Professor Carlos Drumond de Andrade

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Carlos Magno...

Nosso amor é delicioso...

Percorro as curvas do teu corpo
meus dedos passeiam devagar
sentindo no tão as delícias do teu ser

Percorro...
escorregando entre os dedos teus sentidos
sinto vibrar tua pele
meus dedos ora difíceis grudam em teu suor

Percorrendo...
meus sentidos se aguçam
sinto meu olfato delirar com teu cheiro
minha língua degusta teu sabor
minha pele se arrepia
necessita se juntar ao calor do teu corpo
te puxo pra mim

Meus dedos agora são mãos
a dançar pelas nuanças que você tem

Teu corpo se torna o meu
ocupando o mesmo espaço avanço o sinal...

Seu corpo entrelaçado no meu
seu cheiro impregnado em mim
seu gosto podendo sentir com loucos beijos
seu suor se misturando ao meu
seu olhar de quero mais...

Em êxtase,nós dois nos deixamos amar
no sentido vulgar
na palavra exata do ser
na intensidade maior que há
na volúpia de mais e mais querer...

Repetimos tantas e tantas vezes
que num só ser nos buscamos
e...adormecemos sentindo que o prazer
virá nos acordar quando descançar...

18/06/2011

Poema - Carta de Carlos Barbosa.


Querido irmão José,


Escrevo-te aqui do solo sagrado da nossa fronteira, onde tiveste o privilégio de nascer — graça que não me foi dada, embora me sinta jaguarense de alma e coração. Hoje recebi, com grande preocupação, a medida tomada por Vargas de dissolver todos os parlamentos; sei da tua atuação como deputado na nossa Capital do Brasil, cidade maravilhosa do Rio de Janeiro, e imagino o que estás a sentir neste momento.


Somos republicanos, meu caríssimo irmão, e a liberdade nos norteia. Nestes dias lembro tanto da nossa infância nos campos de Jaguarão, quando nossa mãe Maria e nosso pai Antônio contavam as histórias da revolução à beira do fogo de chão, falando do nosso avô Manoel e do nosso tio-avô Bento. Lembro que todas essas histórias mais tarde vim a dividir com meu mestre José Francisco Diana.


Antes que me esqueça: sinto saudades da cunhada Arlinda e da bela Maria. Não pude ir ao casamento dela com o Luiz, e sempre me cobro por esse impedimento — coisas de política e compromissos que, ao colocarmos à frente de tudo, muitas vezes nos causam remorso. Mas, como estava a escrever, são muitas recordações. Ainda me lembro de ti pequenote, guri tentando montar nas ovelhas, e eu naquela época com as malas prontas para cumprir a vontade dos nossos pais e ir estudar no Rio de Janeiro. Não foi fácil, meu querido irmão: o Colégio Dom Pedro II era enorme, mas não maior que a faculdade de Medicina. Lembra-te que foram quase dez anos na capital da nossa República Federativa para finalmente realizar meu sonho de conhecer Paris — e lá passei longos quatro anos.


Como bem sabes, também era um sonho voltar para nossa Jaguarão e aqui exercer tudo o que aprendera. A sorte me sorriu quando tive o privilégio de conhecer meu grande amor, Carolina. Tivemos uma vida repleta de aventuras e, naturalmente, momentos de sofrimento com a perda de alguns de nossos amados filhos — dor amenizada pelo amor de Euribíades, Eudóxia e Branca.


Querido irmão, ao leres esta carta deves perguntar-te por que hoje me mostro tão narrativo e saudosista: a vida passou tão rápido. A política, depois de 1882, quando fundei o partido republicano em Jaguarão, nunca mais se apartou de mim. Veio o mandato na Câmara — onde jamais se pensara em um republicano — depois fui deputado da província e, para completar, participei como constituinte naquele ano de 1891. Depois veio o Júlio, como primeiro presidente constitucional do Rio Grande; quase me obrigou a aceitar sua imposição para eu ser seu vice-presidente. Tu conheceste o Júlio: não aceitava recusas e era deveras convincente. E assim tive de me desdobrar entre a Vice-Presidência e a presidência da Assembleia dos Representantes do Estado. Lembra-te que, em virtude disso, recusei disputar uma vaga ao Senado — por nossos ideais republicanos, meu querido irmão.


O que parecia inimaginável aconteceu: tu muitas vezes me disseste que era um caminho natural — e lá estava eu, presidente do Estado do Rio Grande do Sul, com larga margem de vantagem, três vezes mais votos que o meu oponente. E olha que sequer andei pelas outras querências de São Pedro; fiz-me vitorioso sem sair da nossa fronteira.


Por fim, acho que tudo valeu a pena, e consegui fazer muitas coisas. Tu, que por muitas vezes estiveste à frente de governos, sabes que os desafios eram grandes. Dei início à obra do Palácio Piratini; pude homenagear meu amigo Júlio erguendo-lhe um monumento; realizei a obra do cais do porto em Porto Alegre; ajudei a nossa Faculdade de Medicina; criei a colônia de Erechim e finalmente elevei a vila de Caxias à categoria de cidade; ratifiquei as questões da fronteira com o Uruguai; fui incansável nas questões agrícolas e pecuárias e tratei da saúde com todo o meu conhecimento.


Mas, depois de tantos feitos, meu irmão, precisava voltar para a minha terra de coração, e entreguei o governo ao Borges e vim para a fronteira. Lembras quando te disse que iria descansar e voltar ao meu ofício de medicina? Tu duvidaste — e hoje sabemos que tinhas razão: não deram nem seis anos de descanso e a política me reencontrou, para cumprir aquilo de que havia declinado anteriormente por motivos republicanos. Lá fui eu para o Senado Federal. Foram dez anos na Câmara Alta, mas minha saúde convenceu-me, mais uma vez, a voltar para nossa terra.


Depois de todas estas linhas, saberás a razão da minha carta repleta de saudades e lembranças: tua querida cunhada, que tanto te admirava, fez sua passagem, deixando meu coração com um vazio enorme — foi-se minha Carolina. E eu estou aqui, na terra onde tu nasceste, à espera da minha vez para ir ao encontro dela.


Abraços do teu querido irmão,
Carlos.


Autor Renato Jaguarão.

⁠”O sucesso só é benção quando alcançado de maneira honesta”.
Seja um bom cidadão.
Carlos Pedro 🇦🇴

o amanhã não é concreto até eu chegar nele”




Leonardo Carlos

Foque metas, execute planos, apenas faça e o Universo cumprirá as suas vontades!#ToninhoCarlos

⁠. Deus é igual a caráter, poucos não o tem presente!#ToninhoCarlos

O PÊNDULO DA SAUDADE
De: Carlos Silva

Eu sinto o cheiro da saudade permear-me o juízo, sinto o toque da vontade pulsante em meu coração, mendigando um segundo do teu olhar, feito faíscas elevadas das brasas que estalam e aquecem o ar.
Lanço-me nas covas solitárias dos escombros mais remotos, para fugir do tanto que em te penso. Meu pensamento vaga feito pendulo de relógio de parede cuja função é ir e vir, ir e vir em ritmado e preguiçoso compasso que só serve para avançar o tempo que não mais terá tempo de voltar.
Preso estou na ampulheta do passado, escorregando para outro espaço até que possa completar o ciclo e ser retornado à posição repetitiva do marcar um precioso tempo. Passo e compasso, espera que se confunde com a demora e isso só aumenta a saudade imposta pelo sentir que pulsa do coração como se fosse o pêndulo do relógio que insiste em bater no ritmado de um saudoso coração.

Escrevo sobre ambições humanas e terrores cotidianos sem esquecer o romance.

Carlos Alberto Blanc

"Pássaros, mesmo em gaiolas de ouro, ainda têm asas" (Odilon Carlos)

"Liberdade é o direito de ser quem eu sou, sem pedir licença a ninguém." (Odilon Carlos)

"A vida não é um debate que se ganha, é um percurso que se economiza."(Odilon Carlos)

Quem vende o ego é celebridade, não artista.

Carlos A. Blanc

💡 **Você é uma Casa Inteligente**
Por: Carlos Henrique Humanizado


Tudo aquilo que entra pelos sensores (neurônios) — sejam dados físicos (alimentos, remédios, etc.), lógicos (racionais, emocionais, mentais/espirituais) ou por algum dos sentidos (pensamentos, áudio, imagens, odores e experiências táteis) — é traduzido pelo processador (o consciente).


Esses dados são armazenados no HD (o inconsciente) e passam a comandar, em piloto automático (impulso/intuição), grande parte das rotinas da casa (comportamento, sentimentos e padrões repetitivos).


Se o dado for bom, a casa prospera, refletindo em saúde: mental > física > sexual > relacional > espiritual > acadêmica > laboral > financeira.


Por outro lado, se o dado for confuso, ignorado ou corrompido, a casa sofre escassez, resultando em medo e insegurança (mental e física), e manifesta sintomas como traumas, crenças limitantes, comportamentos excessivos, doenças e dores.


🧭 **Moral da Parábola**


Você é uma casa (o corpo) inteligente (a mente).


- Seu corpo é a estrutura.
- Seu sistema nervoso é o servidor.
- Seu consciente é o processador.
- Seu inconsciente é o HD onde tudo se grava.
- Seus neurônios são sensores que nunca dormem.


Tudo que entra em você vira código lógico (energia). Todo código se transforma em comportamento ou pensamento, hormônio.


*Todos direitos reservados a CH².

Mamãe um dia me Disse; Antônio Carlos toda mulher gosta de um homem irreverente e bem humorado, mais um palhaço nenhuma mulher gosta. Toda forma irreverente de se comportar quando bem controlado e moderado, pode alcançar ótimos resultados!!

Vamos repensar?

Albert Camus:

“A vida é a soma de todas as suas escolhas.”

Carlos Eduardo Balcarse:

“A vida não é construída apenas pelas escolhas que fazemos, mas também pelas escolhas que permitimos que outros façam por nós. Muitos não fracassam por escolher errado; fracassam porque nunca assumiram o protagonismo da própria existência. Uma vida terceirizada produz uma história sem autor.”

Vamos repensar?

Albert Camus:

“Viver é manter-se vivo diante do absurdo.”

Carlos Eduardo Balcarse:

“Viver verdadeiramente não é apenas sobreviver aos dias; é impedir que os dias sobrevivam sem significado. O maior fracasso humano não é a morte do corpo, mas a morte da consciência enquanto ainda respiramos.”

Vamos repensar?

Baltasar Gracián:

“Não se deve mostrar tudo o que se sabe.”

Carlos Eduardo Balcarse:

“Nem todo conhecimento precisa ser exibido; alguns precisam ser amadurecidos. A verdadeira sabedoria não está em provar que sabe, mas em saber quando o silêncio ensina mais que a exposição. Quem precisa mostrar constantemente sua inteligência revela, muitas vezes, a insegurança da própria inteligência.”

"Não é porque você canta músicas do Roberto Carlos (de quem eu gosto muito) que eu vou gostar também do seu cantar. Entende? Ou eu preciso cantar pra você entender? Hein?"
Texto Meu 0900, Criado em 2018

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

O cantor Mumuzinho não é o Roberto Carlos, mas se depender de mim e do SDA vamos ter amigos na platéia sempre por esse Brasil a fora, ao em vez de fãs eufóricos e descartáveis.

Inserida por EdelziaOliveira

Não existe palavras que traduza o verdadeiro amor Só o coração tem a chave da resposta.
Carlos 05#0;72011

Inserida por Carlos2909