. Cabe também ao aluno encontrar o estado tosco de suas dificuldades, e esculpir o conhecimento que adquiriu, aumentando sua beleza.

“HOJE É O DIA DO PROFESSOR – até concentrei-me na rima, e acho que AMOR é a palavra que combina.
Sei que ele pega no pé e manda guardar o celular, mas se não fizesse isso ninguém ia querer estudar.
A classe é barulhenta e o povo toca o terror, ele fica bem esquentado, mas dá conta do recado.
Já deu zero pra quem senta no fundo e socou bronca em todo mundo; mesmo assim é parceiro e nos aguenta o ano inteiro.
A galera zoa com ele, imita seus trejeitos e aponta seus defeitos.
O cara finge que não entendeu, aumenta a lição de casa e segue mandando brasa.
Esse é o meu professor, merecedor de respeito, um ser diferenciado, ainda que mal remunerado.
Ao mestre faço um pedido: não precisa ficar constrangido; pode chorar e se emocionar, só não se esqueça desse poema na hora de me avaliar.”