Professor Carlos Drumond de Andrade
Me desdobra em partes as quais jamais pensará ter, me desmancha é cotamina em novos sonhos, metas é prazeres, mantém minha mente em plenitude é serenidade, a verdade em você personifica meus momentos de paz.
Mas o peso desse sentido uniforme, não mais me é concedido, talvez eu fique, talvez eu parta, no entanto ao certo não mais serei complacente ao ritmo do miocárdio.
Perdido
Pedido, mas aonde? não sei!
Dentro de um local escuro, apertado, sozinho.
Perdido, mas aonde ? não sei!
Dentro da caixola ou dentro da estrutura óssea.
Perdido, mas aonde? não sei!
Dentro do que deveria ser meu lar.
Perdido, mas aonde? não sei!
No que deveria identificar, entretanto não consigo reconhecer.
Perdido, mas aonde ?
No corpo que deveria me pertencer o qual habito sem me encontrar.
“ O Ser humano pode perder a visão, a audição, a fala e todos os sentidos, mas não pode perder a fé, a fé nos move e dá o sentido a vida, perdeu-se a fé perdeu-se o sentido da vida...”
"A Educação é demolidora de muros e construtora de pontes, condutora de luz e realizadora de sonhos..."
Naquela noite sem luz o brilho dos seus olhos que me conduz, naqueles sorriso eu me perco, e nos teus braços eu me encontro
A bordo de mim
Trancafiada aqui, no abismo vi, o mar mostrou.
Oculta em mim, embalo o fim, abordo estou.
O imundo mar, sôfrego vem, se lamentar.
Pálido! Gélido! Seco!
Escureceu! Não sou mais eu, o mar sou eu!
Fugi sem ar, me encarcerar, sombrio olhar.
O medo embarca, revolve marcas do meu pesar.
As ondas vêm, molham meus pés, vou mergulhar.
Vento bravio, um calafrio me faz chorar.
Tempestade a vista, revira o barco, me embaraço no relembrar.
Aos prantos grito! Sou eu o mito do tal amar!
Ouço gemidos, fundo do mar!
O horror convém, me mostra além, antigo olhar.
Quando era ardor, quem sabe amor, levou o mar.
Abordo estou, na noite vou, refugiar!
A negra vem, me acompanhar.
Seus braços frios, acariciam meu perturbar.
O barco vira, quebra o retrato, faz em relapso o meu pesar.
Corta meus pés, debruçada ao chão, sangro sem dor.
Junto os pedaços, varrendo os cacos do opaco amor.
A água vem, correntes vêm me soterrar!
O barco alaga, tão logo afunda, o vento ajuda meu naufragar.
A brisa leva o que restou, meu ser se afoga, o sal corrói, sôfrego amor.
... é como o trabalho de um OLEIRO, ele passa um tempo amassando o barro, depois liga o motor da mesa, que gira milhares de vezes em torno daquele trabalho a ser criado, em seguida vai criando o molde sem saber se vai ficar bonito, feio ou amassado, mas o oleiro continua seu trabalho, confiante que uma hora o vaso será terminado com êxito.
Assim deve ser a nossa vida, os nossos planos, as nossas metas. Devemos trabalhar com persistência e dedicação em prol dos nossos objetivos, as vezes não acontecem da forma que gostaríamos, mas se houver amor, paciência e harmonia, a obra será terminada com satisfação.
“Há dores que não gritam. Elas se escondem atrás de sorrisos educados, rotinas cumpridas e silêncios bem treinados. São silenciosas, mas densas. Amadurecer, muitas vezes, é reconhecer essas dores ocultas — não com negação, mas com escuta. O cuidado verdadeiro começa quando a alma é acolhida sem pressa, sem julgamentos. É na presença gentil que o invisível encontra espaço para cicatrizar.”
— Nélma Andrade, Psicóloga Clínica
“A vida não espera, e o tempo não recua. O que não é vivido com presença se dissolve no arrependimento do que poderia ter sido. Adiar sentimentos é desperdiçar existência. Os momentos simples, quando sentidos com verdade, se tornam eternos. O tempo, no fim, revela o que cada um escolheu priorizar. E quem aprende a valorizar o essencial, vive com mais leveza — mesmo diante do efêmero.”
— Nélma Andrade, Psicóloga Clínica
Você não precisa se sentir culpada por colocar limites.
Muitas vezes, fomos ensinados a agradar, ceder, dizer “sim” para manter vínculos — mesmo quando isso significa ultrapassar os nossos próprios limites. Mas estabelecer fronteiras saudáveis não é egoísmo, é autocuidado. É um gesto de amor próprio que protege sua saúde emocional e preserva relações mais honestas.
Limite não é muro: é clareza.
É dizer até onde você vai sem se perder de si mesma. É manter a sua paz interior como prioridade. Quando você aprende a dizer “não” com firmeza e respeito, abre espaço para relações mais autênticas e menos exaustivas.
Você merece vínculos onde o seu bem-estar também importa.
🌿
Nélma Andrade
Porque o cão não fala com o gato
Temos um véu que não nos permite ver mais além, só alguns homens gênio dotados de grande capacidade conseguem atingir a plenitude da felicidade, fazendo as pazes com ele mesmo e respeitando e aos outros, nesse sentido caminha para a liberdade porque, só se é livre quando se cumpre com normas, regras, a lei e a simbologia, sendo que pode-se ser um ser iluminado e criar isto e aquilo que permite ir mais além, No entanto pensar no futuro de nossos progenitores é primordial, sendo que nós não somos um número nós somos uma familia humana, que estamos interligados, que influenciamos este e aquele com as nossas acções dando nosso exemplo e testemunho de retidão, para fazer luz na vida dos outros, porque estando em anarquia e remando contra a maré tudo se vai tornar pior, fluir pela corrente do rio sempre é mais fácil e vê-se mais resultados, porque para conseguir alguma coisa nesta vida é com muito esforço independentemente de onde venha a força se é de Deus , daqui ou dali, o certo é que essa crença move e modifica, retífica, restaura e torna a estado novo, nesse propósito acreditar que uma crença pode transformar é possível e dá alegria, o galardão é dado a todo momento pelo ar que respiramos e pela dádiva da vida e pode desvendar mistérios e adequerir conhecimento para a vida, para melhorar, ou viver caído na lama no fundo do poço, cheio de problemas, sem paz, nem serenidade nem amor. Pensar na escuridão e a luz , ou inferno e o paraíso é isto. Melhor que tudo é caminhar de mãos juntas com todos tanto amigos e inimigos ser grato, enquanto vivermos.
Emanuel Andrade.
Teu olhar perfurante
Invade meu ser
Desperta em mim sede
Faz sofrer
Dor no coração
Descubro um balanço
Entre ambos
O oposto na ondulação
Não há limite
Nossos caminhos
Saíram do mar
Para terra
Fruto da nossa parte
Em representar a. Realidade
A literatura é a forma mais coerente de se dizer o que se pensa.
Se queres ganhar um inimigo diz o que pensas, dizia Luther King.
A escrita vivia num tempo de falta de liberdade, num tempo controverso.
Provavelmente era uma forma de expressar que rompeu barreiras e hoje podemos dizer o que pensamos.
- Relacionados
- Poesias de Carlos Drummond de Andrade
- Poemas de Carlos Drummond de Andrade
- Ser professor é: mensagens sobre a jornada no ensinamento
- Mensagem de professor para aluno: palavras que transformam e motivam
- 47 frases para o Dia do Professor que celebram a educação
- Frases de Carlos Drummond de Andrade
- Textos de Carlos Drummond de Andrade
