Procuro um Homem de Verdade
Na maioria dos casos de crimes de violência contra a mulher é sempre o homem que agride e mata a mulher.
A mulher só mata o homem em casos de legítima defesa.Isso ocorre por causa do temperamento agressivo de alguns homens e devido a posse e o porte legal ou ilegal de armas.
O homem aos 30 anos já deve ter estabilidade financeira,pois os homens se alistam no exército e podem servir as forças armadas ou ingressar nas polícias.Os homens que chegam nessa faixa etária sem emprego podem ter cometido algum erro de percurso ou simplesmente não gostam de trabalhar.As mulheres demoram mais a se estabilizar,pois o alistamento feminino não é obrigatório e a mulher não costuma servir as forças armadas e entram como menor frequência nas polícias tendo uma vida estável somente aos 40 anos.
O homem que não tem estabilidade aos 30 anos pode ser 171,pois homens têm facilidade a estabilidade pelo fato de servirem as forças armadas.Mulheres têm a estabilidade próximo aos 40 anos e demoram mais a se estabilizar pelo fato de não se alistarem no exército e não ingressarem em serviços militares.Mas,como diz a sabedoria popular indiana mulheres podem ser bancadas,mas não devem ser bancadas.
No casal heterossexual ainda existe o machismo do homem sempre falar que quer a mulher e a mulher nunca poder falar que quer o homem, pois os homens não valorizam as mulheres que costumam chamar de "oferecidas".Entre os casais gays e casais de mulheres não existe isso. Quem gosta pode falar que quer.Ou seja, mesmo a lésbica ou bissexual sendo passiva, ela pode falar quer a ativa ou a relativa sem problemas.
O Tempo de Deus e a Pressa dos Homens
Deus marca o tempo, o homem corre atrás dele,
E cada instante se escapa como sombra fugaz.
Mas há no céu um compasso que a alma repele
A pressa do mundo, seu vento voraz.
Dizem-me: "Corre! O tempo te foge, escapa!"
Eclesiastes murmura: "Não temas tua dor."
Se há tempo de semear e tempo de colher a capa,
Por que me pedes a colheita antes do labor?
O rio flui lento, o martelo não espera,
O divino aguarda, o humano se apressa.
No compasso eterno, entre temor e anseio,
Aprende-se a viver sem apressar a promessa.
— Teófilo Sumburane
(Mano Theo).
"O homem precisa da caverna para pensar "
Existe um modo de conhecer, de saber, às vezes é na caverna que você encontra respostas e percebe que fora dela, da caverna, existe vida.
ELE TINHA CORAÇÃO.
"O Ferro que Aprendeu a Ser Homem"
O mundo, tantas vezes, mede a força de um pai pelo peso que ele suporta, pelo silêncio que mantém e pelas batalhas que trava sozinho. Muitos o chamam de “homem de ferro” — aquele que não chora, que não treme, que não se deixa abalar. Mas, por trás da armadura invisível que o tempo e a sociedade lhe impuseram, há um coração vivo, pulsando, sangrando e amando.
A infância de um pai morre lentamente para dar lugar a um vigilante eterno. Ele não pode se dar ao luxo da fraqueza porque acreditou, desde cedo, que o amor verdadeiro se prova na resistência. E no entanto, é justamente essa dureza aparente que esconde o maior dos segredos: a sensibilidade. Ele talvez não fale das noites em que ficou acordado ouvindo a respiração do filho doente, nem confesse o medo que sentiu ao ver a vida colocar nas mãos da família o peso das incertezas. Mas ele estava lá — como um farol em mar revolto, calado, mas firme.
A sociedade raramente autoriza o homem a demonstrar ternura sem antes cobri-lo de rótulos. Ainda assim, todo pai carrega no íntimo uma luta silenciosa contra essa sentença cultural. Porque ser pai é ser ferro por fora e carne viva por dentro; é entender que a fortaleza não é a ausência de fragilidade, mas a coragem de mantê-la em segredo para proteger quem ama.
Chega um dia em que os filhos crescem e começam a enxergar não o herói, mas o homem. E nesse instante entendem: não era o ferro que nos sustentava, era o coração que batia dentro dele. Um coração que, mesmo pesado de responsabilidades, escolheu amar sem pedir nada em troca. E talvez esse seja o maior legado que um pai pode deixar — ensinar, pelo exemplo, que a verdadeira força não está na rigidez, mas na capacidade de continuar amando, mesmo quando tudo ao redor pede endurecimento.
"Ele Tinha Coração – O Ferro que Partiu Vitorioso"
Em cada esquina da vida, há um pai que a sociedade não quis ver. Não estampou seu rosto nas manchetes, não lhe ofereceu medalhas nem reconhecimento. Chamaram-no de “homem de ferro” — não por ser frio, mas por aguentar calado o peso de mundos que só ele sabia carregar. Um pai assim veste, sem pedir, a armadura que o tempo e a cultura lhe impõem: “não chore, não reclame, não mostre medo”. Mas, sob essa couraça, pulsa um coração real, vibrante, que arde de amor.
A filosofia nos lembra que a verdadeira grandeza não se mede pelo poder de dominar, mas pela capacidade de servir. E no papel de pai, esse servir é silencioso, quase invisível. Ele não conta as vezes em que deixou de lado o próprio sonho para alimentar o sonho dos filhos; não revela o medo que o acompanhou nas madrugadas de incerteza; não espera retorno, apenas se coloca no caminho como muralha contra o inevitável.
Do ponto de vista sociológico, esses homens são frequentemente engolidos por uma narrativa injusta: a de que afeto e masculinidade caminham separados. E assim, escondem suas lágrimas, oferecendo apenas o lado forte, acreditando que proteger é também poupar o outro do peso de suas dores. No íntimo, porém, guardam lembranças de abraços breves, conversas apressadas, olhares que diziam mais que qualquer palavra.
Psicologicamente, o pai que ama incondicionalmente constrói, sem alarde, o alicerce emocional da família. Mesmo ignorado — por orgulho juvenil, por ingratidão momentânea ou pela pressa do mundo — ele permanece. Porque para ele, amar não é negociar: é escolha diária, gratuita, inabalável.
E chega o momento inevitável da partida vitoriosa. Não vitoriosa pela ausência de derrotas, mas pela dignidade de ter amado até o último instante. É quando o silêncio da casa revela o som de sua presença na memória, e os que um dia não o perceberam como deviam descobrem, com atraso doloroso, que todo aquele “ferro” era apenas a casca de um coração que sempre bateu por eles. Nesse dia, o mundo perde um homem, mas ganha a lição eterna de que a grandeza não precisa de testemunhas para existir.
Existe um tipo ainda mais elevado de homem, dificilmente reconhecível por fora por quem ainda não tenha chegado a esse nível. Muitas vezes é um SOLITÁRIO, um mártir, cuja grandeza não é reconhecida senão depois da morte. Isso é natural. Só O MEDÍOCRE PODE SER LOGO COMPREENDIDO e aclamado pela maioria dos IGUAIS. Glória fácil e rápida significa pouco valor.
A TRANSFORMAÇÃO DOS METAIS É A TRANSFORMAÇÃO DO HOMEM IGNORANTE EM HOMEM INSTRUÍDO. O OURO POTÁVEL QUE SE PRETENDE PRODUZIR SIMBOLICAMENTE É A PERFEIÇÃO HUMANA. - -
O que o homem quer? Se alguém tenta se santificar, é "santarrão" demais. Se alguém comete pecado é pecador, e os "erros" são apontados. Se chove, o tempo está ruim. Se faz calor, está quente demais. Se neva, a neve é bonita mas faz muito frio por este espetáculo. Se o homem trabalha muito, só pensa em trabalhar e morrerá sem levar consigo "NADA". Se se liberta do sistema "escravocrata", então é vagabundo. Se anda no meio termo de tudo, é equilibrado demais e será invejado por isso. Se é bonito também é invejado. Se é feio, é zombado. Deus existe para muitos, apenas quando se atribuem a Ele coisas ruins. Já para outros, Deus é visto apenas como aquele que está por trás de coisas boas. Em suma: o homem NADA conhece, TUDO IGNORA, e toma como verdade as ilusões que inventaram para faze-lo achar que isso é a suprema realidade, finalidade primeira e última da existência. A maioria, na verdade, não sabe para quê nasceu, porque existe, para aonde está indo e finalmente onde irá parar! Um amontoado de cabeças ocas, confusas e obtusas que, para as questões elementares da vida, NÃO achou resposta absoluta! Como em certeiras palavras disse Schopenhauer, dando a entender sobre as artimanhas do homem inventadas pela necessidade, a fim de suavizar o peso de sua existência: <Portanto, trabalham, persistem, com toda seriedade, mesmo com um ar importante, tais como as crianças aplicadas no seu jogo>.
"Seriedade" esta que, se bem analisada por perto e a fundo, assemelha-se àquela sensação que sentimos quando estamos dentro de um circo, ao ver as peripécias de um palhaço!
A verdade? Ei-la aí: o homem é um monturo de DÚVIDAS. Uns, atendo-se á investigação dela [da verdade], caminham pelos espinhos, aprendendo a suportar a dor, para serem recompensados com a ROSA. Outros, param e dão à vida uma roupagem disfarçadamente "nova", sob a mesma medida e com cores variadas, a fim de ocultarem a sua própria monotonia!
Ou, nas sofisticadas e refinadas palavras do mesmo Schopenhauer, deveríamos dizer: <Sim, a nossa loucura chega até aí, fazer-nos tomar como alvo supremo de nossos esforços a opinião dos outros; e, contudo, o nada de tal resultado é bastante conhecido; quase todas as línguas o dizem: a sua palavra para dizer vaidade, vanitas, significa vazio, NADA.> (Mundo como Vontade E representação; Livro quarto)
E, continuando, mais á frente, ele mesmo diz no mesmo lugar citado, as brilhantes palavras de Heródoto: <Semelhante é o sentido destas palavras do Pai Da História (Heródoto, Historiae, 7,46), palavras que nunca foram desmentidas: "Não existe um homem a quem não tenha acontecido mais do que uma vez desejar não ter de viver o dia seguinte". De modo que esta brevidade da vida, de que nos lamentamos tanto, seria ainda o que a vida tem de melhor>.
Mas não nos iludamos... como eu disse acima, apenas quem se compromissa a disfarçar o peso da existência, tomando a mentira por verdade, ou fazendo passar aquela por esta, é a maioria! Esta mesma maioria confusa e que no fundo ainda não encontrou o verdadeiro propósito, o cerne universal que é a chave, para se poder abrir a porta da descoberta do propósito da existência do Cosmos! Aliás, Cosmos, significa <belo>; e certamente o que é belo, tem um <significado>. Até lá, falemos sério agora e de forma <específica>, suportemos a crítica do populacho que é bem definida pelo mesmo ínclito filosofo, que me servirá, até, como epílogo deste nosso pequeno monólogo filosófico: <Na verdade, custa a crer a que ponto é insignificante, vazia de sentido, aos olhos do espectador estranho, a que ponto é estúpida e irrefletida, para o próprio ator, a existência que a maior parte dos homens leva: uma espera tola, sofrimentos estúpidos, uma marcha titubeante através das quatro idades da vida, até esse termo, a morte, na companhia de uma procissão de ideias triviais. Eis os homens: relógios; uma vez montado, funciona sem saber por quê>
11:19 h 09.03.2018
Do tempo.
O tempo que está por vir, determinará que a situação do homem, será de uma intensa FACILIDADE em TODAS as coisas.
Pois TUDO, absolutamente TUDO, ser-lhe-á intensamente fácil. MENOS manter - para aqueles que o têm - o caráter.
Isto, SER-LHES-Á muito difícil.
3 de novembro de 2012 às 09:31 h
Se concedessem ao homem uma vida eterna, sentiria tanta repugnância por ela que acabaria desejando a morte, farto da imutabilidade de seu caráter e de seu ilimitado entendimento.
A consciência é a presença de Deus no homem. O homem é uma cópia infinitamente pequena de Deus. Bastante Glória é esta para o homem. Apesar da minha insignificância, eu reconheço que Deus está em mim .
“Uma mulher ou um homem, que vai à uma "igreja", quando vai, principalmente no dia de domingo - o chamado "die domine" -, JAMAIS deveria dizer: vou à casa do GRANDE Pai.
Quando sim, deveria dizer: estou indo fazer uma "viagem" para DENTRO DE MIM MESMO! (Uma viagem que deve ser DIÁRIA, diga-se de passagem; não apenas no "die domine").
Pois aí, dentro de cada um, é SUA "grande" MORADA...
"Sed non Excelsus in manufactis habitat sicut propheta dicit" ( Actus Apostolorum 7.48)
"Dei qui fecit mundum et omnia quæ in eo sunt hic cæli et terræ cum sit Dominus non in manufactis templis inhabitat" (Actus Apostolorum 17.24)
9:43 h 20.02.2017.
O homem comum, civil espiritual, não compreende a patente dos "militares" do sobrenatural! O fascínio pelo mundo metafísico, bem como a vivência nele, é viciante. Uma atração que te impulsiona apenas pra frente, sem direito a retorno. Uma força tal, que faz com que todos os poderes terrestres humanos, virem uma mera brincadeira de criança!!!
04.09.2019 às 05h28m
Sendo o pensar consciente, a forma original e primitiva do homem, e o ápice de seu aprimoramento, o ócio intelectivo, o RETRAIMENTO prolongado, cada lar, agora, é um altar consagrado à reflexão - sacrifício: Sacri + ficare = ficar no local sacro.
De tempos em tempos, a NATUREZA envia seus professores, a fim de, forçosamente, fazer os moradores da terra reformularem seu modo de pensar e desenvolver sua própria introspecção.
Nesses tempos, a humanidade tem um PROFESSOR. Seu nome: CORONAVÍRUS - Phd com especialização em desenvolvimento intelectual, através da longa retração!!!
23.03.2020 às 13:42 h
Da medida EXATA
Havia um homem, que só vivia reclamando com Deus, que não tinha motivo para ser feliz e que, por isso mesmo, desejava tirar a própria vida, caso Deus não lhe atendesse, dando-lhe toda sorte de Felicidade.
Os dias iam se passando e, a cada pedido que fazia, sua ameaça intensificava-se mais e mais, a um ou dois passos de se concretizar.
Quando finalmente um dia, de tanto molestar Deus, desejando Dele, toda sorte de felicidade que pudesse existir, para que com isso, de acordo com seu entendimento, pudesse ter razão e sentido de viver, Deus, resolve satisfazer-lhe.
Toda sorte de felicidade então, fora-lhe derramada. Finalmente recebeu, a tão sonhada e desejada dádiva da: "toda sorte de felicidade".
Os dias foram se passando... E aquele homem que dantes não tinha razão de viver, porque era infeliz, agora, resolve se matar, por ter simplesmente toda sorte de felicidade do mundo.
Foi assim então que deu cabo, finalmente, de sua própria vida...
Pois acabou se matando de tanta Felicidade!
Se não houvesse PODER nas palavras, o homem não seria programado para falar mais, em quantidade, do que as próprias ações.
Não é a meditação na infinitude, muito menos na longevidade, que leva o homem consciente à loucura e perturbação mental. O que perturba esse tipo de meditador, é exatamente saber que por ser conhecedor de que a vida humana é tão insignificantemente banal, o homem consiga elaborar tantos devaneios. Devaneios estes, diga-se, que causam sua própria perdição.
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Então, a semente paterna Divina foi introduzida na Mãe terra. E a Mãe terra, concebeu o homem!
Em 06.12.2021 às 12h39m
